quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Otimismo e pessimismo

Quais serão os fatores que impulsionam o ser humano na direção de um comportamento posi tivo ou negativo em relação à vida? Flavio Gikovate Não deixa de ser curioso observar as diferentes reações do ser humano frente a certos obstáculos. Ao adoecer, algumas pessoas só pensam na recuperação; outras sentem que jamais voltarão a ter saúde. Diante de uma situação de risco, os otimistas decidem enfrentá-la, pois acham que as chances de sucesso são boas; os pessimistas recuam, antevendo a catástrofe. Para começar um namoro, o otimista se aproxima de alguém que despertou seu interesse; o pessimista evita o primeiro passo, imaginando uma rejeição inevitável. As diferenças não param aí. Se de um lado, há alegria de viver, generosidade, desprendi mento, do outro há certa tendência ao egoísmo e à tristeza, às vezes disfarçada de falsa euforia. O otimista está sempre cheio de planos e projetos, é inovador, contagiando com sua esperança as pessoas que o cercam. O pessimista é mais comedido nos gastos e nos gestos, costuma ser conservador, só se interessa por coisas que já foram testadas e agradam à maioria. Quais serão os fatores que impulsionam o ser humano na direção de um comportamento posi tivo ou negativo em relação à vida? Vale a pena levantar algumas hipóteses. Antes de mais nada, acredito que não se trate de um mero condi cionamento ou hábito de pensar. Quer dizer, não adianta acordar de manhã com a disposição de mudar e de tomar atitudes positivas. Esse tipo de otimismo será falso, superficial e não levará ao sucesso almejado.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Como garantir a segurança das crianças na piscina? ? Como garantir a segurança das crianças? Como todos os bens de equipamento, a piscina pode dar origem a acidentes, às vezes, infelizmente, dramáticos. As crianças de menos de 5 anos estão particularmente expostas ao risco de afogamento. Com efeito, ela são ao mesmo tempo autonomas, atraídas pela água e também inconscientes dos perigos que as ameaçam. É preciso saber que bastam alguns segundos de desatenção e que uma criança pode se afogar mesmo em alguns poucos centímetros de água. Pior ainda: a criança não tem consciência do perigo e não se debate nem pede socorro. O acidente é portanto silencioso e a experiência mostra que muitos afogamentos ocorrem na presença de adultos Então, o que fazer para evitar afogamentos? • Em primeiro lugar, permanecer vigilante. De fato, a experiência mostra que nada pode substituir a vigilância ativa dos pais ou dos parentes quando há crianças na casa. • Limitar ao máximo os riscos: O ideal é naturalmente ensinar as crianças a nadar desde que tenham adquirido uma coordenação muscular suficiente, geralmente em torno de 5-6 anos. Enquanto isto, algumas regras de bom senso permitem limitar os riscos: • Manter uma vigilância próxima e constante sobre as crianças, em todas as circunstâncias. • Fazer as crianças usarem coletes, trajes de banho ou braçadeiras com dispositivos de flutuação. • Não deixar brinquedos susceptíveis de atrair as crianças abandonados à proximidade da piscina. • Aprender os gestos que salvam para poder intervir rapidamente em caso de acidente. • Ter sempre um telefone à proximidade da piscina.

Como garantir a segurança das crianças?? Como todos os bens de equipamento, a piscina pode dar origem a acidentes, às vezes, infelizmente, dramáticos. As crianças de menos de 5 anos estão particularmente expostas ao risco de afogamento. Com efeito, ela são ao mesmo tempo autonomas, atraídas pela água e também inconscientes dos perigos que as ameaçam. É preciso saber que bastam alguns segundos de desatenção e que uma criança pode se afogar mesmo em alguns poucos centímetros de água. Pior ainda: a criança não tem consciência do perigo e não se debate nem pede socorro. O acidente é portanto silencioso e a experiência mostra que muitos afogamentos ocorrem na presença de adultos Então, o que fazer para evitar afogamentos? • Em primeiro lugar, permanecer vigilante. De fato, a experiência mostra que nada pode substituir a vigilância ativa dos pais ou dos parentes quando há crianças na casa. • Limitar ao máximo os riscos: O ideal é naturalmente ensinar as crianças a nadar desde que tenham adquirido uma coordenação muscular suficiente, geralmente em torno de 5-6 anos. Enquanto isto, algumas regras de bom senso permitem limitar os riscos: • Manter uma vigilância próxima e constante sobre as crianças, em todas as circunstâncias. • Fazer as crianças usarem coletes, trajes de banho ou braçadeiras com dispositivos de flutuação. • Não deixar brinquedos susceptíveis de atrair as crianças abandonados à proximidade da piscina. • Aprender os gestos que salvam para poder intervir rapidamente em caso de acidente. • Ter sempre um telefone à proximidade da piscina.
Maior piscina do mundo!!!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Sobre estar sozinho

Por (Flávio Gikovate)
Recebi esse texto de autoria de Flávio Gikovate, através de um email e vou repassá-lo pelo blog. Leiam que é muito interessante. Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor. O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar. A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal. A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente. Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem. O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém. Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não à partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um. O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação,há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...

sábado, 26 de novembro de 2011

A dor de cabeça e a escola

A dor de cabeça é uma sensação dolorosa que pode se manifestar de várias formas, na cabeça, no rosto ou no pescoço. Pode ser provocada por diversos fatores como extensão da musculatura dos ombros, pescoço, crânio e face, problemas neurológicos, hipertensão, disfunção tempromandibular, ansiedade, depressão, irritação e outros. Por existirem várias formas de desencadear a dor de cabeça existem aproximadamente 300 tipos de dor de cabeça. Dentre as diversas formas de dor de cabeça, as mais freqüentes são as causadas por: - Contrações musculares: provocam tensões nos músculos da face, pescoço, ombro, crânio e do diafragma num longo período de estresse, cansaço e outros. - Dilatação dos vasos sanguíneos cerebrais: ao se dilatarem pressionam os nervos e provocam a dor. - Infecção ou aumento da pressão cerebral: também conhecida como dor secundária, é provocada quando há alguma doença como sinusite, tumores cerebrais, meningite, etc. A dor de cabeça não pode ser considerada como doença, pois como pode ser percebido, é sempre um sinal de que algo está funcionando de forma anormal. Dessa forma, o importante é buscar orientação médica para fazer o diagnóstico correto e o tratamento adequado. Como a forma mais comum é a tensional, normalmente o tratamento é feito baseado em métodos que aliviam a tensão muscular e ainda a ingestão de analgésicos, antiinflamatórios, relaxantes musculares, tranqüilizantes e antidepressivos. Obs.: Quando ocorrerem dores de cabeça com freqüência ou três vezes em uma mesma semana, deve-se procurar o mais rápido possível um especialista, pois pode ser um sinal de um grave problema que necessita de tratamentos.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Como não amar?

Quando ele chega nos faz perceber que tudo pode ser diferente. Eu poderia falar quando, do que e da forma que eu quisesse sobre o amor, mas prefiro dissecar o tema contando como comecei a exercitar meu passatempo preferido: ser egoísta e egocêntrica. Falar sobre coisas que eu faço, que eu vejo, que eu gosto ou odeio. Eu, eu, eu. E o melhor, se alguém comentar, não sou obrigada a responder. Não sou obrigada a ouvir nada do que aquela pessoa fala também se eu não quiser. E você não se sente constrangido por isso. Porque com ele funciona assim: gostou? Casa. Não gostou? Dá logo no pé. Sem necessidade de retribuir, eu faço o que eu quiser. Posso falar sozinha, ao vento. Posso dar indiretas para pessoas que estão por perto, ou então diretas para pessoas que nunca vi. E posso ficar dias sem falar nada, e nem ligar ou ligar. É assim, liberdade total para cada vez ser mais e mais si mesmo. E guardar tudo de mim num histórico público. Os pensamentos soltos, as dúvidas existenciais, as narrativas de vida. E conhecer mais, e me atualizar, e compartilhar e ainda espiar. Embora tenham outros objetivos e metas na vida, amar é se amar..., se estou de bem com a vida, estrei muito bem com o outro. Eu nunca vou me deixar sozinha.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Convivendo com os animais desde cedo

