sábado, 30 de abril de 2011

Contos de fadas



1Desde os primórdios da humanidade, contar histórias é uma atividade privilegiada na transmissão de conhecimentos e valores humanos. Essa atividade tão simples, mas tão fundamental, pode se tornar um rotina banal ou representar um momento de excepcional importância na educação das crianças.
O estudo e a discussão em torno da adequação e da validade da narrativa de contos de fadas para crianças, especialmente para crianças pequenas, vem perdurando por gerações e gerações de professores, psicólogos, psicanalistas como também entre orientadores educacionais e pedagógicos. Os artistas que trabalham em espetáculos infantis também discutem a questão, e os pais sentem-se atordoados diante da diversidade de opiniões ouvidas e da amplitude das divergências apresentadas.
Há quem seja contra e quem seja a favor dos contos de fadas. Há quem considere encantadores os mitos e as lendas, como há quem os rejeite como mórbidos e perturbadores, mas atualmente não há mais quem discuta sua importância, sua atuação decisiva na formação e no desenvolvimento do psiquismo humano.
Aqueles que combatem os contos de fadas supõem que a violência das situações que neles se apresentam habitualmente, a personificação do bem e do mal em determinadas personagens, as soluções mágicas para os problemas mais complexos e toda a tensão emocional provocada pela narrativa desses contos vão proporcionar às crianças uma visão muito negativa da realidade, um contato desnecessário com o “lado negro” do homem, talvez até uma mobilização para as pequenas e as grandes maldades que podem ser feitas com outras pessoas. Muitos acreditam que para as crianças mais sensíveis a narrativa dos contos de fadas pode provocar sofrimentos e angústias, que poderão repercutir negativamente na sua vida futura, gerando muitos medos e inseguranças.
Estamos do lado daqueles que são a favor dos contos de fadas, que acreditam no valor e na verdade que se revelam nessas histórias arcaicas, na força e na coragem que podem surgir, exatamente, pelo impacto do encontro direto com a fraqueza, o desamparo, o medo, a necessidade de luta para alcançarmos nossos objetivos.
Os acontecimentos objetivos da vida da humanidade são a nossa história. Os acontecimentos subjetivos, as vivências interiores criaram as estórias. A história fala-nos dos acontecimentos conhecidos da realidade externa, do desenrolar dos fatos que foram sendo registrados nas comunidades e que explicam, em parte, como se efetivaram as realizações culturais dos grupos humanos, como se estabeleceram os grupos étnicos, como se definiram as nações. As estórias falam-nos da realidade interior na construção das nossas culturas, de como se constituíram as estruturas psicológicas das pessoas e dos grupos humanos.
As histórias de ficção, e muito especialmente as narrativas que vêm do folclore, os mitos, as lendas, os contos de fadas, se apresentam como a maneira mais significativa que a humanidade encontrou para expressar aquelas experiências que não encontram condições de se explicar no esquema lógico-formal da narrativa intencionalmente objetiva. A ficção objetiva os fatos e as verdades que não podem ser expressos pela razão, que não são identificados pela lógica. E é por isso que as histórias são tão temidas, e é também por isso que são tão importantes.
Os contos de fadas são narrativas simbólicas extremamente simples, primitivas, capazes de transmitir experiências subjetivas complexas e vivências emocionais delicadas às pessoas mais ingênuas e às crianças. As lendas e as histórias de fadas são incluídas hoje no acervo básico da literatura infantil porque as crianças se apossaram delas, enquanto o público mais sofisticado as considerava uma literatura de menor significado.
1Há alguns aspectos bem interessantes a considerar quando pretendemos nos deter na reflexão e no estudo dos contos de fadas. Em primeiro lugar, o fato de que eles falam sempre de relacionamentos humanos primitivos e por isso exprimem sentimentos muito arcaicos do psiquismo humano. Mas porque arcaicos não deixam de ser atuais, talvez até extremamente atraentes e instigadores porque mostram o que se evita manifestar nas nossas sociedades contemporâneas: a raiva, a inveja, a mentira, também o amor, a fidelidade, a generosidade, com suas enormes conseqüências no viver humano. Nesse sentido, esses contos, como as lendas e os mitos, estão embebidos de princípios éticos universais. Outro aspecto extremamente importante a considerar é que os contos de fadas, sob múltiplas variações, apresentam sempre uma mesma estrutura e temática: falam da busca da totalidade psíquica, da plenitude do ser.
Todo conto de fadas gira em torno de um herói ou heroína que apresenta sua origem: pai, mãe, terra, cultura. O herói ou heroína vivem sempre dificuldades grandes e chegam a um momento de impasse em que alguma coisa extraordinária precisa acontecer para que haja uma solução satisfatória. Entram então em ação múltiplos poderes naturais e sobrenaturais ou mágicos, tanto do lado do bem como do lado do mal: inimigos terríveis, companheiros fiéis, personagens imbuídos de insegurança, de esperteza, de coragem, figuras transcendentes como fadas, anjos, demônios e dragões. A luta é sempre extremamente difícil, mas, ao final, faz-se a justiça, encontra-se a paz, a harmonia, vence o bom e o bem.
Todo conto de fadas constitui-se como uma “saga de herói”. No desenvolvimento da história, vai-se delineando a luta do herói que não se apresenta, inicialmente, como uma proposta em que todos os elementos da situação lhe estão naturalmente apresentados; ao contrário, no decurso da sua própria ação ele tem de descobrir os elementos que lhe faltam para compreender o processo em que está inserido e, assim, poder construir situações novas que possam vir a lhe favorecer na luta pelos seus objetivos. Nessa luta vão sempre aparecer dificuldades extraordinárias que exigirão muita disposição e astúcia para ser contornadas e vencidas – esta é a saga do herói, de cada um de nós, que, ao final, deveria ser culminada pela possibilidade de vencer todas as dificuldades. Nesse sentido, cada uma dessas estórias é um estímulo encorajador na luta da vida, em que se valorizam os princípios éticos na relação com o outro: o Mal é denunciado, e o personagem mau é castigado; o Bem é valorizado, e o personagem bom é premiado. A proposta e a realização básica são sempre de plena vitória final do bom e do Bem.
Se os contos de fada se apresentam com possibilidades de favorecer essa integração, não há como desconsiderá-los. Se a criança pode aprender, por meio deles, a identificar e a reconhecer, nos outros e em si mesma, pensamentos e sentimentos que ajudam ou atrapalham sua relação consigo mesmo e com os outros, se aprende a conviver com naturalidade com fortes elementos do inconsciente da humanidade e do seu próprio inconsciente, estaremos lhe oferecendo melhores condições para crescer e amadurecer por meio da narrativa e da reflexão dos contos de fadas.

Aniversário


Aniversário é a repetição do dia e do mês em que se deu determinado acontecimento. Num sentido mais geral, refere-se à comemoração de periodicidade anual de qualquer evento importante, como o nascimento de alguém, a morte de uma personalidade, o fim de uma ditadura ou uma batalha.
É um evento comemorado por muitos tipos de cultura ao redor do mundo. No Brasil, em aniversários de nascimento de uma pessoa, é comum que se faça uma festa e todos cantem ao aniversariante a canção "Parabéns a você".
Em algumas culturas, o aniversário é comemorado 9 dias após a data de nascimento, o que traria mais sorte e felicidade no ano seguinte.
Festa de Aniversário
Nas comemorações de aniversário é comum ter convidados da família e amigos. Alimentos bastante comuns são: bolo, brigadeiro doce, beijinhos de coco, cajuzinho, olho-de-sogra, outros doces, salgadinhos, refrigerantes, e outros tipos de bebida.
Numa festa é comum, principalmente em aniversários infantis, que se tenha balões, chapéus de papelão, pratos e talheres plásticos e normalmente as pessoas colocam painéis temáticos e tecidos atrás da mesa. Eventualmente palhaços, mágicos ou outros tipos de artistas são contratados para animar a festa.
Nomes de aniversários
Aniversário natalício: também chamado de dia de nascimento, data de nascimento, aniversário de nascimento ou simplesmente aniversário. Dia correspondente ao do nascimento da pessoa ou aniversário desse dia. Em alguns lugares, o aniversário do nascimento da pessoa, especialmente de uma criança, é celebrado com festa e presentes;
Aniversário de casamento;
Aniversário de morte;

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Rigidez, sucesso e felicidade.


Eu tive uma família muito calorosa, uma infância repleta de brincadeiras, em que pude experimentar muito e até conviver com os arranhões no joelho, sinal de infância bem vivida. Acredito que isso foi fundamental na minha formação e definiu muito do que sou. E estou bem satisfeita assim! Então, repito o questionamento do Lucas Mendes, não como julgamento, mas como uma curiosidade, a partir do compreensão de que existem diferentes tipos de mãe e jeitos de educar crianças: se minha mãe tivesse sido tigresa, onde eu estaria agora?

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Amizade infantil


As crianças tem um jeito de ser amigo
que nós todos deveriamos imitar
A capacidade de brigar e perdoar
e não ficar inventando perigos.

Amizade infantil é uma descoberta
é aprender a entender diferenças
é esquecer logo as desavenças
e buscar as semelhanças concretas

Os sopapos que são hoje trocados
amanhã já estarão esquecidos
são sepultados assim no passado

Não ficam corações empedernidos
e juntos já brincam lado a lado
em laços de amizade (re)condtruidos

terça-feira, 26 de abril de 2011

Como voltar a rotina depois do feriado.

/>Realmente não existe nada melhor do que poder aproveitar um feriado prolongado ao máximo, o nosso ultimo feriado prolongado foi o do carnaval onde muitas pessoas acabaram emendando e puderam descansar bastante. Algumas pessoas aproveitaram para passear e curtir toda a folia do carnaval, ou passear com a família. Alguns também preferem ficar em sua residência aproveitando para passar um tempo com a família ou amigos, e também descansar.