Seu filho pede insistentemente um animalzinho de estimação e você tem dúvidas se atente ao pedido. Quer uma dica? Saiba que um animal de estimação ajudará no desenvolvimento emocional e social da criança. Com um animal de estimação, o pequeno da família não mais terá poder total como tinha com seus brinquedos. Para cada atitude dela, o animal de estimação terá uma reação, atuando diretamente no processo de socialização da criança. Um animal necessita de cuidados e a criança precisa ter responsabilidade sobre eles. Essa responsabilidade depende da idade do menino ou menina e deverá ser orientada e estimulada por um adulto. Crianças pequenas ainda não sabem distinguir o seu bichinho de pelúcia do animalzinho de estimação e podem machucá-lo ao apertar demais, jogar para o alto ou mesmo bater para recriminar algo que o animalzinho tenha feito. Essa relação pode causar danos físicos ao animal e à criança (o gato pode arranhar ou o cachorro morder ao reagir a uma “agressão”). Nessa situação, o adulto tem que estar sempre muito atento, procurando conversar com as crianças sobre como lidar com o animalzinho, do que ele gosta e o que pode machucá-lo. A criança pode ficar encarregada, com ajuda do adulto, de limpar o ambiente do seu animalzinho, dar comida e fazer carinho. Com crianças acima de 5 anos, os cuidados com seus animaizinhos podem aumentar. O filho já pode levar o bicho de estimação para passear, dar banho e até aprender alguns comandos de adestramento. Existem cursos de adestramento para o público infantil. Aprendendo com os animais - A responsabilidade que a criança terá ao cuidar do seu animalzinho desenvolve a autonomia, afetividade e os mais diversos sentimentos como alegria, frustração e respeito. Atenção para que os cuidados de relacionamento com o animal de estimação não se tornem uma obrigação para a criança. Ela deve estar consciente de que os animais precisam de respeito e carinho, assim como qualquer relacionamento. O convívio com o animal de estimação influenciará nas relações futuras com os amiguinhos. A criança que convive com animais de estimação é mais afetuosa, sociável, justa e não é individualista. Além do contato com os sentimentos que precisará para lidar com outras pessoas, o animal pode trazer a experiência com a perda. A criança aprenderá sobre o ciclo da vida, desde o nascimento até a morte e o quanto isso é natural. Mamãe - Agora o recado é para as mamães que ficam preocupadas quanto ao risco de alergias. Estudos mostram que crianças que convivem nos primeiros anos de vida com animais de estimação estão menos propensas a desenvolver alergia, pois o seu sistema imunológico já está “acostumado” com os agentes alergênicos encontrados nos animais. Já o sistema imunológico de crianças que cresceram sem contato com animais não reconhece os agentes alergênicos provocando reações. Não esqueça de levar o animalzinho ao veterinário sempre para que receba os cuidados necessários e evitar doenças, sempre acompanhado de seu filho para que também escute as orientações do doutor criando assim mais responsabilidade. Cuidados com os bichinhos - antes de escolher um bichinho, conculte um veterinário para que este auxilie na escolha de acordo com sua possibilidades, como ambiente onde o bichinho irá viver, espaço que necessitará, necessidade de passeios, etc. Além disso, ele lhe orientará quanto às questões de saúde e prevenção de doenças do seu animalzinho, especialmente quanto às zoonoses (doenças que são transmitidas dos animais para o ser humano). No caso, de crianças convivendo com animais isto é muito importante, pois elas estão sempre levando a mão à boca, e o risco de contrair algum tipo de zoonose é maior.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

companheiros

José Francisco gosta de consultar a mãe, Maria Cecília Monteiro: “Ela é uma amiga”, diz Agora as mães têm desculpa com comprovação científica para grudar nos seus meninos. Aquelas que estão por perto sempre que o filho precisa podem não saber, mas estão ajudando a formar um adulto cujas características fogem do estereótipo do machão. E, ainda por cima, contribuindo para o bem-estar de sua cria. Afinal, homens sensíveis, carinhosos e comunicativos têm mais chance de se relacionar melhor com as pessoas à sua volta. É o que revela o estudo “The Missing Story: Resistence to Ideals of Masculinity in the Friendship of Middle School Boys” (A história perdida: resistência aos ideais de masculinidade nas amizades de meninos da Middle School, em tradução literal), do psicólogo Carlos Santos, professor da Universidade do Estado do Arizona, nos Estados Unidos. Apresentada recentemente, durante a 18ª Convenção Anual da Associação Americana de Psicologia, a pesquisa constata que, na adolescência, os meninos se sentem pressionados a mostrar que seu organismo já produz altas doses de testosterona e se tornam durões, arredios e fechados. O adolescente apegado à mãe – carinhosamente chamado de “filhinho da mamãe” – consegue fugir a essa regra e é mais seguro para exercer a sua sensibilidade. “O homem sensível e comunicativo é mais feliz, porque conduz melhor os seus relacionamentos pessoais, e é mentalmente mais saudável, pois corre menos risco de desenvolver depressão”, diz Santos. O estudo se baseou em entrevistas com 426 meninos de 10 a 14 anos de Nova York, Estados Unidos, durante os anos que correspondem ao ensino fundamental II no Brasil. “As mulheres expressam melhor os seus sentimentos e os meninos só ganham ao se espelharem nelas” Carlos Santos, psicólogo A proximidade paterna não imuniza os filhos dos estereótipos do machão. Isso leva o psicólogo Santos a crer que os jovens que fogem ao modelo estão influenciados apenas pelo comportamento tipicamente feminino de suas mães. “Em geral, as mulheres expressam melhor os seus sentimentos e se comunicam com mais facilidade e os meninos só ganham ao se espelharem nelas”, diz o pesquisador. Consciente da influência que tem sobre o filho, a professora Patrícia Luzório, 36 anos, privilegia o diálogo ao embate e faz questão de ser carinhosa no trato com Lucas, 14. “Ele é um menino de personalidade, que se sente seguro para ser o que é, sensível e romântico, mesmo perto dos amigos.” Hoje em dia, com a mulher se dividindo entre as tarefas de casa e do trabalho, estar presente para os filhos exige sacrifícios. Mas a dedicação é recompensada. Para criar os três filhos, dois meninos, de 16 e 15 anos, e uma menina de 11, a educadora Maria Cecília Monteiro, 44, amamentou por dez meses os seus rebentos e ficou cinco anos afastada do trabalho. “Sempre valorizei estar perto dos meus filhos. O José Francisco, por exemplo, é seguro, tem ótima autoestima e é extremamente carinhoso, do tipo que pede beijo para a irmã mais nova”, diz ela. Francisco, por sua vez, não tem dúvida do apoio da mãe. “Ela é uma amiga, gosto de consultá-la para questões mais amplas e me baseio na sua experiência de vida”, diz ele. “Sempre valorizei estar perto dos meus filhos. O José Francisco é seguro, tem ótima autoestima e é extremamente carinhoso” Maria Cecília Monteiro, educadora Apesar da crescente popularização da psicologia evolucionista, que defende que os cérebros de homens e mulheres possuem diferenças, especialistas acreditam que as características associadas aos gêneros feminino e masculino têm mais raízes culturais do que biológicas. Professora de saúde mental da Universidade de Massachussetts, nos Estados Unidos, a psicóloga Sharon Lamb é autora de um estudo que investiga a influência da mídia no comportamento dos meninos e acredita que os super-heróis da atualidade são responsáveis por influenciar as crianças a se tornarem agressivas. “O super-herói de hoje é muito diferente do de antigamente”, disse ela, na mesma convenção de psicologia que Santos participou. “Ele é mais agressivo, sarcástico, prefere as armas ao diálogo e raramente fala sobre o valor de se fazer o bem para a humanidade.” É bom saber que a doçura materna é arma capaz de exterminar os inimigos. Disfarçados de super-heróis ou não.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Invista em conhecimento

Todo mundo sabe que mil reais hoje compram menos do que seria possível um ano atrás. Isso acontece por causa da inflação. Para fazer o dinheiro não perder seu valor é preciso investi-lo. Conhecimento é como dinheiro. Seu valor também diminui com o passar do tempo. E quando se trata de tecnologia, a “inflação” é ainda maior, fazendo com que qualquer conhecimento tecnológico que se possua hoje perca drasticamente o seu valor em alguns anos. Se você não quer se tornar intelectualmente pobre, precisa colocar seu cérebro para trabalhar. Em outras palavras, precisa investir em conhecimento. Adquira o hábito de investir Não ponha todos os ovos no mesmo cesto Não evite o risco, administre-o Compre na baixa, venda na alta Ajuste seus investimentos

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Educação no Brasil

Segunda-feira foi o dia nacional da alfabetização....
Educação no Brasil Espera-se que a educação no Brasil resolva, sozinha, os problemas sociais do país. No entanto, é preciso primeiro melhorar a formação dos docentes, visto que o desenvolvimento dos professores implica no desenvolvimento dos alunos e da escola, o que poderia resultar em dados positivos para a sociedade. Ao propor uma reflexão sobre a educação brasileira, vale lembrar que só em meados do século XX o processo de expansão da escolarização básica no país começou, e que o seu crescimento, em termos de rede pública de ensino, se deu no fim dos anos 1970 e início dos anos 1980. Com isso posto, podemos nos voltar aos dados nacionais: O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação). Professores recebem menos que o piso salarial (et. al., na mídia). Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”. Talvez o bom senso sugerisse pensarmos dessa forma. Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação. Logo, agora não mais pelo bom senso e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente. Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais. As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais. Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos. O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores. Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina. O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente. É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos. Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem. Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão. Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário. Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão. Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”. Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022. Eliane da Costa Bruini

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

15 de novembro

Você sabe o que aconteceu na manhã de 15 de novembro de 1889? A proclamação da República! Antes de conhecer a história da proclamação da República, vamos entender primeiro o que é República e Império. A República é um governo que procura atender aos interesses gerais de todo o cidadão. É o povo que elege o seu Chefe de Estado, que exercerá um mandato temporário. No Brasil, o atual Chefe de Estado é o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Brasil, antes de ser uma República, era um Império. O Brasil era governado por um imperador chamado Dom Pedro II. Ele teve o poder absoluto do governo durante 49 anos. Muitas pessoas apoiaram o fim do Império e o início da República. São elas: as pessoas que participaram das campanhas abolicionistas, fazendeiros e o exército. Quem começou de fato a conspirar para a derrubada da monarquia foi Benjamim Constant. Porém, quem proclamou a República e pôs fim ao império foi o Marechal Deodoro da Fonseca, figura de maior prestígio no exército. Convencido por Benjamim Constant, o Marechal Deodoro concordou com tal ato no dia 11 de novembro. Foi difícil convencê-lo, pois o Marechal era amigo de Dom Pedro II. Na manhã de 15 de novembro de 1889, Deodoro, à frente de um batalhão, marchou para o Ministério da Guerra, e declarou o fim do período imperial, e o início do período republicano. Dom Pedro II, o imperador da época, que estava em Petrópolis, retornou ao Rio. Ele pensava que o objetivo dos revolucionários era apenas substituir o Ministério. No dia seguinte, foi-lhe entregue um comunicado confirmando a proclamação e solicitando sua partida para o exterior. Entre 1889 e 1930 o governo foi uma democracia constitucional e a presidência alternava entre os estados dominantes da época: São Paulo e Minas Gerais. Então 15 de novembro...Um feriado nacional é um feriado regulamentado, decretado por um país para comemorar o próprio país. Geralmente, é o dia da independência, da assinatura da constituição ou outro evento significativo, embora nem sempre seja essa a regra. Em muitos casos, é o dia do santo padroeiro do país. Muitos países (como o Brasil, por exemplo), usam o termo "feriado nacional" para se referir a qualquer feriado decretado pelo governo federal, com vigência em todo o território nacional.

sábado, 12 de novembro de 2011

As crianças e o calor...

A exposição a períodos de calor intenso, durante vários dias consecutivos - ondas de calor - constitui uma agressão para o organismo, podendo conduzir ao agravamento de doenças crónicas e originar cãibras, desidratação, esgotamento, ou golpe de calor. O golpe de calor é uma situação muito grave que pode provocar danos irreversíveis, ou até a morte. As crianças nos primeiros anos de vida, os idosos e as pessoas com doenças crónicas são especialmente vulneráveis aos efeitos nocivos das ondas de calor. No quadro seguinte indica-se os grupos de pessoas mais vulneráveis ao calor. Crianças nos primeiros anos de vida Pessoas idosas Pessoas com doenças crónicas − cardiovasculares, respiratórias, renais, diabetes, alcoolismo, etc. Pessoas acamadas Pessoas que tomam medicamentos anti-hipertensores, anti-arrítmicos, diuréticos, anti-depressivos, neurolépticos, etc. Pessoas com problemas de saúde mental Pessoas obesas Trabalhadores manuais muito expostos ao calor Pessoas que vivem em casas com más condições Efeitos Graves do Calor Sobre a Saúde Quando a temperatura ambiente sobe, o organismo transpira para manter a sua temperatura dentro de parâmetros normais. Porém, se essa transpiração for excessiva o corpo pode desidratar; também pode acontecer que o mecanismo da sudação não provoque o desejável abaixamento da temperatura corporal. Neste caso, uma alta temperatura corporal e um grau excessivo de desidratação podem provocar danos irreversíveis no cérebro ou noutros órgãos, ou até conduzir à morte. Em situações de exposição intensa e continuada ao calor, podem ocorrer perturbações no organismo, nomeadamente cãibras, esgotamento pelo calor, e golpes de calor, situações que, pela sua gravidade, podem implicar o recurso a cuidados médicos de emergência. CÃIBRAS Embora de menor gravidade que as situações seguintes, podem necessitar de tratamento médico. As cãibras originadas pelo calor manifestam-se por espasmos musculares, em especial nas pernas e no abdómen, e são acompanhadas de forte transpiração. Geralmente aparecem em pessoas que transpiram muito com o exercício físico intenso, mas também podem surgir com o calor. As cãibras são mais perigosas nas pessoas com problemas cardíacos ou com dietas com pouco sal. o que fazer quando ocorrerem cãibras Parar o exercício Procurar um local fresco e calmo Beber sumos de fruta natural sem açúcar ou bebidas com minerais (bebidas dos desportistas) Procurar o médico se as cãibras não passarem ao fim de uma hora ESGOTAMENTO DEVIDO AO CALOR Esta situação é devida à perda excessiva de líquidos e sal através da transpiração. É uma situação grave em pessoas idosas e pessoas com hipertensão arterial. Os sinais e sintomas mais frequentes no esgotamento pelo calor são: forte transpiração, palidez, cãibras musculares, cansaço e fraqueza, dor de cabeça, náuseas (enjoos), vómitos, desmaio, pele fria e húmida, pulso fraco e rápido, e respiração rápida e superficial. o que fazer em caso de esgotamento pelo calor Se os sintomas forem graves, ou se a pessoa for hipertensa (com tensão arterial alta) ou tiver problemas de coração, deve procurar ajuda médica imediata Se os sintomas não forem graves, ou enquanto se aguarda a observação médica, deve-se colocar o doente num compartimento fresco, fazer hidratação (por exemplo, ingerindo água ou bebidas com minerais e sem açúcar) e promover o descanso Para evitar esta situação, as pessoas − sobretudo de forem crianças pequenas, doentes ou idosos − devem proteger-se da exposição solar e procurar locais frescos (por exemplo, com ar condicionado) durante o período de maior calor. GOLPE DE CALOR Os golpes de calor ocorrem quando o corpo não consegue controlar a sua própria temperatura. Os mecanismos da transpiração falham e a temperatura corporal sobe rapidamente, podendo atingir os 39ºC em 10-15 minutos. Esta situação pode causar a morte ou uma deficiência crónica de alguns aparelhos e sistemas se não for prestado tratamento atempado. Os sinais e sintomas mais frequentes são: pele vermelha, quente e seca, sem transpiração/suor, febre alta, pulso rápido e forte, dor de cabeça, tonturas, náuseas (enjoos), confusão mental e perda de consciência. o que fazer perante um golpe de calor Procurar um lugar fresco e baixar a temperatura corporal, por exemplo com banho de água fria ou tépida. Se houver contracções corporais involuntárias, não dar líquidos e procurar ajuda médica urgente (ligar 112). Recomendações para Prevenir os Efeitos do Calor Aumentar a ingestão de água, ou sumos de fruta natural sem açúcar, mesmo sem ter sede. As pessoas que sofrem de doença crónica, ou que façam dieta com pouco sal, ou com restrição de líquidos, devem aconselhar-se com o médico. Evitar bebidas alcoólicas, gaseificadas, com cafeína, ou ricas em açúcar, porque podem provocar desidratação. Ter atenção especial a recém-nascidos e crianças, idosos e doentes, porque são mais vulneráveis ao calor e podem não sentir ou não manifestar sede. Neste grupos deve-se promover/incentivar a ingestão de água, mesmo sem sede. Fazer refeições leves e mais frequentes, evitando refeições pesadas e muito condimentadas. Permanecer em ambiente fresco, ou com ar condicionado, para evitar as consequências nefastas do calor, particularmente no caso de crianças, idosos ou pessoas com doenças crónicas. Se não dispuserem de ambientes frescos ou climatizados, as pessoas mais vulneráveis devem visitar centros comerciais, cinemas, museus ou outros locais que disponham de ar condicionado. Deve evitar-se as mudanças bruscas de temperatura. Tomar duche de água fria ou tépida no período de maior calor, evitando contudo as mudanças bruscas de temperatura − um duche muito frio após exposição prolongada a calor intenso pode causar hipotermia, sobretudo em idosos e crianças. Evitar a exposição directa ao sol, principalmente entre as 11 e as 16 horas. Sempre que houver exposição solar deve-se usar um protector solar, com um índice de protecção igual ou superior a 15 nos adultos, ou igual ou superior a 20 em crianças e pessoas de pele clara e sensível. Usar óculos e chapéu, de preferência de abas largas, sempre que se passear ao ar livre, principalmente crianças e pessoas de pele clara. Evitar a permanência em viaturas expostas ao sol, principalmente nos períodos de maior calor. Se a viatura não tiver ar condicionado, não se deve fechar completamente as janelas. Nas viagens deve-se prever o suprimento adequado de água ou bebidas sem açúcar. Preferir as viagens após o ocaso. Nunca deixar crianças, doentes ou idosos dentro de veículos expostos ao sol. Diminuir, sempre que possível, os esforços físicos durante os períodos de calor, e repousar em locais protegidos do sol, frescos, arejados. Usar roupa larga e solta, de preferência em algodão e com cores claras. Usar menos roupa na cama, sobretudo no caso de bebés e doentes acamados. Evitar a entrada de calor no interior das habitações, fechando persianas e portadas, mas mantendo a circulação de ar. A abertura de janelas e portas durante a noite pode facilitar a diminuição da temperatura no interior das casas. Pedir ajuda, sem hesitar, a familiares ou vizinhos, no caso de má disposição ou mal estar com o calor. Ajudar, em caso de necessidade, pessoas isoladas, idosas, frágeis ou com dependência. Idosos e bebés não devem ir à praia nos dias de grande calor. As radiações solares podem provocar queimaduras da pele, mesmo sob a protecção de um chapéu de sol. A água do mar reflecte os raios solares e não evita as queimaduras solares das zonas expostas. As queimaduras solares diminuem a capacidade da pele para arrefecer. Evitar actividades que exijam esforço físico.