Porém quando estamos em um feriado prolongado na grande maioria das vezes, acabamos indo dormir tarde e acordando mais tarde ainda, sem hora para nada acabamos trocando o horário de nossas refeições, entre muitas outras coisa e posteriormente sentimos uma grande dificuldade em voltar para a nossa rotina, por isso confira a seguir algumas dicas de como voltar a mesma da melhor maneira.

Normalmente nosso dia a dia é cheio de horários, temos que acordar cedo, e acabamos indo dormir um tanto quanto tarde, mais no feriado extrapolamos, se você nunca sabe o que fazer confira essas dicas, a primeira dica é que um dia antes de ir trabalhar você comece a voltar a sua rotina, durma cedo, e acorde cedo, nada irá lhe impedir descansar durante a tarde, porém não prolongue muito o seu sono, almoce no horário de costume e durma cedo, dessa forma você vai evitar ficar com sono no dia seguinte.

Outra dica é não ingerir bebida alcoólica, no dia anterior, e nem ir para baladas que acabem tarde e que poderá não lhe deixar ir trabalhar no dia seguinte, são pequenas mudanças que permitem que você se divirta ao máximo no seu feriado e possa voltar a sua rotina da melhor maneira, sem ficar com aquele sono que lhe impedi de trabalhar, e também interfere em seu rendimento. Espero que tenha gostado das

sábado, 23 de abril de 2011

Páscoa também é tempo de brincadeira



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Brincadeiras de crianças na Páscoa
Organize brincadeiras divertidas no dia da Páscoa. Seus filhos vão adorar - e você também!

Reúna as crianças para pintarem os ovos de galinha. Elas vão adorar

Toda criança adora Páscoa, não só pelo fato de ganhar vários ovos de chocolate, mas também por ser um feriado gostoso, no qual é possível reunir toda a família e brincar muito. Pensando nisto, separamos algumas brincadeiras para você preparar para a criançada. Tome nota e faça a festa com elas:

Caça-ovos
Como brincar: conte para seus filhos que, durante a noite, o coelhinho escondeu vários ovos pela casa. A criança precisa apenas procurar. Para que a brincadeira fique ainda mais divertida, cole no chão as pegadas do coelho que podem ser feitas de papel. Você também pode usar talco e seus dedos para simular as pegadas do bichinho.

Pintar ovos
Como brincar: reúna as crianças para pintarem os ovos de galinha. Os ovos pintados podem ser entregues como presentes aos avôs e tios. Para não ter sujeira, é melhor trabalhar com os ovos já cozidos.

Corrida dos ovos
Como brincar: a criança precisa pegar um ovo cozido, colocar uma colher na boca e correr de um lado para outro equilibrado o ovo. Quem chegar primeiro sem deixar o ovo cair é o grande vencedor.

Amigo ovo
Como brincar: é como um amigo secreto, mas de Páscoa. Nele, cada participante deve tira um papel com o nome de outro participante - e não deve contar a ninguém quem é. No dia da brincadeira, através de dicas, os outros tentam adivinhar quem é. Quando isso ocorre, há troca de ovos de Páscoa. Quem recebe o ovo é o próximo que dá as dicas e, assim, sucessivamente.

Coelhinho sai da toca
Como brincar: distribua bambolês pelo chão. Cada criança deverá ficar dentro de um bambolê. Sempre que você gritar: “coelhinho sai da toca”, as crianças devem trocar de bambolê. Quem ficar de fora, precisa esperar a próxima rodada. A cada rodada você deve tirar um bambolê.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Tiradentes para crianças

O seu nome era Joaquim José da Silva Xavier, nasceu em 1746 na Vila de São José Del Rei (hoje Tiradentes), Minas Gerais. Seu pai era um pequeno fazendeiro. Ficou conhecido como Tiradentes por ser dentista, profissão que aprendeu com o tio após ficar órfão. Tiradentes não foi apenas dentista, mas também minerador entre outros ofícios. Como muitos, Tiradentes não aceitava os altos impostos cobrados na época por Portugal, essa revolta foi aumentando até que surgiu um movimento revolucionário chamado de Inconfidência Mineira que tinha como objetivo acabar com os impostos abusivos e também conseguir a independência brasileira. Este movimento foi denunciado antes de ser concretizado. Foi iniciado um processo contra todos os revolucionários, mas apenas Tiradentes, o único condenado a morte foi enforcado em praça pública em abril de 1792.

terça-feira, 19 de abril de 2011

'Páscoa



Quando menina a chegada da Páscoa representava para mim, apenas
a chegada de um tempo bom, de muita alegria, de ovos de chocolate e
confraternização em família.
Logo, logo queria descobrir o que tem a ver coelho, ovos, símbolos da
Páscoa com a ressurreição de Jesus Cristo e a fuga dos hebreus do Egito.

Descobri que os ovos são o símbolo do nascimento. Mais ainda, para minha
surpresa, quando jovem aprendi que ovo de páscoa é oco, justamente para simbolizar o
sepulcro vazio. O coelho, fiquei sabendo mais tarde que é o símbolo da vida,
da ressurreição, representa o ato de sair da toca bem cedo, na alvorada, para a vida,
e lógico porque os coelhos se reproduzem assim como o Cristianismo.

Somente agora, bem mais adulta entendi o verdadeiro significado da Páscoa.
Renascer é nascer novamente, pois de que importa sermos velhos, cheios de
erros e não nos renovarmos. Importa sim nascer denovo para uma nova
vida, cheia de vitórias e alegria, com Jesus Cristo no coração. A fuga dos
Hebreus marca o fim de um tempo de escravidão, de uma mente escrava,
de uma vida corrompida, de um caráter doentio, de não ser dono da própria
vontade. A escravidão se equivale a uma morte, a uma anulação. Precisamos
renascer para uma vida plena, livre de todos os vícios, de todas as manias,
de todos os costumes, das marcas do passado, do medo, da dor e tristes
experiências.


Quero todo dia despertar a alva, quero renascer a cada manhã com a alvorada e
desejo que o orvalho da manhã seja presente em nossas vidas assim como a
exuberância da terra. Quero sair como um coelho para a vida a cada madrugada
quero ver o sepulcro vazio e dizer todos os dias = "Eu tudo posso naquele que me
fortalece", falar para todos "Se Deus é por mim, quem será contra mim"?

Quero todos os dias olhar para o sepulcro vazio e dizer = "O meu redentor vive e
está comigo todos os dias, na minha casa, no meu escritório, na minha família e
na minha vida"!

Eu desejo, sinceramente, do fundo do meu coração que nesse tempo de Páscoa,
Todas as pessoas sejam instadas a abandonar tudo o que é velho, antigo, eu é
Passado triste para olhar para a frente, com otimismo, com coragem. Desejo que
Sua vida, hoje mesmo seja ligada à árvore da vida e seja repleto
Desse espírito de ressurreição em todas as áreas para, assim viver a vida como
Quem sorve o sumo de um fruto muito saboroso.

Hoje é dia de Páscoa! É dia de Renascer!

Feliz Páscoa para todos
Deus Abençoe
Tacía Pítsica e Família

segunda-feira, 18 de abril de 2011

A leitura encoraja a criança a dizer novas plavras

http://www.almanaquebrasil.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5919:literatura-encoraja-a-crianca-a-dizer-a-palavra-nova&catid=12906:literatura&Itemid=28

sábado, 16 de abril de 2011

“Superação do racismo na educação infantil "




Promover a conscientização de lideranças, membros, professoras e professores das escolas dominicais e bíblicas, com informações e conhecimentos estratégicos para a compreensão e a superação do preconceito e da discriminação raciais nas relações pedagógicas e educacionais das escolas dominicais e bíblicas das igrejas brasileiras

Uma das estratégias utilizadas para “branquear” superação do racismo foi à educação. A educação nessas inicia-se desde a idade de aproximadamente três anos e segue por toda vida. As classes de escolas, assim denominados esses momentos de estudo, estão geralmente divididas da seguinte maneira: sala das crianças, sala dos adolescentes, sala dos jovens, e sala dos adultos.

De modo geral nestas estratégias usamos às histórias que são contadas às crianças com o auxílio de recursos visuais, cartazes, observamos a escassez de referenciais negros. Os grandes heróis são os missionários ibero-americanos; os personagens variados que são representados por figuras de homens e mulheres magros, de pele branca e cabelos castanhos e dourados.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Televisão a diversão preferida da garotada!



Crianças chegam a passar cerca de três horas na frente da TV.

É notório o fascínio das crianças pela televisão, levando-as muitas vezes a passar cerca de três horas na frente da telinha. Nas famílias em que os pais trabalham fora, o que é muito comum nos dias atuais, o tempo das crianças de frente à televisão muitas vezes é maior do que aquele dispensado para o diálogo.

Quanto às influências que os programas podem exercer sobre as crianças, é um assunto gerador de discussões e polêmicas, principalmente porquê as crianças assistem mais TV à noite, quando a programação é direcionada aos adultos.

Os pais se sentem incomodados com tantas cenas de sexo e violência impregnadas no horário nobre, que por ser muito cedo muitas crianças ainda estão acordadas.

Apesar dos pais selecionarem os programas que os filhos devem, ou podem assistir, esses continuam assistindo os não indicados pelos pais. Vale ressaltar que talvez isso se deva ao fato de muitas casas terem mais de um televisor, assim as crianças ficam mais suscetíveis à programação, uma vez que é mais complicado para os pais controlá-la.

O fato é que muitas vezes também a televisão proporciona um clima sem confusão e bagunça dentro de casa, já que as crianças se aquietam e não incomodam ninguém.
A criança não tem condições de selecionar a programação mais adequada para ela, portanto cabe aos pais fazê-la. Porém, não é uma responsabilidade fácil, principalmente depois da autonomia que as crianças adquirem para ligar e desligar a televisão no momento que querem e ainda escolher o canal.