domingo, 6 de novembro de 2011

A agressividade no jogo da conqusta

Se observarmos a correlação entreinstinto sexual e agressividade, veremos que, muito freqüentemente, os dois andam juntos. Em geral, homossexuais masculinos se relacionam bem com mulheres – a quem não desejam – e manifestam hostilidade em relação a outros homens, por quem foram eventualmente humilhados. No sadomasoquismo, é a dor que determina a excitação. Em doses pequenas, todos nós nos excitamos com um ingrediente mais agressivo na intimidade sexual com quem amamos. Ao refletir sobre as dificuldades de algumas pessoas para o jogo da conquista, percebi que, nele, a agressividade também aparece com força. Na hora de conquistar alguém, os menos agressivos tendem a ser mais tímidos e pouco espontâneos. O mesmo raciocínio vale para o inverso: os homens e as mulheres mais hábeis na paquera não apresentam tanto medo de magoar nem de ser magoados. Convivem de maneira mais natural com a violência própria de quem se sente eroticamente atraído – ao menos na fase inicial. Não temos consciência dessa relação entre sexo e agressividade. Afinal, nos ensinam que o fenômeno amoroso se exerce por meio de sexo. Se isso fosse verdade, não existiriam as tradicionais cantadas em que os homens se dizem apaixonados apenas por ser esse o caminho mais curto para levar as mulheres para a cama. Depois, numa demonstração de agressividade, as desprezam e rejeitam. Os sedutores mais competentes são os que mais sentem raiva do sexo feminino. Há vinte anos aponto a inveja que os homens têm das mulheres. Sentem por elas um forte desejo sexual desencadeado pelo estímulo visual. Interpretam a falta de reciprocidade como rejeição e, inconscientemente, odeiam as mulheres por isso. Como vingança, procuram depreciá-las. Frases do tipo “mulher é burra mesmo” e inúmeras outras ofensas, usadas no trânsito ou como ingredientes de piadas, foram criadas por homens e expressam todo o seu recalque. Esse sentimento de hostilidade, embora não seja o único, é o grande responsável pelo comportamento machista. Mas as mulheres não devem ser vistas como vítimas. Na infância, muitas meninas se frustram diante dos privilégios que a sociedade reserva aos meninos. Revoltadas com sua condição, usam o poder sensual com intuito agressivo ao se tornarem adolescentes. Adoram perceber o efeito que causam nos rapazes ao desfilar com roupas provocantes. Sentem um gosto de vitória, de retaliação, por despertar neles um desejo tão forte. Provocam nem sempre porque estão interessadas na abordagem, mas porque desejam humilhar, vingar-se da condição de inferioridade vivida na infância. Atingem o alvo com grande facilidade, pois os homens se sentem deprimidos quando são rejeitados por tais beldades. E ficam mais agressivos ainda. É por esse caminho que se estabelece um dramático círculo vicioso – a guerra entre os sexos, onde todos saem perdendo. Nada é mais urgente do que encontrar o caminho que poderá ajudar a desconectar a antiga e maléfica aliança entre o sexo e a agressividade humana.

sábado, 5 de novembro de 2011

O que gosto

Eu sou uma contadora de histórias... Gosto de me aventurar no universo das palavras, gosto de vê-las clamando por minhas mãos, desejosas de sairem da condição de silêncio. Escrever é uma forma de desvendar o mundo.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Para Tacía de Roberto Schinyashiki

Olá, Tacía "Você já reparou que tem gente que quer ter nota 10 em todas as áreas da vida? Sabe qual o resultado disso? Uma estafa ou, pior ainda, o psiquiatra! Procure sempre aprimorar suas ações, mas não gaste sua energia querendo mostrar que é maravilhoso e sensacional todo o tempo. Certamente você é muito mais sensacional quando se permite ser simplesmente você. Sem querer impressionar ninguém, muito menos querendo mostrar o que não é... Com todo o carinho do meu coração, digo a você: da mesma maneira que é importante tirar de suas costas o peso de ser algo que você não é, também é fundamental tirar esse peso dos ombros de quem está a seu lado. Sua mulher não precisa possuir todas as virtudes, e sim gostar de dividir a vida com você. Seu filho não precisa ser um gênio, e sim ser curioso por aprender. Seus amigos não precisam parecer disponíveis o tempo todo, e sim ser solidários quando você realmente precisa do apoio deles. É muito fácil entrar nesse mundo de fantasia e se auto-enganar. O fato é que mesmo a pessoa mais bem-sucedida que você encontrar na vida ainda estará em processo de crescimento. Ainda está aqui com a gente, neste planeta, para aprender a ser uma pessoa melhor. Não uma pessoa perfeita, mas uma pessoa mais humana. Mais compreensiva consigo mesma e com os outros. Ou seja, uma pessoa mais simples e em paz...”

7 dicas para ter esperança

1. Se as coisas não vão bem, agrade a você mesmo. Ligue para um amigo, ouça uma boa música, leia um bom livro. Coisas ruins acontecem com todos. Veja o lado bom das coisas, e aprenda com elas. 2. Não fique se fazendo de vítima. Para alguns, quebrar uma unha é uma catástrofe. Outros, quando quebram uma perna, já pedem muletas para sair andando. 3. Aprenda a rir. A risada é um tônico poderoso que faz o hoje melhor, e aumenta a esperança. Aprenda a rir de suas gafes. A vida vai ficar mais divertida e leve. 4. Empreste esperança dos outros. Se você está mal, converse com um amigo que já passou por uma situação como a sua. Com certeza ele vai entender e mostrar que existem outras soluções. 5. Responsabilize-se por sua vida. A felicidade depende do que você faz com você mesmo. Não dependa dos outros para ser feliz. 6. Não entre em pânico quando a situação parecer sem esperança. Não é fácil relaxar durante as crises, mas se você conseguir manter a calma poderá ver outros ângulos do problema, e até aceitar ajuda. 7. Aprenda a sonhar. É uma ferramenta importante que nos permite antecipar situações e pensar em como lidar com elas. No entanto, nunca esqueça que existe uma saída certa para todas as crises: Jesus Cristo.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Aprendizagem significativa

Aprendizagem significativa é o conceito central da teoria da aprendizagem de David Ausubel. Segundo Marco Antônio Moreira "a aprendizagem significativa é um processo por meio do qual uma nova informação relaciona-se, de maneira substantiva (não-literal) e não-arbitrária, a um aspecto relevante da estrutura de conhecimento do indivíduo". Em outras palavras, os novos conhecimentos que se adquirem relacionam-se com o conhecimento prévio que o aluno possui. Ausubel define este conhecimento prévio como "conceito subsunçor" ou simplesmente "subsunçor". Os subsunçores são estruturas de conhecimento específicos que podem ser mais ou menos abrangentes de acordo com a freqüência com que ocorre aprendizagem significativa em conjunto com um dado subsunçor. Subsunçores A aprendizagem significativa ocorre quando a nova informação ancora-se em conceitos relevantes (subsunçores) preexistentes na estrutura cognitiva do aprendiz. Ausubel define estruturas cognitivas como estruturas hierarquicas de conceitos que são representações de experiências sensoriais do indivíduo. A ocorrência da aprendizagem significativa implica o crescimento e modificação do conceito subsunçor. A partir de um conceito geral (já incorporado pelo aluno) o conhecimento pode ser construído de modo a liga-lo com novos conceitos facilitando a compreensão das novas informações o que dá significado real ao conhecimento adquirido. As idéias novas só podem ser aprendidas e retidas de maneira útil caso se refiram a conceitos e proposições já disponíveis, que proporcionam as âncoras conceituais.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Aprendizagem lenta

As Escolas nos últimos anos têm apresentado uma percentagem muito alta de crianças com idade acima do normal para a série que frequentam com habilidades limitadas onde constantemente são vencidos pelos colegas “mais bem dotados” nas situações competitivas comuns da vida escolar. Com isso tornam-se agressivos ou em algumas vezes tímidos e acovardados, desencorajados, com falta de iniciativa, ausência de originalidade, sem espírito de colaboração e sem sentimento de grupo. Estas características têm levado muitos professores a ter consciência do problema, mas não sabem como intervir e apenas toleram esse grupo em sala de aula, fazendo a passagem de turma de forma negativa e convencendo-as de seu fracasso e de seu pouco valor. Como Psicopedagoga, considero que os estudantes não podem ser rotulados e divididos em grupos de “lentos”, “médios”, “fortes”. Todos nós temos características próprias que nos difere dos demais, mas beleza e inteligência não são propriedades exclusivas de um grupo, assim como feiúra, estupidez e desonestidade não são de outro. Há um pouco de beleza no pior e de feiúra no melhor de cada um. A Aprendizagem lenta é a capacidade de um indivíduo aprender. Não podemos afirmar que com o tempo o aluno lento alcançará os demais. Se a sua lentidão for devido a impedimento natural na maioria das vezes não alcançará os demais, mas conseguirá superar suas dificuldades e ser brilhantes em certas áreas como adaptação social, o gosto artístico, a habilidade mecânica que também são de responsabilidade da escola assim como a leitura e a Matemática. A imagem adequada de um aluno lento não pode ser determinada pela comparação feita com outras crianças da mesma idade em qualquer estágio do seu desenvolvimento. É preciso conhecer as características físicas. Normalmente comparando-se idade com idade do aluno de aprendizagem lenta com as crianças “ditas normais” elas são menos desenvolvidas, um pouco menores, mais leves, mas não é motivo para causar preocupação ou exigir tratamento “especial” ao lado de crianças com deficiências. Segundo Burt (Teoria da Inteligência 1962) “o aluno lento parece ser uma criança que está sofrendo ou sofreu, durante sua vida pré-escolar, não só de um só mal bem definido, mas de uma pluralidade de pequenos males, que trabalharam em conjunto para manifestarem e manterem um estado geral mais fraco em relação à vitalidade física”. Este estado chamado de “debilidade geral” é parcialmente devido a condições pré-natais e de ambiente – má alimentação nos primeiros anos, infecções, falta de alimentação e sono adequados, preocupações e fadigas excessivas pelos incontáveis males que impedem seu crescimento sabotando sua energia. Isso tudo num ambiente insalubre e anti-higiênico. Elas ainda apresentam dificuldades de audição e visão que deve ser corrigida, pois qualquer dificuldade de ordem física que for superada trará grande contribuição para o conforto e a melhoria do processo ensino-aprendizagem. Cuidado professor para não rotular os alunos lentos de preguiçosos e desatentos. As crianças lentas têm um limite de alcance da atenção mais curto, mas isso não é sua principal característica. A cura para a desatenção e para a preguiça não se consegue com atividades sem significados e críticas, mas dando-se maior significação e finalidade às disciplinas e atividades, sempre com uso de material concreto e aquela chegada de pelo menos 10 minutos diários em sua carteira.

sábado, 29 de outubro de 2011

Esclarecimento sobre "deficiências":

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino. "Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui. "Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores. "Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês. "Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia (teatro) "Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. "Diabético" é quem não consegue ser doce. "Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois "Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus. Mário Quintana

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Depressão, o carcere da alma

A depressão foi definida por Andrew Solomon como um parasita que suga a seiva da nossa vida. É como engolir seu próprio funeral e vestir-se de uma roupa de madeira. A depressão é o cárcere da alma, a masmorra das emoções, o cativeiro que priva milhões de pessoas de nutrirem na alma, a esperança do amanhã. A depressão é classificada como uma doença e, essa doença, que possui múltiplas causas, atinge ricos e pobres, jovens e velhos, doutores e analfabetos, religiosos e ateus. A depressão é uma doença que provoca muitas outras. Se não tratada convenientemente pode desembocar em tragédias irremediáveis. A depressão é a principal causa do suicídio no mundo. Se há várias causas que provocam a depressão, também há vários sintomas que a revelam. O primeiro sintoma é que a pessoa deprimida é tomada por uma desesperança crônica e passa a enxergar a vida pelas lentes escuras do pessimismo. Não vê uma luz no fim do túnel nem janelas de escape. O segundo sintoma é olhar para a vida pelas lentes do retrovisor. Uma pessoa deprimida sente uma saudade mórbida dos bons tempos que se foram e se desespera diante das incertezas do seu futuro. Sente-se num calabouço existencial e sem ânimo e forças para sair desse cárcere da alma. Nessa saga cheia de pavores, flerta com a própria morte. Não que seu desejo seja de fato morrer, mas é que sente uma dor tão profunda na alma que o único alívio que consegue vislumbrar é o alívio da morte. Não podemos subestimar esses presságios que rondam a alma de uma pessoa depressiva. Isso é uma espécie de alarme, uma trombeta que precisa de encontrar ouvidos sensíveis. É por essa razão, que o terceiro sintoma de uma pessoa deprimida é um completo desânimo quanto ao futuro. É o desejo de fechar as cortinas da vida e colocar um ponto final na existência. Como devemos lidar com a depressão? Como ajudar uma pessoa deprimida? Primeiro, precisamos orar por ela e com ela. Depois, precisamos cientificar-nos se essa pessoa está recebendo o tratamento médico adequado para a sua doença. Ainda, precisamos estar perto dela, oferecendo-lhe um ombro amigo, um ouvido atento e um coração generoso. Em síntese, trata-se da depressão com remédio, terapia e fé.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Amor, Desejo de Completitude

Nunca me canso de refletir sobre a idéia bíblica de que o início da vida ocorreu no paraíso, onde nada faltava. Logo depois, independentemente das razões, vem a expulsão desse lugar e o início de nossas dores. O que mais me impressiona é que coisas acontecem dessa forma mesmo: estávamos no útero, protegidos, alimentados e livres de todas as dificuldades. Assim se forma o nosso cérebro, cujo primeiro registro é o do delicioso equilíbrio e paz. De repente, vem a ruptura da bolsa e o início das dores do parto. A expulsão se dá e, a partir daí, temos frio, fome, sede, dores e a sensação de abandono e falta de proteção. Ou seja, nascer significa uma transição dolorosa: passamos de uma situação satisfatória para outra pior. Se o primeiro registro cerebral é, como disse, o de paz e harmonia; o segundo corresponde à inesperada ruptura do equilíbrio, que provoca uma experiência traumática. Estou usando o conceito de trauma no seu sentido correto: a experiência marca e deixa cicatrizes que irão influir definitivamente sobre o nosso destino e sobre a evolução da nossa subjetividade. Do nascer sobra a cicatriz física, que é o umbigo. Resta também uma cicatriz psicológica que corresponde, entre outras coisas, a uma nostalgia da condição anterior. Parece que essa sensação nos acompanha ao longo de toda a vida. Sentimos sempre que algo está nos faltando; que estamos, de certo modo, incompletos. Por mais agradável que esteja a vida, há sempre uma lembrança da perfeição perdida, que nos provoca um gosto amargo e uma certa insatisfação. A lembrança do útero, do paraíso, nos persegue e é capaz de tirar parte do prazer que porventura estejamos sentido. Ficamos, pois, definitivamente comprometidos com essa sensação de algo incompleto. Parece que temos um permanente "buraco" na boca do estômago. Essa impressão – universal – é, provavelmente, responsável pelo sentimento de inferioridade presente em todos nós. Nós a percebemos, mas não imaginamos que outros a sintam; assim, julgamo-nos inferiores. Várias são as conseqüências de a vida ter se iniciado dessa forma. A mais marcante talvez seja a que diz a respeito ao fenômeno amor. A dramática sensação de desamparo que vivenciamos ao nascer se atenua quando nos reaproximamos fisicamente de nossas mães, sobretudo na hora da amamentação. Aprendemos que o "buraco" fica menor com a sua presença física, com sua proteção concreta e também com o aconchego abstrato que ela nos faz sentir. É no colo dela que experimentamos a sensação mais parecida com a do paraíso uterino definitivamente perdido. Buscamos ficar próximos de nossa mãe porque ela nos traz de volta a paz e a harmonia que um dia sentimos como permanentes. Só que agora isso se alterna com períodos de dor, desespero e angústia. Não há como estarmos sempre no colo da mãe, aconchegados por sua presença protetora. Se definirmos o amor como o desejo de reencontrar o que foi perdido com o nascimento, por meio da aproximação física (e depois espiritual) com outro ser humano – que nos dá a sensação de completitude que não temos quando estamos sós –, compreenderemos que nosso primeiro objeto de amor é a mãe. Descobriremos também que todos os posteriores são substitutos desse original. Como o desejo de nos completarmos nos persegue ao longo de toda a vida, podemos dizer que o amor é um dos desdobramentos fundamentais do trauma do nascimento. Se nascer não fosse uma transição para o pior, para a dor, com certeza não existiria o amor; ao menos como nós o conhecemos

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Liderança

As pessoas fazem aquilo que as pessoas vêem. John Maxwell Os maiores líderes são aqueles que lideram não pelas suas palavras e idéias; os maiores líderes são aqueles que lideram principalmente pelos seus exemplos. A mais eficiente forma de liderança é nascida de uma sincera e comprovada habilidade de fazer uma positiva contribuição. Aqueles que melhor lideram são os que não tem a liderança como seu foco e alvo principal. Aqueles que melhor lideram são os que inspiram outros a abraçar valores positivos e prioridades pelas quais eles já estão vivendo. Verdadeira liderança não vem de um título ou uma posição, mas de participação e eficiência. Aqueles que estão dispostos e capazes de fazer as coisas acontecerem são os mais capacitados para liderar. Para ser um líder você tem que ser um exemplo reluzente. Liderança – no seu melhor – alarga e duplica os esforços do líder. Faça esses esforços o melhor que possa e eles lhe trarão os retornos numa verdadeira e eficiente liderança. Nélio DaSilva

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Ciclos

Ciclos vão e vem... Deixar pelo caminho faz parte... para iniciar novo ciclo!

domingo, 23 de outubro de 2011

Ser feliz e mais nada

Ser feliz e mais nada Sanráh Ser todo dia cada vez mais Esse é o momento de refletir De ter mais fé pra construir O monumento da felicidade Ser condutor da harmonia Nessa canção poder levar A poesia que me faz Ser instrumento de pa - a a az Com amor,ser feliz e mais nada ser feliz e mais nada O que mais posso esperar Graças a Deus posso sonhar O mundo bom você quem faz Quebre a rotina seja bem mais Faça teu lance acontecer Deixa fluir o teu prazer O equilíbrio da razão Sinta pulsar o coração Com amor,ser feliz e mais nada

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Você está preparado para deixar tudo para trás?