O hábito tão comum de assistir TV também na hora da refeição, deixa um pouco de lado as conversas entre pais e filhos, que ocorrem naturalmente quando estão todos reunidos para a mesma.

Por Patrícia Lopes

Como formar leitores com ajuda de Narizinho e a turma do Sítio


Quando se tem nove anos o mundo soa um pouco diferente do que realmente parece ser para os adultos. Nesse mundo onde tudo ainda é descoberta e sonho, uma boneca de pano falante ou um sabugo de milho letrado são personagens que estimulam a imaginação e abrem caminho para o gosto pela leitura.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Monteiro Lobato, o criador de um mundo fabuloso


No dia de seu aniversário, 18 de abril, comemora-se o Dia Nacional do Livro Infantil. Apenas uma mostra da importância da obra e da criatividade de um dos maiores gênios da literatura brasileira
Nenhum autor é tão representativo da literatura infantil brasileira do século 20 quanto Monteiro Lobato. Seu primeiro livro para crianças, A Menina do Narizinho Arrebitado, foi publicado em 1920 e, desde então, sua fantasia já atravessou décadas e segue para a terceira geração de leitores, em várias re-edições e até adaptações para a televisão, do mundo hiperrealístico do Sítio do Pica-pau Amarelo.

Nesse lugar fantástico acontecem as aventuras de Narizinho e Pedrinho na companhia de Visconde de Sabugosa, um sabugo de milho que era um sábio,Emília, uma boneca de pano falante, Quindim, um rinoceronte domesticado e Rabicó, um porco com título de marquês. Tudo sob a tutela de uma ama negra superprotetora, Tia Nastácia, e de Dona Benta, a avó das crianças. Vislumbrado pela literatura infantil mundial, Lobato fez também Peter Pan, Alice, personagens da mitologia e até o Gato Félix passearem pelo Sítio.

Por meio de linhas inventivas ou críticas, o escritor
retratou um Brasil cultural e socialmente atrasado e, ao mesmo tempo, deixou-se também levar pela fantasia do imaginário infantil, no qual criou seu maior legado à literatura brasileira: a possibilidade de criar o impossível.

Leiam Monteiro Lobato com seus filhos!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Jogos d Matemática


Os jogos ensinam muito....
http://www.ojogos.com.br/jogos/matematica/matematica.html

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Enquete



Os alunos gostam no pátio da esccola?
escola?
Sim, porque apesar do espaço limitado, há várias atividades recreativas para eles.
Sim, porque ele é espaçoso, tem árvores, brinquedos e várias opções de lazer.
Não, porque ele é pequeno e sem muitas opções para os alunos se divertirem.
Não, porque embora esteja numa área grande, os estudantes não têm com que brincar.

domingo, 10 de abril de 2011

O reforço escolar


A falta de assimilação do que o professor fala e explica por parte dos alunos, tem gerado um debate de alta relevância, já que a aprendizagem é o ponto chave para o desempenho de tudo. Procurando buscar subsídios para fazer acontecer a aprendizagem, percebeu-se que precisava-se de algo diferente capaz de estimular o gosto pela escola.
O reforço escolar tem por objetivo a aprendizagem dos educandos em nível de desigualdade com o ritmo da turma, consolidando e ampliando os conhecimentos, enriquecendo as experiências cultuais e sociais, para assim ajudá-lo a vencer os obstáculos presentes em sua aprendizagem.
Para que o reforço escolar tenha êxito, é necessário bastante cuidado como planejamento, definição de metas, escolha de alternativas envolvendo os educandos, e principalmente a união de pais escola e comunidade para assim ser uma ação articulada em conjunto. O reforço tem que fazer parte do plano pedagógico da escola e desenvolvido na própria escola pelos professores em um horário diferente do turno das aulas normais, deve ter características diferentes das aulas, más, ao mesmo tempo uma integração entre elas, para que o educando seja estimulado a aprender de forma nova.
Durante as atividades de reforço escolar, é possível desenvolver um conjunto de atividades bastante amplo, atividades que interessem os alunos pelo novo, más que faça parte do seu dia-a-dia, dando assim um sentido ao que aprender, assim fazendo com que as atividades aconteçam de forma contínua, ou seja, mesmo que o aluno esteja em casa, na rua, na igreja, etc. ele aprenderá e fará relação do que ver com a sala de aula, pois quando um conhecimento
tem sentido na sua vida, se faz relação do conteúdo com o cotidiano.
Os alunos que participam do reforço escola, sempre apresentam avanços em sua aprendizagem, pois tiveram voltados pra si a atenção necessária para desenvolver-se.Muitas das vezes os regentes de ensino não se preocupam com os alunos com nível de aprendizagem baixa, e vão seguindo ministrando suas aulas como que eles fossem invisível, o que piora a situação na maioria, pois as dificuldades são acumuladas e os alunos passam a se ver como incapazes.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Cuidado com o materal escolar


Já parou para pensar que a entrada na escola é o começo da conquista da independência das crianças? Apesar de muitas acharem justamente o contrário, já que muitas vezes têm que fazer tarefas que não desejam e são obrigadas a acordar cedo, a ida ao colégio é o começo de um amadurecimento muito importante para sua vida adulta.
É o momento de começar a se preocupar mais com si próprio, tirando um pouco esta tarefa dos ombros dos pais. Você deve decidir, por exemplo, a roupa que mais adequada para vestir ou o melhor lanche para comer no intervalo. Também deve se preocupar com sua segurança,e com horários, fundamentais nesta fase e com o material escolar!

O material comum a todos da escola, como quadro, cadeiras, mesas e outros itens que ficam na sala de aula merecem atenção de toda a também dos professores. Vale lembrar que basta uma única pessoa para destruir o material utilizado pela sala inteira!

Protegendo o material

Quanto ao material próprio, como lápis, canetas, borrachas, livros e cadernos, estes ficam por conta de cada aluno. Cuidar deles significa economizar e ainda transmitir uma imagem positiva para os professores e o restante da turma. Um caderno bem cuidado, sem "orelhas" ou folhas caindo representa um pouco da personalidade de seu dono. Resista às tentações de escrever na capa ou rabiscar o fundo.

Caso não goste do desenho ou da estampa, uma boa idéia é fazer sua própria capa, seja com a foto de sua banda favorita, seu ídolo na televisão ou o escudo de seu time de coração. Tudo que você precisa é o material escolhido (foto, texto, imagem) e um pedaço de Contact transparente. Você pode encontrá-lo em qualquer papelaria ou loja de departamentos. Como ele é autocolante, basta escolher o local onde a ilustração ficará, cortar o plástico e cobrir o material.

Uma boa dica é colocar um pouco de cola no fundo da imagem para que ela não escorregue e prejudique o processo. Há também várias opções de Contact com desenhos e cores, idéias para quem deseja mudar a cara dos materiais e não tem idéia do que fazer.

Nunca é demais lembrar para evitar que o material seja molhado. O efeito provocado pela água em capas e folhas de papel muitas vezes traz problemas irreversíveis. A boa e velha mochila é insuperável nesta tarefa: mantém tudo organizado, seco e limpo.

Por isso, evite guardar o lanche no mesmo compartimento dos cadernos. Um vazamento na garrafa ou um pouco de requeijão ou geléia saídos do sanduíche podem estragar seu trabalho do ano inteiro!

Guardando para o futuro

Quem tem irmãos menores ou amigos cursando séries anteriores tem um bom motivo para cuidar dos livros e dos cadernos. Repassá-los para os mais novos é um ato carinhoso e importante, não só para transmitir conhecimento, mas também evitar novos gastos para seus pais. Lembre-se que os gastos com a escola formam uma grande parte das despesas mensais deles. A natureza também agradece, já que cada papel economizado significa menos árvores cortadas!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Queridos



Sempre que meus olhos não consigam ver o que é importante ou quando eu subvalorizar o que para você é o mais valioso;
Sempre eu não entender o que te é especial, ou que naquela hora eu não veja a importância, lembre sempre que eu sou como o AVIADOR, impactado com a forma como você consegue ver as coisas, valorizar o que é importante, ser sensível e ver o mundo!

O aviador, o principezinho, a ovelha VS a flor

Eis uma conversa do principezinho com o aviador...
No princípio o Aviador não deu importância... desvalorizou a preocupação do principezinho...
Ao referir que não tinha importância alguma a dúvida do pequeno, este ficou lívido e ripostou...

"-As flores fabricam espinhos há muitos milhões de anos. Apesar disso, as ovelhas comem flores há muitos milhões de anos. E vens-me tu agora dizer que tentar perceber porque têm elas tanto trabalho a fabricar espinhos que nunca lhes servem para nada não é uma coisa séria? Que a guerra entre as ovelhas e as flores não é uma coisa importante? Não será uma coisa bem mais séria e bem mais importante do que as contas de um senhor muito gordo e muito encarnado? E se eu, eu que estou aqui à tua frente, conhecer uma flor única no mundo, uma flor que não existe em mais lado nenhum senão no meu planeta, mas que, numa manhã qualquer, uma ovelhinha pode reduzir a nada num instante, assim, sem dar sequer pelo que está a fazer, isso também não tem importância nenhuma, pois não?

Corou. Mas ainda não tinha acabado.

- Amar uma flor de que só há um exemplar em milhões e milhões de estrelas basta para uma pessoa se sentir feliz quando olha para o céu. Porque pensa: «Ali está ela, alegres lá no alto...» Mas se a ovelha comer a flor, para essa pessoa é como se as estrelas se apagassem todas de repente! Mas isso também não tem importância nenhuma, pois não?

E não foi capaz de continuar. Desatou de repente a chorar. Entretanto, fizera-se noite e eu largara as minhas ferramentas. Queria lá saber do martelo, da porca, da sede e da morte! É que, numa certa estrela, num certo planeta, no meu planeta, na Terra, havia um principezinho para consolar. Peguei-lhe ao colo. Embalei-o. Fui-lhe dizendo: « A flor de que tu gostas não corre perigo nenhum... Eu desenho um Eu desenho uma armadura para a tua flor... Eu...»
Não sabia que mais lhe prometer. Sentia-me completamente desarmado. Não sabia como chegar até ele... É tão misterioso, o país das lágrimas!"

O Pequeno Príncipe - Saint-Exupéry
excerto do capítulo VII

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O que os pais esperam da escola de seus filhos?


Não existe frio na barriga maior do que o momento em que a mãe tem que entregar o seu filho nas mãos de uma pessoa estranha.A mãe desconfia,tenta investigar se é realmente a pessoa adequada para cuidar de seu eterno "bebê",se sentem culpadas,sentem ciúmes ...Mas pode ter absolutíssima certeza que será sua meiguice no trato com as crianças que irá cativar os pais.
É lógico que é também muito importante ter o DOM para ser professora.
Você estará em contacto com pessoinhas que estão em pleno desenvolvimento físico e mental.Será a pessoa que vai lhes ensinar bons modos,companheirismo,amizade e provavelmente ensinará o conhecimento necessário. Será a pessoa mais importante para ela durante um longo período do dia.É com muito amor que tudo isso deve rolar.Inclusive tem que ter um tom de voz doce,suave,pois os pequeninos irão te amar muito.E os pais nem te conto.
Fui professora por muitos anos e na hora que os pais vinham buscá-los era a maior choradeira,muitos queriam ficar comigo, muitas vezes vir naminha casa, saber como vivoe onde moro.
Acredito que é isto qe os pais querem da escla...
Que seusfilhos sejam amados.

sábado, 2 de abril de 2011

Pais, filhos e escola – uma relação que dá certo!




A criança passa boa parte do dia na escola em companhia da professora e das “tias” e “tios” ou praticamente o dia todo. A colaboração entre pais e professores tem que existir para o bem-estar do pequeno. O professor deve seguir as recomendações extras dos pais e estes devem depositar confiança no educador. Afinal, todos estão trabalhando em conjunto para a satisfação da criança.

Contudo, os pais precisam trabalhar o dia todo ou meio período para prover o sustento, a segurança e a dignidade em casa. Com isso, boa parte dos pais não tem 24 horas para estar com seu(s) filho(s). Quando os progenitores, principalmente as mães, encontram seu filho têm a tendência de satisfazer todas as vontades da criança como meio de suprir a carência afetiva do tempo em que o pequeno esteve na escola. Porém, quando chegam à sala, as crianças não conseguem entender o valor de um “não” ou simplesmente ignoram qualquer limite a ser respeitado.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Cuide da sua família


A minha palavra é para convidar a você ser pasto, das ovelhas. Você é responsável pelo pastoreio de suas ovelhas na sua casa. O bom pai e a boa mãe é que ensina a criança a comer direito desde pequeno. O pastoreio das famílias começa nas panelas. O pastoreio da mulher começa na panela quando ela faz a comida. Não adianta estar dentro de casa, precisa exercer a autoridade dentro de casa. Você não pode ser uma mãe decorativa, a família não precisa ter uma mãe decorativa, a família precisa de uma mãe com as rédeas na mão. Você pai, não pode ser um repolho dentro de casa, todas as vezes que um filho vai até você, você diz para ele procurar a mãe. A minha palavra de pastor é para convidar a você ser pastor também, os padres não são os únicos responsáveis pelo pastoreio das ovelhas. Você é responsável pelo pastoreio de suas ovelhas na sua casa. O bom pai e a boa mãe é que ensina a criança a comer direito desde pequeno. O pastoreio das famílias começa nas panelas. O pastoreio da mulher começa na panela quando ela faz a comida. Não adianta estar dentro de casa, precisa exercer a autoridade dentro de casa. Você não pode ser uma mãe decorativa, a família não precisa ter uma mãe decorativa, a família precisa de uma mãe com as rédeas na mão. Você pai, não pode ser um repolho dentro de casa, todas as vezes que um filho vai até você, você diz para ele procurar a mãe.
Muitas mulheres que são casadas já estão solteiras a muito tempo, não tem com quem dividir pensamentos e sentimentos. No início é tudo tão lindo, o primeiro filho, o pai quer dar banho, ama com todas as forças no início e depois não suporta as mínimas coisas.
Existe tantos pais que amam somente o filho na infância e depois se cansa. Nós não podemos cansar do pastoreio. O pastor que vai ficando indiferente aos poucos vai perdendo a confiança. Se você descobre que seu marido está indiferente, você vai esfriando. É preciso do romantismo do início de namoro. Romantismo faz bem, tem que manter. Abrimos mão de fazer da nossa casa romântica. O pastor não pode ser indiferente ao rebanho que tem. Às vezes fazemos de tudo para chamar a atenção do outro e não conseguimos e vamos ficando agressivo; quantas vezes a agressividade do filho é um pedido de socorro, “Pai seja meu pastor”.
Não temos como fugir disso!
A minha palavra é para convidar a você ser pasto, das ovelhas. Você é responsável pelo pastoreio de suas ovelhas na sua casa. O bom pai e a boa mãe é que ensina a criança a comer direito desde pequeno. O pastoreio das famílias começa nas panelas. O pastoreio da mulher começa na panela quando ela faz a comida. Não adianta estar dentro de casa, precisa exercer a autoridade dentro de casa. Você não pode ser uma mãe decorativa, a família não precisa ter uma mãe decorativa, a família precisa de uma mãe com as rédeas na mão. Você pai, não pode ser um repolho dentro de casa, todas as vezes que um filho vai até você, você diz para ele procurar a mãe. A minha palavra de pastor é para convidar a você ser pastor também, os padres não são os únicos responsáveis pelo pastoreio das ovelhas. Você é responsável pelo pastoreio de suas ovelhas na sua casa. O bom pai e a boa mãe é que ensina a criança a comer direito desde pequeno. O pastoreio das famílias começa nas panelas. O pastoreio da mulher começa na panela quando ela faz a comida. Não adianta estar dentro de casa, precisa exercer a autoridade dentro de casa. Você não pode ser uma mãe decorativa, a família não precisa ter uma mãe decorativa, a família precisa de uma mãe com as rédeas na mão. Você pai, não pode ser um repolho dentro de casa, todas as vezes que um filho vai até você, você diz para ele procurar a mãe.
Muitas mulheres que são casadas já estão solteiras a muito tempo, não tem com quem dividir pensamentos e sentimentos. No início é tudo tão lindo, o primeiro filho, o pai quer dar banho, ama com todas as forças no início e depois não suporta as mínimas coisas.
Existe tantos pais que amam somente o filho na infância e depois se cansa. Nós não podemos cansar do pastoreio. O pastor que vai ficando indiferente aos poucos vai perdendo a confiança. Se você descobre que seu marido está indiferente, você vai esfriando. É preciso do romantismo do início de namoro. Romantismo faz bem, tem que manter. Abrimos mão de fazer da nossa casa romântica. O pastor não pode ser indiferente ao rebanho que tem. Às vezes fazemos de tudo para chamar a atenção do outro e não conseguimos e vamos ficando agressivo; quantas vezes a agressividade do filho é um pedido de socorro, “Pai seja meu pastor”.
Não temos como fugir disso!

“Mais do que entender seus filhos, os pais precisam saber como educá-los”

Katia Melo

De quatro décadas de trabalho com crianças com problemas psicológicos, o psiquiatra francês Marcel Rufo extraiu lições sobre dificuldades comuns a todos os pais – como o meio-termo entre equilíbrio e superproteção e a abordagem da sexualidade dos filhos. Rufo discute essas questões em dois livros recém-lançados, Me Larga! Separar-se para Crescer e Tudo o Que Você Jamais Deveria Saber sobre a Sexualidade de Seus Filhos (editora Martins Fontes).

ÉPOCA – Por que o senhor diz que os pais de hoje querem compreender os filhos, mais que educá-los?
Marcel Rufo – Os pais de hoje fizeram progressos extraordinários em relação aos de antigamente. Os filhos nunca foram tão bem criados. Do ponto de vista físico, corporal, não há mais preocupações. O problema que resta aos pais é se os filhos vão ser felizes e inteligentes. Para isso, é preciso compreendê-los. Hoje, os pais, mais que educar, tentam entender seus filhos. E compreender é mais democrático que educar. Houve uma “democratização” da família, que virou uma espécie de sindicato em que todos podem falar e debater. É por isso que os filhos, que não são bobos, não nos abandonam mais. Eles têm mais dificuldade para partir que para ficar.

ÉPOCA – Isso quer dizer que o progresso dos pais não é necessariamente bom?
Rufo – Os pais progrediram, mas é preciso que aprendam a não ser tão bons assim. O psicanalista inglês Donald W. Winnicott (1896-1971) criou um conceito muito interessante, o de “good enough mothers”, “mães boas o suficiente”. Esse termo mostra bem o que é preciso fazer. Ser um pai mediano, e não excelente, ajuda as crianças. No fundo, os filhos nos amam por nossos defeitos, mais que por nossas qualidades.