Você está disposto a deixar tudo o que acredita para trás? De maneira a poder adquirir a felicidade que realmente está disponível a você. Você está disposto a deixar tudo aquilo que pensa sobre você mesmo, sua auto imagem, sua história, seu passado? Para encontrar a verdadeiro realização pessoal. Você saberia ser alguém diferente? Mesmo tendo o mesmo nome, poder agir sobre o mundo, dizendo SIM e dizendo NÃO quando sua consciência interior assim apontar. Você prefere o que tem, ou tudo que lhe está disponível? Muitos preferem o conforto daquilo que lhes é conhecido à aventura de pisar no novo. Viver é um grande risco para aqueles que estão realmente vivos. Aos outros apenas meia vida, vagam pelos dias, sem saber realmente quem são, ou porque estão. Se limitam aos prazeres do corpo, mas esquecem-se dos prazeres da alma. São esses que mais temem morrer, porque no fundo jamais viveram. No íntimo sentem que perderam seu tempo; nosso bem mais precioso, nossa derradeira riqueza. Apenas o tempo

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

As 5 linguagens do amor

Você já teve discussões com seu namorado (a) ou esposo (a) porque não sabia a linguagem de amor dele (a)? A linguagem de vocês pode ser diferente! Por isso, assim como em um idioma, é preciso dedicação e treino para aprender! Às vezes você “falará com sotaque” e a pessoa vai perceber, mas isso fará com que ela note que você está se esforçando para mostrar seu amor. Com treino, você se tornará fluente! De acordo com a psicologia, as cinco linguagens do amor são: toque físico, palavras de afirmação, tempo de qualidade, atos de serviço e presentes. Veja as características de cada linguagem de amor, descubra a sua e aprenda a conviver melhor com seu companheiro (a). TOQUE FÍSICO O toque físico é uma das formas mais fáceis de perceber o amor. Você abraça quem é importante para você? Gosta de andar de mãos dadas com aqueles que você ama? Fica feliz ao receber um carinho na cabeça, nos cabelos ou nas mãos? Geralmente, esta é uma das primeiras formas de comunicar amor que aprendemos. Você já reparou que as crianças amam dar beijos e abraços? Ao fazer isso elas estão dizendo que amam, mesmo sem falar nenhuma palavra. Se você respondeu sim às perguntas acima, provavelmente esta é a sua primeira linguagem: a forma como você demonstra que ama e como gosta que as pessoas demonstrem que te amam. Pare e pense: você conhece alguém que sempre procura te abraçar, que conversa encostando, tocando em você? Se a resposta é sim, provavelmente esta é a forma que essa pessoa está dizendo que você é importante para ela, mesmo que ela nunca use as palavras para isso. TEMPO DE QUALIDADE O tempo de qualidade significa o tempo que você dedica exclusivamente a alguém, sem ter outras distrações por perto. Por exemplo, o tempo que vocês se dedicam à conversa, a assistir um filme juntos, a ver fotografias, a tomar um lanche, etc. Se você se sente importante, amado (a), quando alguém abre mão de fazer outra coisa simplesmente para passar tempo com você, provavelmente essa é a sua primeira linguagem. Ao mesmo tempo, se alguém exige sempre a sua presença, e de forma até exclusiva, essa é a principal forma que essa pessoa encontrou para dizer que te ama. Na Bíblia podemos achar um exemplo de alguém que tinha essa como primeira linguagem. Maria, irmã de Madalena, amava ficar aos pés de Jesus. O prazer dela estava em simplesmente ficar ali. Era dessa forma que ela dizia ao Mestre que o amava. ATOS DE SERVIÇO Sabe aquela pessoa que se empenham em fazer tudo para agradar? Que chega a sua casa e lava a louça, se alegra em ajudar a arrumar o armário e sempre está pronta a oferecer aquela mãozinha? Essa pessoa têm como primeira linguagem de amor atos de serviço. Ou seja, para ela, o amor está relacionado ao fazer. Há um bom exemplo sobre isso na Bíblia. Você se lembra de Marta, irmã de Maria e Lázaro? Ao saber que Jesus se aproximava, ela sempre se preparava para servi-lo. Fazia comida, organizava a casa e estava sempre envolvida com alguma atividade. Essa é uma linguagem muito bonita, porém é preciso compreender que as pessoas devem amar e ser amadas não pelo que elas fazem, mas sim por quem elas são. PALAVRAS DE AFIRMAÇÃO Muitas pessoas precisam ouvir que são importantes, que são lindas, que são inteligentes, que são competentes e divertidas. Isso significa palavras de afirmação, ou seja, a manifestação verbal de sentimentos. Da mesma forma, existem pessoas que sentem a necessidade de dizer sempre o quanto amam seus amigos, o quanto eles são importantes, o quanto são legais. Ao fazer isso, está se demonstrando que palavras de afirmação é a forma de comunicar seu amor. E existem pessoas que precisam dessas palavras para se sentir importantes. Para elas não basta alguém passar tempo, dar presentes ou abraços, elas precisam ouvir o que os outros pensam. Se este é o seu caso, palavras de afirmação provavelmente é a sua primeira linguagem. PRESENTES Quem gosta de ganhar presentes? Todo mundo. Quem gosta de dar presentes? Nem todos. Presentes é uma linguagem peculiar e não está necessariamente ligada ao valor. Por exemplo, muitas crianças fazem desenhos lindos para os pais, irmãos e tios. Para elas, esses papéis coloridos são preciosos presentes, uma forma de dizer que amam e se importam. Muitas meninas adoram gastar tempo pensando em coisas criativas para presentear: surpresas, cartazes, fotografias, entre outras coisas. Se você é do tipo que sempre que viaja pensa em trazer lembranças para seus amigos, que nunca se esquece de comprar um presente nos aniversários, e que até mesmo se desaponta quando as pessoas se esquecem de te presentear, provavelmente esta é a sua linguagem. Conseguiu identificar a sua principal linguagem? Conseguiu identificar à das pessoas que moram com você? Aprender a se conhecer e conhecer as pessoas é muito importante. É importante também você comunicar às pessoas como você gostaria de ser amado, qual é a sua primeira linguagem, aquilo que o faz se sentir único. Para isso é importante desenvolver também a comunicação com as pessoas com quem você se relaciona. Pense nisso e comece hoje mesmo a amar seus familiares e amigos da forma como eles se sentem amados! Aquí estão três sugestões para você descobrir sua linguagem do amor: 1. O que seu namorado(a) ou esposo (a) faz, ou deixa de realizar, que mais te magoa? O oposto a isso é, provavelmente, sua linguagem do amor. 2. O que você mais solicita dele(a)? Aquilo que mais requisita dele(a), é provavelmente o que faz você se sentir mais amado (a). 3. Qual é a forma mais frequente de você expressar amor a seu parceiro? Essa pode ser uma indicação de que através da mesma, você também se sentiria amado. Faça um “ranking” das linguagens. É possível que você tenha mais de uma. Fonte: Não Morda a Maçã.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Você pode

Acredito que toda boa idéia precisa ser leada em frente e divulgada....
NOVO SEGURO ITAÚ VIDA TERÁ CAMPANHA DA DM9 ________________________________________ Você não pode impedir que ela tenha medo do escuro. Você não pode impedir que ela caia da bicicleta. Você não pode impedir que ela tenha espinhas. Você não pode impedir que ela vá mal na escola. Você não pode impedir que ela não saiba que faculdade escolher. Você não pode impedir que ela chore por amor. Você não pode impedir que ela fique sem seu colo um dia. Mas você pode garantir que ela passe por tudo com mais segurança. Esse é o texto do anúncio Colo, da campanha para divulgar o novo Seguro Itaú Vida, criada pela DM9DDB. A peça faz parte de uma estratégia de comunicação que ainda contempla mais dois anúncios impressos, Dupla Dinâmica e Casamento, que começaram a ser veiculados no dia 3 de outubro. Usando um tom acolhedor e emocional, a campanha tem o objetivo de fazer com que o cliente perceba que há muitas coisas que não é possível evitar, mas que quando se tem um seguro de vida, é possível passar por tudo com muito mais tranqüilidade. Simplesmente PARABÉNS

sábado, 15 de outubro de 2011

"Quem tem tesouros, não os exibe" - Reflexões sobre a inveja

Primeiramente, quero dizer que a inveja é um sentimento humano. Um sentimento negativo, nada nobre, mas, humano. Chega de querermos achar que só as pessoas más tem inveja. Uma vez que aceitemos a inveja como um sentimento, digamos, "natural", qualquer um de nós, bom ou mal, em algum grau é passível de sentir ou ser objeto de inveja. É preciso aceitar e desmistificar esse fenômeno interpessoal. Precisamos reconhecer a inveja como uma ocorrência própria das relações humanas - quaisquer que sejam elas - aprendendo a lidar com a mesma. Quanto mais negada, mais a ela atua destrutivamente. Na dinâmica da inveja, observamos que as pessoas ditas "invejosas" querem algo que até poderiam ter, se se empenhassem nisto. Porém, o elemento complicador está no fato de que elas querem obter determinados resultados sem fazer o esforço devido. Sem entenderem, por exemplo, que em inúmeros desafios "para ter sucesso tem que ser metódico/a", renuciando a outras escolhas e mantendo o foco. Muitas pessoas desejam colher grandes frutos, sem antes: fortalecerem sua fé, buscarem uma luz para guiar o seu caminho, acordarem cedo, limparem o terreno do plantio, ararem a terra, selecionarem as sementes, renunciarem a aquilo que desvia o foco e o propósito de seus objetivos, serem metódicos/as ao cuidar da plantação, colocarem os adubos necessários, aguarem regularmente a terra, se submeterem às podas necessárias e terem a paciência de não arrancar os brotos novos, aguardando que eles cresçam no seu devido tempo até que chegue o momento da colheita. Acreditando que a natureza sempre faz a parte dela, desde que não a atrapalhemos com nosso ego cheio de vontades e impulsos contrários. Mas, muita gente insiste em querer colher o que não plantou e ainda se dá o direito de invejar o alheio. Por vezes, essas pessoas querem pular etapas do caminho do sucesso "facilitando-o". Não percebem que pular etapas - seja na área que for - poderá ter um efeito adverso sobre a vitória que buscam, deixando ainda para trás, resíduos de sofrimento e contas atrasadas com a vida. Alice Miller diz que: "...no fundo, o saudável é invejado...".* Creio que o saudável seja invejado porque cumpriu o processo que leva ao amadurecimento natural dos frutos. E, então, sabe-se que são frutos saudáveis e que fazem bem a quem deles usufrui. Mas...a inveja não se dá sobre o processo, ela se dá tão somente sobre o que dele floresce e frutifica. Ninguém sente inveja das dificuldades que a pessoa passou, dos tombos que levou e nem, principalmente, de como se levantou perseverante na direção do seus propósitos, muitas vezes, com o joelho ralado e a alma ferida. Disso ninguém tem inveja. A inveja incide somente sobre o momento da colheita. Desta forma, vê-se que a inveja está por aí e não manda aviso quando quer se manifestar. Portanto, quanto mais conscientes estivermos de que a qualquer momento podemos sentir ou sermos objeto de inveja, melhor preparados estaremos para lidar com este fenômeno interpessoal e menores tendem a ser os seus efeitos nocivos: para nós e/ou para os outros. Trabalhar com a inveja implica numa consciência clara a respeito das mazelas humanas: das maldades, das rivalidades, da preguiça, do conformismo, da falta de iniciativa, da cobiça, das tentações. É preciso perceber o mal para combatê-lo. Uma boa maneira de trabalharmos com a nossa própria inveja é aceitá-la e transformá-la em admiração pela caminhada do outro. É algo como transformar energia destrutiva em energia construtiva, evolutiva. Entretanto, trabalharmos com a inveja do outro/a requer mais...muito mais. Primeiramente, precisamos fortalecer a nossa Fé. Depois, sermos insistentes no Bem, e então, construirmos boas "defesas sociais", edificando aquilo que chamo de "boa imunidade espiritual, psicológica, física e social". Desse modo, se pudermos entender que a inveja é parte das relações humanas e que pode estar em qualquer um e em qualquer lugar, então, precisaremos estar atentos para não nos oferecermos como alvo fácil para a sua maléfica descarga. Não temos como controlar a inveja dos outros - até porque, nem sempre ela é voluntária ou consciente - mas, podemos nos proteger adequadamente contra ela. Uma dica prática para esta proteção em nosso dia-a-dia é sermos discretos e reservados/as para com aquilo que é importante para nós, no estilo: "Quem tem tesouros, não os exibe!". Autoria/Fonte: Ferreira, Valéria Giglio - Blog AMAR- EDUCAÇÃO CONJUGAL E FAMILIAR

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Para ser professor

Para ser professor Para ser professor, não basta ingressar num Curso de Formação e receber um diploma... Para ser professor, não basta adquirir conhecimentos, observar, participar e dar aulas práticas... Para ser professor, é preciso muito mais que isso... ...É preciso trazer dentro de si o ideal de educador... ...É preciso ter consciência da responsabilidade que lhe cabe em orientar as crianças... ...É preciso demonstrar equilíbrio em palavras e ações principalmente no trato com os alunos... ...E preciso compreender a si mesmo para poder compreender as crianças... ...É preciso atualizar-se sempre, e sempre... ...É preciso parar e refletir se de fato escolheu a profissão que desejava... ...É preciso esforçar-se por tornar a escola em algo de valor e de grande significado para o aluno... ...É preciso estar sempre fazendo uma autocrítica, uma auto-avaliação do seu despenho com educador... ...É preciso ser capaz de dar algo de si em troca da grande satisfação de contribuir para o progresso de outrem... ...É preciso crer naquilo que faz... ...É preciso saber enfrentar com coragem e otimismo os reveses que sua profissão poderá lhe trazer... ...É preciso ser como a rosa, que apesar dos espinhos no caule que lhe sustenta, não deixa de espalhar perfumes e transmitir alegrias ao seu redor...

As Várias Faces da Mentira

Flávio Gikovate - Julho/2000 Há um momento na vida em que, graças ao domínio de mecanismos sofisticados da inteligência, aprendemos a mentir. Mentimos jogando com as palavras, contendo gestos, assumindo posturas convenientes – e das quais discordamos – para aliviar tensões. Tentamos esconder aquele traço da nossa personalidade que não nos agrada assumindo uma maneira de ser mais apropriada. São tantas as possibilidades de escamotear a verdade que o mais prudente seria olhar o ser humano com total desconfiança – pelo menos até prova em contrário. Ainda que sentir medo e insegurança faça parte da natureza humana, fingimos que tudo está sob controle e que nada nos abala para ocultar nossa fragilidade. Acreditando no que vêem, os outros passam a se comportar como se também não sentissem medo. Mentem para não parecer frágeis e inferiores diante daqueles que julgam fortes. Nesse teatro diário, alimentamos o círculo vicioso da dissimulação. Minto para impressionar você, que me impressionou muito com aquele jeito fingido de ser – mas que me pareceu genuíno. Não seria mais fácil se todos admitíssemos que não somos super-heróis e que não há nada que nos proteja das incertezas do futuro? Em geral, quem não aceita o próprio corpo evita praias e piscinas. Diz que não gosta de sol, quando, na verdade, não tem estrutura para mostrar publicamente aquilo (a gordura, a magreza ou qualquer outra imperfeição) que abomina. É o mesmo mecanismo usado pelos tímidos, que não se entusiasmam muito por festas e locais públicos. Em casa, não precisam expor sua dificuldade de se relacionar com desconhecidos. Temos muito medo de nos sentir envergonhados, de ser alvo de ironias que ferem nossa vaidade. É para não correr esse risco que muita gente muda de cidade depois de um abalo financeiro. Melhor ser pobre e falido (e encontrar a paz necessária para reconstruir a vida) onde ninguém nos conheceu ricos e bem-sucedidos! Até aqui me referi às posturas de natureza defensiva, que servem de armadura contra o deboche, as críticas e o julgamento alheio. Há, no entanto, um tipo perverso de falsidade: a premeditada. Pessoas dispostas a se dar bem costumam vender uma imagem construída sob medida para tirar vantagem. Um homem extrovertido e aparentemente seguro, independente e forte pode ter criado esse estereótipo apenas para cativar uma parceira romântica. Depois de conquistá-la, revela-se inseguro, dependente e egoísta. Mulheres sensuais podem se comportar de maneira provocante para despertar o desejo masculino – e sentir-se superiores aos homens. Vendem uma promessa de intimidade física alucinante que raramente cumprem, pois são, em geral, as mais reprimidas sexualmente. O apelo erótico funciona como atalho para os objetivos de ordem material que pretendem alcançar. Não há como deixar de apontar a superioridade moral daqueles que mentem por fraquezas quando comparados aos que obtêm vantagens com sua falsidade. O primeiro grupo poderia se distanciar ainda mais do segundo se acordasse para uma verdade óbvia e fácil de enfrentar. Aquele que me intimida é tão falível e frágil quanto eu. E – nunca é demais lembrar –, para ele, eu sou o outro que tanto lhe mete medo.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Estacas mentais

Uma caravana de camelos atravessava o deserto. Chegou à hora do descanso e o cameleiro preparava-se como habitualmente para prender os camelos às estacas quando verificou que faltava uma estaca . Não sabendo como resolver o problema, perguntou ao mestre da caravana: - Mestre, falta-me uma estaca para um camelo. Como fazer? - Não tenhas problema. Eles estão tão habituados a ficar preso que se tu fingires que o atas com a corda, ele pensará que está preso e nem sequer tentará sair do sitio. O cameleiro assim fez e o camelo ali ficou toda à noite. No dia seguinte quando se preparavam para partir esse camelo simplesmente recusou-se a sair do sítio, mesmo quando o cameleiro o puxava com toda a força. Sem saber que atitude tomar, dirigiu-se de novo ao mestre contando-lhe o sucedido. - Homem, respondeu-lhe o mestre. Que fizeste ontem? Não fingiste que o ataste à estaca? Então faz o mesmo hoje. Finge que o desamarras. O camelo, mal o cameleiro fingiu que o desatava da estaca imaginária, recomeçou a caminhada. Muitas vezes não avançamos devido às nossas "estacas mentais". É o desconforto da acomodação

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Por que as mães choram?