ÉPOCA – Como evitar a superproteção?
Rufo – Separar-se de uma criança é respeitar seu gosto pela aventura e pela descoberta. É preciso, de vez em quando, deixar segredos para que os filhos façam suas próprias descobertas, o que não ocorre quando os pais estão sempre presentes. Cabe às crianças, sozinhas, “redescobrir” as coisas que nós mesmos descobrimos quando tínhamos a idade delas.

terça-feira, 29 de março de 2011

Crianças tímidas


Na maioria das vezes, um estudante é quieto na escola, mas em casa, por exemplo, pode se mostrar à vontade. É preciso considerar, ainda, que alguns alunos são introspectivos sem que esse comportamento interfira em seu aprendizado e sua socialização. De qualquer forma, a criança que pouco interage precisa de intervenções construtivas. Ela considera demais o juízo do outro, mas no íntimo quer ser valorizada e reconhecida. Um ambiente de aprendizado acolhedor, aberto a diferentes opiniões, é benéfico para qualquer um, especialmente para ela. Evitar expô-la contribui para que se sinta seguro e aceita.

Tarefas de cada um


Compartilhando as tarefas de casa“Odeio quando minha mãe me pede para ajudá-la a fazer as coisas de casa, e ela ainda age como se fosse muito divertido”-. Diz Amanda, de cara fechada. -“Não sou uma faxineira. Se antes trabalhar como escravo não era divertido, agora é ainda menos. Essa coisa de ficar lavando louça, lavando roupa ou passando aspirador pela casa toda não é a minha praia. Detesto essas tarefas de casa.”

Ouçam garotas…
Todos nós alguma vez tivemos que ouvir os nossos pais nos lembrando como eles tinham que trabalhar quando eram adolescentes. “Todos tínhamos uma ou outra tarefa e se nos negássemos a fazer o que nos era pedido, não nos deixavam sair, ou não nos davam dinheiro. Sempre havia uma condição que nos obrigava a fazer as tarefas de casa. Se a gente fez, vocês também tem que fazer. Eles nunca acabavam de organizar as tarefas de casa se não nos incluíssem.”

Algumas pesquisas demonstram que 80% das garotas e 60% dos garotos fazem o trabalho de casa. Mas não sei se essa pesquisa mostra se eles GOSTAM de ajudar nas tarefas de casa Os pesquisadores descobriram que 90% das pessoas perdem, no mínimo, a metade dos fins de semana fazendo tarefas de casa, e ficam com a sensação de que depois da sexta à noite vem a segunda de manhã e outra vez o trabalho. A pergunta não é se seus pais esperam

É duro discutir com cada membro da família sobre as tarefas que correspondem a cada um. Se cada um colaborasse, existiria um apoio moral geral que ajudaria a cumprir as obrigações. As tarefas de casa ensinam sobre a responsabilidade e sobre o desenvolvimento de um trabalho ético e com valor.

Por isso, se concordarmos em começar a trabalhar duro, saiba como fazer com o menor esforço possível. As tarefas de casa podem nem ser tão cansativas assim.

1.Peça aos seus pais que façam uma lista das coisas que há para fazer. Escolha algumas tarefas da lista fatal. Assim você poderá decidir sobre o que quer fazer.
2.Garanta que todos estejam de acordo com as tarefas. Seja específica. Limpar o banheiro significa desinfetar o vaso, a pia, a roupa suja, o chão e limpar o espelho?
3.Organize uma agenda onde você especifique quando quer que as coisas sejam feitas. Peça para sua mãe organizar as tarefas de casa e dividir as funções de cada um.
4.Ganhe a confiança dos seus pais. Diga a eles que a partir de agora arrumará seu quarto regularmente. Mas se algum dia não tiver tempo para fazer tudo… feche a porta para que eles não vejam a bagunça.
5.Estabeleça um horário para fazer as tarefas. Você não quer que lhe digam que não pode ir ao shopping porque a roupa não foi dobrada. Ou que lhe digam FAÇA AGORA!”. Se tiver que fazer alguma coisa não muito agradável, garanta no mínimo que não seja no horário das suas séries de TV favoritas, ou você se sentirá mais frustrada ainda.
61% dos adolescentes entrevistados numa enquete disseram que para que os pais lhes dêem permissão para fazer as coisas precisam ter as tarefas feitas. Ou seja, que eles precisam ajudar nas tarefas de casa. Se tiver outra pergunta sobre como se dar bem com sua família, pergunte a Tina. De tarefas de casa ela entende!
Do site doAlweys

segunda-feira, 28 de março de 2011

Leitura


O escritor Pedro Bandeira fala sobre sua experiência como leitor das obra de Monteiro Lobato na infância e defende como e por que livros como "Reinações de Narizinho", "Caçadas de Pedrinho" e "A Chave do Tamanho" devem ser lidas pelas crianças na escola nos dias atuais.

domingo, 27 de março de 2011

Criança feliz


Quando se trata de felicidade não é necessário ler muitos livros, assistir a uma centena de vídeos ou tirar um curso, basta observar e aprender com os maiores peritos em felicidade, as crianças.
O estado natural de uma criança é a sorrir, basta estar junto de uma criança durante alguns minutos para ficar contagiado com a sua alegria. Claro que as crianças também se irritam, mas até aqui pode aprender uma ou duas coisas sobre a forma como elas rapidamente esquecem o motivo que as levou a alterarem o seu estado de humor. É normal que quando passa algum tempo com uma criança se comece a recordar de quando você também era criança e da vida simples e livre de preocupações que levava.
A procura da felicidade é levada a cabo por quase todos os adultos, fique então com algumas lições que as crianças lhe podem ensinar.
Viva no presente
As crianças têm uma forma fantástica de viver a sua vida, vivem apenas um momento de cada vez.!

Domingo de Sol com as crianças

Esse é um domingo com Sol! A semana para todos é atribulada.
Para os pais separados que no fim de semana ficam com seus filhos ou as mães que além de todse mana tem o final de semana com os filhos aqui tem alguns relatos:
Pai divorciado: Em relação as crianças está tudo bem, peguei eles na sexta-feira, e haviam vindo direto da escola. Tudo na santa paz!
O futebol de sexta-feira nem eu nem o meu filho nos machucamos, fiz dois gols e ele nenhum, noto que ele fica muito irritado com isso, rs. O engraçado que quando ele me marca o faz como se fosse final de campeonato. Já quando marca os outros o faz normalmente. A minha menna ficou em casa vendo um filme e jogando no computador.
Jáa mãe: Fiquei bem chateada no sábado! Trabalhei de manhã e tudo foi tranquilo, peguei uma comida que as crianças gostam (arroz colorido com bacon, batata frita e medalhão com bacon), voltei para casa. Fiz o serviço doméstico rotineiro como lavar a louça e a roupa (uniforme escolar) das crianças, e o dia transcorreu normalmente. Encontrei um amigo no restaurante e ele me convidou para dar uma passada na casa dele de tarde. Como ele mora ficou fácil.
Depois das 17:00 peguei as crianças e fomos tomar um sorvete. Ele escolheu a preferência dele, um milk-shake de chocolate com ovo maltine que estava bem caprichado por sinal e a ela pegou uma sorvete italiano com cobertura de chocolate. Demos uma volta, fomos para casa e brincamos e comemos um bocado.
Já em casa minha gatinha de uma forma muito espontânea resolver arrumar os armários dela, o que me deixou muito contente. O trabalho doméstico com os dois continua sendo um problema.
Mais uma de pai:
A História sem fim
Um cliente com problemas e adivinha quem teve que deixar os filhos sozinhos em um sábado a noite para ir trabalhar. Resumo da ópera que os dois assistiram “A história sem fim” até o fim e parte do filme “Os Goonies”. Cheguei depois da 00:00h e encontrei o ele dormindo e a ela que logo que cheguei me falou: —”Ainda bem que você chegou papai, estava começando a sentir medo.” Droga, o que se faz quando a sua filha fala isso e te chama para fazer ela dormir? Me arrumei na hora e vim dar carinho para ela no sofá. Acabamos dormindo os dois aqui e acordei depois das 03:00h da manhã e levei ela para a cama, e depois fui para a minha cama dormir. Pelo menos consegui resolver junto com meu amigo do restauramos 80% do sistema que havia caído. Combinamos de terminar o serviço no domingo. Infelizmente não pude falar com minha namorada neste sábado, tadinha e ela acabou ficando preocupada comigo, por eu não retornar as ligações. Infelizmente como disse anteriormente acabei adormecendo no sofá.
E domingo de manhã, por conta de tudo isso e eu e os pequenos acordamos depois das 09:30h. Me admirei com ele acordando depois das 10:00h, e comendo como um leão. Quando deu 11 horas saí para pegar o meu amigo e terminarmos o serviço. Trabalhamos até às 13:00 e não deu nada certo! Fomos em uma torre e eu não tinha acesso. E na outra torre acabei não conseguindo muito coisa também. Pedi ajuda para ao meu filho, orientei ele e foi de grande ajuda. Deixei meu amigo na casa dele, e passei no mercado para comprar um agrado para as crianças.
Almoço especial
Comprei frango para assarmos e voltei para preparar um almoção para eles. Comemos frango assado, linguiça de pernil e macarrão com o meu molho especial, que segundo a minha filha é o melhor do mundo. Nada como um almoço gostoso e um pouco de descanso para a cabeça funcionar. Matutei uma solução para o problema de cada uma das torres e acabei deixando tudo funcionando antes das 15:00. Com isso tive mais tempo de descanso com os pequenos e conseguimos sair para curti a praça, já que estava um dia deveras agradável.
Para compensar todo esse transtorno e abandono, que eu realmente me sinto terrível por ter infligido isso a eles, acabamos passando por dois parquinhos para eles brincarem, fomos tomar sorvete e depois voltamos para casa.
No fim das contas foi um dia bem gostoso, eles me ajudaram um monte, eu fui ausente por conta do trabalho, mas quando estive com eles fiz o que pude e o que não pude para eles se sentirem amados, e como sempre, me senti bem em poder cuidar e brincar com meus filhos.
Uma coisa que estava pensando hoje, é sobre o papel das crianças nas nossas vidas. Sei que eles são herança divina (Salmos 127.3), e que também sabemos que o reino de Deus é delas (Mateus 19.14), e que deles saem o perfeito louvor (Mateus 21.16). Como as crianças são uma parte autônoma das nossas vidas vejomos neles, não somente nas partes boas, mas principalmente nas características ruins. O egoísmo, mau humor, preguiça e irritação. Crianças podem ser extremamente manipuladoras e cruéis. Lembre daquele “brilho” nos olhos dos seus filhos de apagar, o momento quando eles começam a ter uma maior consciência do mal. Mas ao mesmo tempo as crianças não são frias e nem ficam calculando todas as probabilidades do que acontecerá a cada atitude deles. Elas podem ser muito ousadas e arrojadas, e a são capazes de gestos fantásticos de bondade e caráter. São capazes de fazer tudo aquilo que Deus espera de nós adultos na vida mas apenas crianças quando o assunto é cumprir a vontade de Deus. Além disso eles não tem problema em usar a frase “me desculpe” ou então “me perdoe” quantas vezes forem necessárias, diferentes dos adultos que muitas vezes se sentem alto suficientes. Vejamos algumas situações:
• Uma das caracaterísticas que mais me chama a atenção é a forma com as crianças interagem umas com as outras. Hoje enquanto estava no parquinho, uma lorinha de bochechas rosa chegou do nada para a minha filha e a chamou para brincar. Não procurou saber sobre a vida pregressa dela, se a família dela era decente ou não, se ela tinha dinheiro na carteira, se era freqüentadora de igreja ou de terreno de macumba. Apenas olhou para ela, e a chamou para brincar.
• Outro dia o meu filhoo que apronta tanto comigo, me fez chorar falando comigo pelo telefone. Eu me negando a pegá-los no dia dos Pais por conta de uma gripe fortíssima, do nada fala que me ama e que ele cuidaria de mim, da forma mais espontânea e pura que uma criança pode fazer. Chorei!
Tudo isso me faz pensar sobre um monte de coisas que devo ou melhorar ou persistir. Que devo pregar o evangelho sem me preocupar com a aparência alheia, que devo amar mais, e que quando eu louvar que seja do fundo da minha alma.
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sábado, 26 de março de 2011

Feliz


Ser feliz é uma questão de querer SER! Cabe-nos sempre lembrar que a felicidade está em cada um de nós, e o nosso desafio constante é expressá-la, renová-la, buscá-la nas pequenas conquistas diárias.
Ser feliz torna-se possível quando deixamos de lado as tantas dificuldades e preocupações que nos cercam e passamos a observar mais atentamente a maravilha que somos e temos.
Ser feliz é conseguir ser criança apesar de toda a responsabilidade de luta diária. É ser um adolescente sonhador e romântico diante da seriedade do compromisso. É ser um adulto corajoso e audacioso, ciente dos riscos de ousar viver.
Ser feliz é ser e sentir-se amando e amado!
Se você é feliz saberá ensinar seus filhos a serem felizes e terá sua família feliz,com certeza!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Assista e contagie

http://t.co/89FaE3n vía @youtube

quarta-feira, 23 de março de 2011

A comida que espanta a solidão


Canja para a alma: a comfort food não só conforta o estômago, como afasta o sentimento de solidão, diz pesquisa americana.
urê de batata, almôndegas, canja, frango assado com macarronada, carne de panela, filé à milanesa... Esses pratos podem não ser os mais indicados para proteger suas artérias, mas, de acordo com uma pesquisa que será publicada no Psychological Science, periódico da Association for Psychological Science, dos Estados Unidos, eles fazem bem ao coração e às emoções. O trabalho estudou a comfort food e como ela faz as pessoas se sentirem.

Para quem não sabe, comfort food é a comida que dá alento, aquela que traz lembranças boas da infância – o bolinho de chuva da sua avó, a panqueca da mãe, a carne assada do pai, ou aquela comidinha que você comia durante as férias na fazenda, ou na praia...

O estudo surgiu do projeto de pesquisa de Shira Gabriel, coautora, que procurava por "substitutos" sociais, ou seja, coisas que fazem as pessoas se sentirem bem durante um longo tempo. Durante a pesquisa, alguns entrevistados disseram que combatem a solidão assistindo ao seu programa de TV favorito, conhecendo pessoas virtualmente ou olhando fotos e lembranças de pessoas queridas. Jordan Troisi, da Universidade de Buffalo, e Shira imaginaram que a comida poderia ter o mesmo efeito por fazer as pessoas se lembrarem de amigos e entes queridos.

No primeiro experimento, as pesquisadoras despertaram o sentimento de solidão em alguns participantes fazendo com que eles escrevessem, durante seis minutos, sobre uma briga recente que tiveram com alguém próximo. Os outros participantes também receberam como tarefa escrever um texto, mas desapegado de emoção.

Em uma segunda fase da avaliação, selecionaram pessoas dos dois grupos e pediram que escrevessem sobre a experiência de saborear uma comfort food e, às demais, sobre comer um prato novo, desconhecido. Por fim, as pesquisadoras aplicaram um questionário que media o sentimento de solidão.

Escrever sobre brigas com pessoas queridas fez com que os participantes se sentissem sós. Mas aqueles que se mostravam seguros em seus relacionamentos – o que foi avaliado antes do experimento – foram capazes de esquecer a solidão ao escrever sobre comfort food. Em seus ensaios sobre o assunto, muitos falaram sobre a experiência de comer junto da família e amigos

Dever de casa


Por: Andrea Müller Garcez

Muitas vezes o dever de casa torna-se o principal ponto de conflito entre escola e família, professores e alunos, pais e filhos. É inegável a importância deste instrumento para o desenvolvimento do hábito do estudo e da pesquisa, da disciplina intelectual, além de servir como extensão das atividades escolares, cuja carga horária é tão reduzida no Brasil. Mas como fazer para que esta atividade não se torne um pesadelo na vida dos estudantes e da família?

Os fatores que levam ao stress em torno das tarefas de casa são muitos: falta de tempo dos pais, dificuldade em impor regras e limites, falta de diálogo com a escola, dificuldades de aprendizagem, inadequação das tarefas, falta de material ou infra-estrutura em casa, etc. Elaborei, então, algumas dicas com base em minha experiência.

1) Organizar o espaço – É importante que a criança/adolescente tenha um espaço próprio para estudar, com seus materiais, livros, revistas, tesoura, cola, lápis de cor, etc. Se estiver tudo espalhado, faltar material e se a cada dia a tarefa for realizada em um local diferente é mais difícil para o aluno se organizar e criar o hábito. A organização externa ajuda a organização interna! Caso não seja possível um espaço exclusivo para o estudo (como uma escrivaninha ou mesa de estudo), sugiro organizar um “cantinho” onde todo o material fique disponível, de preferência próximo ao local onde o estudante realiza as tarefas (que deve ser uma mesa, nunca a cama ou sofá).

2) Limitar o tempo – As crianças e os adolescentes (muitos adultos também) têm dificuldade em organizar o tempo. Se deixar por conta deles, possivelmente não conseguirão administrar a tv, as brincadeiras, o computador, as atividades extras e o dever de casa. Brigar com eles no final do dia não fará com que no dia seguinte consigam fazê-lo. É preciso aprender a administrar o tempo. Uma boa maneira de fazer isto é estabelecendo um horário para o dever de casa. É importante que este horário tenha início e fim bem definidos, mesmo que nos primeiros dias o aluno não consiga completar as tarefas. Neste caso explique a situação na escola (mas ele deve sofrer as conseqüências). Se o tempo não for limitado pode acontecer de o estudante estender-se muito na tarefa, o que costuma ser classificado como “enrolação”, e na verdade é novamente a dificuldade de organização de tempo. Aos poucos ele conseguirá concluir as tarefas no tempo delimitado. Sugestões de horários de estudo de acordo com as séries escolares: educação infantil e 1º. ano: 15 a 20 minutos; 2º e 3º anos: 30 a 40 minutos; 4º, 5º e 6º anos: 50 a 60 minutos. 7º ano em diante: 1 e 1/2h a 2 horas.

3) Verificar o nível de dificuldade – O dever de casa deve ser uma tarefa dos alunos, não dos pais. Muitos pais, na angústia de perceber a dificuldade de seu filho, ou de ser cobrado pela escola, acabam fazendo as tarefas pelos filhos. Fazer o dever pela criança a torna dependente, insegura (muitos continuam fazendo os trabalhos dos filhos na universidade!) e não a ajuda na escola. Caso os professores não percebam que foram os pais que fizeram, acreditarão que o aluno está entendendo tudo e seguirão adiante. Se um estudante não está conseguindo fazer, sozinho, as atividades, o melhor é procurar o(s) professor(es) e conversar, estabelecer juntos estratégias.

4) Melhorar a comunicação escola/família – É freqüente a queixa das crianças quanto a “maneira” de explicar dos pais e da escola. Os pais aprenderam de outra forma ou não lembram de determinado conteúdo, sem falar que não têm, muita das vezes, didática. – e não são obrigados a ter! Os pais devem acompanhar as tarefas escolares dos filhos, mas quem deve ensinar é a escola. Isto deve ficar bem claro. A escola e a família devem trabalhar em parceria ao invés de jogarem a culpa um em cima do outro. (muitas vezes os pais falam mal da escola na presença dos filhos – geralmente quando estão nervosos, cansados e na hora do.... dever de casa!). A escola, por sua vez, cobra dos pais as tarefas feitas, não levando em conta que os pais nem sempre sabem como fazer. Ao invés de ouvirem, orientarem, apenas cobram, aumentando a sensação de fracasso na educação dos filhos.