"Por que você esta chorando?" - ele pergunto á sua mãe "Porque sou mãe!" - ela respondeu "Eu não entendi" - ele respondeu Ela apenas o abraçou e sussurrou: "Você nunca entenderá" Mais tarde o menino perguntou ao pai porque as mamães parecem chorar sem nenhuma razão aparente. "Todas as mães choram sem motivo" - é o que o pai conseguiu responder O menino cresceu tornou-se homem e por toda vida sempre se perguntara o porque as mães volta e meia estão chorando. Após muitos anos sem respostas ele deixou o mundo, quando sua lama vira diante de Deus, logo pergunta: "Senhor, nunca entendi o porque de choros tão sofridos e freqüentes das mães" Disse Deus: "Quando criei as mães,procurava algo especial, porque tinha que ser especial. Eu fiz os ombros fortes o suficiente para carregarem o peso da injustiça humana e, ainda, suficientemente confortáveis para dar apoio. Eu dei a elas a força suficiente para a continuação da luta, quando todos vocês filhos já desistiram. Dei-lhes fibra para proteger a família por entre doenças e tristezas, sem jamais deixa-los de amar. Dei-lhes sensibilidade para amar seus filhos diante de qualquer circunstancia, mesmo que a tenham magoado profundamente. é essa mesma sensibilidade que as ajuda a silenciar o choro daquele que se encontram fracos, transmitindo-lhes esperança, aberta sempre para ouvir ansiedades e medos. E finalmente, dei-lhes lágrimas para que derramassem sem nenhuma razão aparente. - " por que fiz isso?" Para não diferenciá-las por completo da espécie humana.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Pode ser você

Aquela grande idéia que você teve, alguém irá colocá-la em prática. Aquela oportunidade que você contemplou alguém irá explorá-la no máximo do seu potencial. Alguém irá fazer uma fortuna com o conhecimento que você tem em sua mente. Alguém irá se destacar usando as habilidades que você já possui. Alguém irá, e esse alguém pode ser você. Debaixo dos seus pés, ou acima do seu pescoço e um pouco abaixo dos seus cabelos, pode estar um grande tesouro. Tome posse dele antes que outros o façam. Hoje, agora, você já possui aquilo que é necessário para dar início a uma jornada de sucesso e realizações. Tudo o que você precisa é de ação e compromisso com aquilo que pode levá-lo a um novo patamar de influência. Alguém irá retirar o máximo dos recursos que você tem em suas mãos, e esse alguém pode ser você. Alguém fará uma enorme diferença com os recursos que você já tem à sua disposição. Alguém irá fazer isto ao tomar uma ativa atitude de colocar em prática aquilo que você já tem em mente. Se você puder fizer isto, esse alguém pode ser você. Para Meditação: Ouça o sábio e cresça em prudência; e o instruído adquira habilidade.

domingo, 9 de outubro de 2011

Educar com princípios sólidos

Por Roberto Shinyashiki Tenha consciência de que suas palavras e orientações são decisivas na vida de seus filhos. Eles jamais esquecerão o que você lhes disser. Num mundo de tantas mudanças, pressões, cobranças de resultados, precisamos respeitar nossos princípios. Nossos valores devem ser sólidos e não podem ficar abalados por nenhum dinheiro deste mundo. E os princípios exigem clareza e coerência. As pessoas que têm princípios ambíguos e flexíveis acabam fragilizando sua dignidade. É muito importante que mãe e pai mostrem seus princípios ao filho. Os pais que constantemente, e na prática, valorizam a honestidade, a lealdade, o respeito ao próximo, o sucesso através do trabalho dão aos filhos a certeza de que vale a pena cultivar essas qualidades. No que diz respeito a esses valores, os pais devem ser firmes e coerentes. Mostre que a verdade sempre deve prevalecer sobre a mentira, que a justiça deve contrapor-se à mentalidade que prega a vantagem a qualquer preço. Todas as vezes em que os filhos (de qualquer idade) se mostrarem flexíveis quanto aos princípios, os pais devem conversar sobre o tema para demonstrar a necessidade da adesão total a esses princípios. Por que dizer a verdade e rejeitar a mentira? Porque a pessoa que mente se enfraquece, cria laços com a angústia, com a ansiedade, com a insegurança e se torna vacilante no seu caminho de desenvolvimento humano. Educar com princípios é argumentar para que o filho entenda a razão pela qual precisa abraçar os valores. Toda conversa entre pais e filhos deve se basear na busca de um sentido para a vida. Você já pensou na força das palavras dos seus pais? Você já percebeu que tem 30, 40 ou 50 anos de idade e até hoje escuta na consciência a voz dos seus pais? Por isso, tenha também consciência de que suas palavras e orientações são decisivas na vida de seus filhos. Eles jamais esquecerão o que você lhes disser. Às vezes os pais mentem por coisas muito pequenas que, aparentemente, não fazem grande diferença. E essas pequenas mentiras acabam fazendo um grande estrago na vida de uma pessoa. É fundamental percebermos como esses detalhes influenciam a educação dos filhos, mesmo que naquele minuto a mentira parecesse ser a saída mais fácil. Os pais devem ter bem claro que tudo o que dizem e fazem repercutirá para sempre na vida dos filhos. As pessoas estão buscando a vitória a qualquer custo, e isso inclui passar por cima dos outros. Não podemos abrir mão dos princípios da honestidade e confundir a vitória com o sucesso nem a derrota com o fracasso. Na vida de uma pessoa de sucesso também acontecem derrotas. Na vida de uma pessoa que fracassa há também muitas vitórias. E precisamos entender que uma derrota pode nos ajudar a aprender mais sobre nós mesmos, sobre a vida, e com isso crescer para, no futuro, conquistar uma grande vitória. Querer uma vitória agora e, para atingi-la, agir de maneira antiética e desonesta é, além disso, totalmente inútil. Chegará o dia em que a verdade prevalecerá e aquela falsa vitória se tornará uma grande derrota. Quando converso com os atletas que oriento, digo-lhes sempre: “Vamos procurar vencer sempre, mas não de qualquer jeito”. Vencer de qualquer jeito causa nas pessoas a percepção de que a vitória não foi delas, mas fruto da trapaça, da enganação. Não foi o atleta que venceu, mas sua falta de honestidade. Conseqüência: será um eterno frustrado. Uma vitória real e permanente só é possível quando construímos uma vida sobre bases sólidas. Nossos filhos precisam desse exemplo.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Silênciossssss

"Hoje eu não sei dizer. Só sei sentir. Há dias em que as palavras não são capazes de traduzir o sentimento. Bom mesmo é ser compreendido, mesmo quando não sabemos dizer... Amar é uma forma de crer em silêncio!"

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Permita-Se amar

Com o passar dos anos o amor tem sido muito mais estratégico do que espontâneo. Temos que redescobrir a naturalidade do relacionamento amoroso. As pessoas precisam ter interesse genuíno no outro. As pessoas vivem fazendo comparações entre elas mesmas e os outros. Comparam também as pessoas entre si. O tempo todo ficam imaginado que, se algo fosse diferente no parceiro, ele seria melhor. Quando você entra no jogo da comparação, sempre, há alguém que sai perdendo. E, geralmente, quem sai perdendo é você mesmo. Ao se comparar, você fica impedido de ver quanto você é o único e especial. Muitas vezes, as pessoas se sentem agredidas pelos atos negativos do seu companheiro. As características básicas das pessoas que procuramos coincidem, ou se opõem, na maioria das vezes, às de alguma pessoa especial e importante da nossa infância. Quando iniciamos uma relação, geralmente, vemos o outro como uma pessoa diferente dos parceiros anteriores e muito especial. Porém, à medida que os problemas vão surgindo, começam as comparações com o último relacionamento e, depois de algum tempo, reafirma-se a crença negativa de que amar não dá certo. Dessa maneira, é muito fácil, por exemplo, o casamento entornar em pouco mais de dois anos. O grande desafio é, justamente, nos desvencilhar da imagem projetada que fazemos de nós mesmos e de quem está ao nosso lado, nos permitindo aceitar as maravilhosas qualidades do ser humano e os defeitos também. Quando, num relacionamento, não estamos amando o outro, mas, a imagem que construímos e buscamos encontrar, e essa imagem cai, permitindo-nos vê-lo exatamente como é, há um desinteresse, um desencanto. Enquanto vivermos sob o domínio da neurose, com sistemas de comparações, jamais amaremos alguém com a intensidade de que idealizamos. Amamos nos sonhos e ficamos sozinhos quando acordados. Há uma frase de que gosto muito diz: “o casamento dá certo para quem não precisa de casamento”. Normalmente, a compulsão de casar e de viver junto nascem de uma dependência. As pessoas esperam um complemento. Essa não é a função de um relacionamento, o outro não vai preencher uma lacuna, mas sim, ajudar a desenvolver o que elas não têm. Infelizmente, a maior parte das pessoas odeia sua própria companhia e vê no outro uma forma de “salvação”. O único jeito de amar é buscando a sinceridade. Infelizmente, com o passar dos anos o amor tem sido muito mais estratégico do que espontâneo. Nas revistas femininas via-se muito esse tipo de atitude: “se ele fizer isso, faça aquilo”, o que foi minando a espontaneidade do amor. Nós temos que redescobrir a forma de amar, a naturalidade do relacionamento amoroso. As pessoas precisam ter interesse genuíno no outro.Todas as maneiras de amar devem ser naturais. Quem fica estudando demais o outro, “mata” a possibilidade de amar alguém. O mundo é feito de absurdos e encontros, os absurdos fazem parte, porém, devemos entender que é possível ser feliz, acreditando dia-a-dia na naturalidade dos sentimentos. Devemos perceber que a única maneira de amar o outro é nos amando. A medida em que você vai desenvolvendo a paz, mais você vai gostando de ficar com você e seleciona melhor seu possível companheiro. Se a pessoa tem baixa auto-estima, usará o outro para “tapar o buraco” de suas carências, no entanto, ninguém resolve a carência de ninguém. Conviver e saber aceitar a idéia de que qualquer relacionamento pode acabar é a chave para o amor saudável e construtivo. Tentar dominar o parceiro com medo da perda, só faz com que ele se afaste ainda mais. Esse é outro grande desafio da arte de amar: lidar com a possibilidade da perda, sem dominar o outro. Roberto Shinyashiki é escritor e conferencista