5) Verificar o grau de interesse - Pais e professores devem estar atentos ao interesse das crianças/jovens pelas tarefas de casa. É um grande desafio para os professores, mas é possível fazer com que as tarefas sejam mais interessantes, menos repetitivas. Escolher temas atuais, explorar os recursos da mídia, da internet, criar desafios, competições saudáveis, expor os trabalhos, são algumas idéias que podem facilitar esta tarefa. Um outro recurso importante é fazer com que os próprios alunos avaliem as tarefas de casa uns dos outros. A cobrança do grupo é muito mais eficaz que a do adulto. Os pais também podem contribuir para o dever de casa ser interessante na medida em que eles também se interessam, perguntando, elogiando, comentando, contribuindo.

6) Ampliar a oferta de leitura - Hábito de leitura é fundamental para o dever de casa, para o sucesso escolar e futuramente profissional do estudante, mas é difícil desenvolver o hábito se a própria família não lê. Os pais ensinam mais através dos atos do que das palavras. Verificar em casa como anda o hábito de leitura pode ajudar o estudante nas tarefas de casa. Assinar um jornal, uma revista, ir à livraria, à biblioteca... Vale tudo: gibi, filme com legenda, revistas, não importa o assunto, o importante é ler. Lembrando que não é apenas mais um gasto, mas um investimento no futuro! Quem lê escreve com menos erros, amplia o vocabulário e passa a ter mais facilidade na escola e no dever de casa. Sugestões de revistas: Recreio, Super Interessante, Isto é, Galileu, Ciência Viva e para os mais velhos, Época, Veja, História viva, etc

segunda-feira, 21 de março de 2011

Filhos de pais separados


Ao se separar, o casal tem de buscar toda a maturidade possível para encaminhar bem a reação dos filhos à nova fase que se inicia. E, por mais que os pais sejam cuidadosos, a rotina muda. Bebês ficam agitados, crianças pequenas voltam a fazer xixi na cama e crianças crescidas passam a dar problemas na escola. Mas, bola pra frente. Separação não é só drama: se a decisão aconteceu, ajudar os filhos a encarar a nova fase será importante para todos.

Coma ajuda de especialistas, podemos dizer que há uma forma de preparar a criança conforme a idade dela. Vai depender da fase do desenvolvimento, da dinâmica da família e, claro, de como isso será conduzido pelos adultos. Por isso, cada faixa etária pede um tipo de cuidado e uma abordagem. “Acompanhadas de demonstrações de afeto, de amor, cuidado, carinho e respeito, essas atitudes fazem toda a diferença para as crianças”, garante o psicólogo Ricardo Muratori. Dividimos aqui as reações mais comuns e uma série de orientações baseadas nas idades das crianças. É claro que isso pode variar muito, mas serão dicas preciosas nesse delicado momento familiar. E mais: a separação do casal não precisa ser motivo para mais culpa em relação aos filhos. Mas deve ser encarada com responsabilidade e como uma nova chance para todos.

domingo, 20 de março de 2011

Como educar os filhos trablhando fora?




Os cuidados com os filhos, em geral, tem estado a cargo da mãe por uma questão histórica e cultural: ela sempre foi dona de casa e o marido passava a maior parte do tempo fora de casa trabalhando, portanto, ela é quem se tornava responsável e recorria ao pai quando sua autoridade como mãe não era respeitada (sabe aquela coisa de dizer ao filho: "já que você não faz o que eu quero, eu vou contar para o seu pai, você vai se ver com seu pai...")





Mas com a modernidade, as mulheres trabalhando fora, sem muito tempo para se dedicarem aos filhos como gostariam, a educação dos filhos deveria ser dividida entre o casal, algo que geralmente não tem acontecido, pois elas continuam a educar seus filhos e dispender seu pouco tempo disponível a eles, enquanto o pai continua na posição cômoda de voltar para casa e ver tv.





Mas este quadro tem mudado aos poucos, com muitos pais percebendo a dificuldade de suas esposas em administrar tudo dentro de casa e propondo-se a colaborar tanto nas tarefas domésticas, quanto na educação dos filhos, seja acompanhando suas lições de casa, seja dispondo de um tempo para conversar e brincar com eles.





O ideal é que a educação seja algo feito em conjunto entre pai e mãe e, principalmente, que ambos concordem entre si, pelo menos na frente das crianças. Discussões a respeito de como educar os filhos NUNCA devem ocorrer na frente das crianças, pois abrem espaço para que os filhos manipulem os pais de acordo com suas vontades. Um exemplo: o pai não deixa o filho ficar no computador até mais tarde e a mãe, com dó do filho, age no sentido de quebrar a regra imposta pelo pai. Agindo assim, ela faz o pai perder toda a sua autoridade e, pior que isso, ensina seu filho de que sempre há uma maneira de se conseguir o que deseja, criando-o sem limites, achando que pode tudo! O inverso também acontece, quando o pai, por se sentir culpado de não estar mais presente, acaba satisfazendo as vontades deles, contrariando a mãe.





Educar é dar o exemplo! Não adianta o pai falar uma coisa e fazer outra, os filhos seguem o comportamento e não as palavras! Educar também é estar presente, participar com os filhos de atividades em comum (jogar, brincar são atividades que aproximam os pais dos filhos), saber ouvir o que os filhos tem a dizer e não criticá-los pura e simplesmente, mas deixando claro que não concordam com determinadas atitudes dos filhos quando eles não agem da forma como deveriam agir, deixando espaço para o diálogo, para que eles expressem seus motivos para terem agido daquela determinada forma. Castigos funcionam somente quando os pais deixam claro o porque do castigo.





A base para uma educação efetiva está em estabelecer um vínculo afetivo duradouro e isso se faz com diálogo, convívio e respeito mútuo!





O ideal para criar e educar uma criança, que se torne um adulto seguro de si e cidadão, é que pai e mãe se relacionem bem entre si, independente de estarem casados ou não. Uma coisa é ser pai, ser mãe, outra bem diferente é ser um casal, homem-mulher, o relacionamento do casal pode acabar um dia, mas o papel de pais será pela vida afora! E é importante que estes pais, casados ou separados tenham consciência de que filhos são para a vida toda e que são os principais responsáveis pela sua educação. Portanto, brigas do casal à parte, eles devem sempre dialogar a respeito de como conduzir a educação dos filhos e o papel que cabe a cada um deles.





Em geral, os homens ainda tem dificuldade em mostrar seus sentimentos, em conviver com seus filhos, seja porque o convívio durante o casamento foi pequeno, seja porque evitam conviver com os filhos justamente para evitar qualquer contato com a ex-esposa em virtude de discussões ou conflitos que continuam após a separação.





Muitos pais até gostariam de manter um contato maior com os filhos, mas seu trabalho e seu tempo disponível nem sempre é compatível com o tempo disponível dos filhos, ou mesmo porque a lei os obriga a ver os filhos apenas a cada quinze dias, o que dificulta a construção mais efetiva dos laços afetivos entre eles ou até pela dificuldade de fazer acordos extra-judiciais com a mãe para ver os filhos em outros momentos importantes para o estabelecimento dos laços afetivos.





É comum vermos pais que, por terem dificuldade em mostrar seu afeto ou porque se sentem culpados com a separação, satisfazerem todos os gostos de seus filhos, tendo dificuldades em dizer não a eles e mimando-os excessivamente, como se isso fosse minimizar seu sentimento de culpa ou fazer com que seus filhos o amem.





Para que o pai possa estabelecer e manter um relacionamento saudável com seus filhos pela vida afora, é importante que esse contato seja de qualidade ou seja, que ele esteja presente e mantenha atividades junto com seus filhos: conversar, brincar, ver filme junto com eles, etc... Também é importante dialogar com eles a respeito do dia a dia deles, como estão na escola, verificar suas lições de casa, saber dos amiguinhos e, porque não, promover passeios junto com os filhos e os amiguinhos deles. No caso dos amiguinhos dos filhos terem pais separados, é interessante que todos estes pais se reúnam de vez em quando e troquem experiências entre eles e que estejam junto com os filhos. Uma idéia seria promover um churrasco, uma partida de futebol (time dos filhos contra o time dos pais), viagem no final de semana, etc... Saliento que, mais importante do que o tempo dispendido com os filhos, é a qualidade deste tempo com eles. Muitas vezes, meia hora de conversa e atenção exclusiva para os filhos é muito mais efetivo do que passar um dia todo sem ao menos conversar com eles, apenas embaixo do mesmo teto.

sexta-feira, 18 de março de 2011

O sucesso na escola


O sucesso da criança na escola vai depender, em grande, parte da sua atuação nas atividades propostas pelos educadores. E, para que a criança não tenha problemas de aprendizagem, é importante que ela domine as habilidades consideradas habituais de sua idade. As habilidades da criança aumentam com a experiência. E são as oportunidades que pais e educadores proporcionam a ela que lhe fornecem essas experiências. Nos primeiros anos de vida, nossos filhos dependem muito de nós. A comida que lhes damos, bem como o amor, os cuidados e oportunidades que lhes proporcionamos, afetam o modo como eles crescem. E, com cinco ou seis anos, espera-se que a criança seja independente o bastante para enfrentar a escola. Durante esse tempo, a criança desenvolve uma porção de habilidades, que geralmente, agradam muitos pais, mas que às vezes são também motivo de preocupações. Tomemos como exemplo, uma criança que não sabe vestir-se sozinha e sente-se mal quando precisa trocar de roupas, na aula de recreação da piscina da escola. Ter consciência da origem do problema é essencial para resolvê-lo.

Uma vez identificada à origem do problema, é a ação conjunta dos educadores e dos pais que permite sua superação. Esse é um dos motivos porque é importante que os pais tenham e mantenha o maior contacto possível com a escola.

Muitas vezes os pais fazem com que os filhos sejam muito dependentes, e isso os prejudica quando ingressam na escola. Em diversos casos, o ideal é que se trace, junto com os profissionais da escola, um plano de correção do problema. É claro que isto não depende apenas da criança, de seus educadores, mas especialmente dos pais.



Ajudar nossos filhos não quer dizer que devemos fazer suas lições, isso só o prejudicaria, o que eles necessitam é que nós os ajudemos a pensar, que os oriente, mostrando como se procura informações em livros, nos cadernos, etc. O processo de educação na escola, com os educadores e colegas, devem continuar em casa: e aquilo que nossos filhos aprendem em casa permanece fundamental para sua formação.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Comunicação na Família


Desde algumas décadas, os valores da família sofreram repetidos assaltos, ocasionando graves danos nos planos humano, social e religioso. Existem diversos valores que precisam ser redescobertos; entre eles, a comunicação na família.

Com o tempo, devido à dureza do coração humano, os valores vão se degenerando, ferindo o plano inicial de Deus e a própria essência do ser humano. Cada vez mais, o homem vai se distanciando do caminho da verdadeira felicidade.

A comunicação é um campo de trocas, de interações, que permitem nos perceber, nos expressar e nos relacionar com os outros. Ensinar e aprender. Moram (1998) afirma que comunicar é entrar em sintonia, aproximar, trocar, dialogar, expressar, influenciar, persuadir, convencer, solidarizar, tornar transparente, comungar.

Na comunicação, expressamos e buscamos o nosso lugar pessoal, nosso eixo, nosso centro, a partir do qual interagimos com os outros, com a sociedade.

Vivemos em constante comunicação. Nossa vida é comunicação! Comunicamo-nos com palavras, ações, posturas, gestos superficiais e até com nosso modo de andar.

Do ponto de vista da psicologia, a comunicação é uma das necessidades emocionais mais essenciais ao ser humano.

Comunicamo-nos porque temos carências. Precisamos de muitas informações para preencher nossos desejos e expectativas, para acalmar nossos medos, na busca de integrar o "eu dividido", as tensões que dispersam, os antagonismos que nos atraem para várias direções.

Comunicamo-nos para fugir da solidão, porque nos sentimos sós.

A comunicação desvenda, cura, ajuda a "reviver" situações introjetadas. O ponto de partida de Freud é que a comunicação cura. Falar com o outro revela o que estava escondido até de nós mesmos. E outras linhas terapêuticas caminham, com variantes, na mesma direção. A comunicação com o outro é reveladora.

Talvez o divino projeto humano, com uma boca e dois ouvidos, tenha sido feito especificamente para os casais. Segundo Taylor (2000), significa a indicação sutil da proporção correta entre falar e escutar. É mesmo divino quando parceiros podem, escutar, um ao outro, duas vezes mais do que cada um fala. Se quisermos, podemos transformar a parte mais passiva do relacionamento interpessoal num recurso ainda maior — aprendendo a escuta profunda. Pois, enquanto escutar ainda é a maior dádiva do amor, a escuta profunda é o que faz o amor durar.

E agora? Alguns anos se passaram, os filhos vieram e cresceram, trazendo alegrias e preocupações. É justamente nesse momento que se encontrar, dialogar, conversar, compreender, falar e ouvir — sobretudo ouvir, tornam-se uma necessidade, um dever na família

O relacionamento entre pais e filhos é bastante complexo e passa por muitas mudanças ao longo do tempo. A rede familiar, que está inserida num contexto social e histórico, sofre várias influências. A conduta de um influi na do outro, num complexo sistema de trocas. Muitas dificuldades que os pais tiveram quando pequenos são "reeditadas" no contato com os filhos.

Crenças, valores, maneiras de encarar e de viver a vida, noções do que é ser bons pais e bons filhos, tudo isso entra na composição do relacionamento

Percebemos que diante de todo esse contexto, a comunicação não depende só de uma pessoa; depende do tipo de relação que se estabelece com os outros. É importante estar atento aos diversos tipos de com comunicação que desenvolvemos com as pessoas que nos cercam. Examinemos as pessoas que nos ajudam, as que complicam, as que caminham bem e àquelas que nos causam problemas. Precisamos ser mais coerentes, abertos, autênticos para cada situação, facilitando, assim, o processo de comunicação

quarta-feira, 16 de março de 2011

Transtorno de Déficit de Atenção




Todo mundo conhece, pelo menos, um menino ou uma menina que na escola distrai-se com facilidade durante as aulas, perde coisas necessárias para as atividades, comete erros por descuido em tarefas, não consegue seguir instruções, não finaliza deveres escolares, apresenta baixo desempenho, vive "a mil por hora" ou age como se estivesse "ligado na tomada". Na família, tira o sossego dos pais, fazendo-os se desdobrarem para manter o mínimo de obediência e limite, assim como os leva a uma preocupação constante por viver "no mundo da lua" e não fazer as coisas direito.

O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade é um distúrbio neurológico, de causas genéticas, caracterizado por sintomas de distração, inquietude e impulsividade. Precisa ser diagnosticado por um neuropediatra ou psiquiatra e ser tratado com psicoterapia e medicamentos.

O TDAH parece ser resultado do processamento irregular de informações nas áreas cerebrais responsáveis pela emoção e pelo controle dos impulsos e dos movimentos. Mas essas variações não indicam nenhum comprometimento mental. Os sintomas típicos de desatenção, hiperatividade e agitação aparecem em todas as idades, até mesmo em adultos, mas com uma disparidade considerável em crianças com 06 a 16 anos. Sabe-se que cerca de 30% dos meninos e 15% das meninas vão desenvolver distúrbios de aprendizado quando estiverem na metade da adolescência. A agitação física normalmente se reduz no adolescente, mas a falta de atenção permanece, e, muitas vezes, se associa a comportamentos antissociais e problemas emocionais. As crianças mostram-se esquecidas ou impacientes.

A falta de controle dos impulsos se manifesta em decisões precipitadas. Ainda assim, crianças com TDAH, muitas vezes, comportam-se de modo perfeitamente normal em situações novas, principalmente se tiverem pouca duração e envolverem contato direto com pessoas agradáveis, ou forem estimulantes. Antecedentes como temperamento difícil ou transtornos de sono ou apetite já foram detectados em crianças com menos de 3 anos que depois foram diagnosticadas com TDAH, mas não é possível fazer uma avaliação definitiva nos primeiros 3 anos de vida.

Atualmente é possível identificar o problema segundo um conjunto de características que o diferenciam do comportamento adequado para cada idade. Mesmo assim, as discussões sobre o exagero no diagnóstico e sobre o melhor tratamento estão mais acirradas que nunca. O ideal é que, comprovado o diagnóstico de TDAH, família e escola busquem promover as adequações necessárias à formação da criança e do adolescente.

É preciso ter ciência de que o ritmo e os estímulos são diferentes. Por outro lado, não significa que os mesmos devam ser abandonados a sua própria vontade. Pelo contrário, é necessário estabelecer uma rotina clara e previsível do dia, como se fosse um roteiro provável a ser seguido. As normas das escolas e as regras de casa devem ser repetidas constantemente, para que sejam internalizadas.

É fundamental que o próprio indivíduo, com orientação e apoio, aprenda a organizar a sua vida e a cuidar bem das suas atividades diárias, sentindo-se melhor e mais confiante.

terça-feira, 15 de março de 2011

Como agir com os alunos envolvidos em um caso de bullying?


A escola não pode legitimar a atuação do autor da agressão nem humilhá-lo ou puni-lo com medidas não relacionadas ao mal causado, como proibi-lo de frequentar o intervalo.

Já o alvo precisa ter a autoestima fortalecida e sentir que está em um lugar seguro para falar sobre o ocorrido. "Às vezes, quando o aluno resolve conversar, não recebe a atenção necessária, pois a escola não acha o problema grave e deixa passar", alerta Aramis Lopes, presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Ainda é preciso conscientizar o espectador do bullying, que endossa a ação do autor. ''Trazer para a aula situações hipotéticas, como realizar atividades com trocas de papéis, são ações que ajudam a conscientizar toda a turma.

Brinquedo diverte e faz....


Brinquedo e brincadeiras que envolvem criatividade, coordenação, concentração e movimentos são essenciais no desenvolvimento físico e mental das crianças.

Desde os primeiros momentos de vida, a criança deve ter contato com os brinquedos, pois eles exercitam a linguagem, o pensamento, a imaginação e a percepção das coisas. Os brinquedos também ajudam na recuperação de crianças com problemas motores, patológicos, mentais ou, até mesmo, com sequelas resultantes de algum trauma.

Brincar deve ser um ato presente em todas as fases do desenvolvimento infantil. A criança que não brinca não se desenvolve satisfatoriamente. O bebê só pode recriar algo que já foi vivido por ele, e, a princípio, é a mãe que lhe fornece as experiências que ele deseja recriar.

As crianças mais novas, dos dois aos quatro anos, devem brincar com jogos de montar e desmontar, de encaixe, de faz de conta e de formas, que ajudam a estimular nelas a coordenação motora e o desenvolvimento físico e intelectual.

Com objetos e o uso que criança fará deles, surgirá espaço para que a fantasia e a realidade, a subjetividade e a objetividade se misturem, desenvolvendo, assim, o dom da imaginação.

Dos quatros aos seis anos, os jogos com massinha, bola, fantoches, argila, entre outros contribuem para a alfabetização e o crescimento muscular da criança. Já a partir dos sete anos, começa o interesse por esportes, dança, música e jogos mais elaborados, que contribuem para uma melhor percepção e definição de detalhes visuais e auditivos.

É preciso que a criança tenha espaço para criar, momento em que ela aprende brincando. Infelizmente os brinquedos de alta tecnologia têm "roubado" o espaço dos que são verdadeiramente importantes ao desenvolvimento infantil, pois estes proporcionam à criança uma maior chance de desenvolver sua criatividade e criticidade. Com a brincadeira, a criança ainda aprende a resolver seus pequenos problemas, o que a torna mais segura e com mais autonomia.