A mídia traz notícias o tempo todo, num frenesi que inunda nossas mentes com todo tipo de coisas, tragédias, acidentes, conflitos, de situações corriqueiras e banais até outras de maior grandeza. Ontem, vi que uma menina de 13 anos estava desaparecida há uma semana, depois de ter saído de casa sem falar com a avó. Assisti à reportagem em que a mãe e a avó da garota estavam sentadas no sofá falando sobre a situação. A mãe mostrava um panfleto com a foto da filha e o título Desaparecida. Relataram que há tempos vinham com problemas com ela por causa do computador. Ela passava muito tempo em contato com a internet e a mãe chegou a proibir o uso. Mas a menina passou a usar o computador de amigos, vizinhos e parentes. E foi no aparelho de um tio que foi descoberta uma conversa dela com um rapaz, de onde combinaram um encontro num ponto de ônibus da cidade onde mora, no Estado do Paraná. Desde então não se tinha mais notícias da garota. Agora se soube que ela foi para a casa de um rapaz de 19 anos, um suposto namorado que ela conheceu através da internet. Ela foi denunciada pela mãe do rapaz que disse que a menina mentiu a idade, dizendo ter 17 anos.
A imagem da mãe e da avó, aflitas, num misto de medo e esperança diante de uma situação obscura provoca em mim alguns sentimentos. Como psicóloga e como mãe sinto a urgência de buscar mais consciência e luz sobre o problema. Mas qual é o problema, afinal? O que deveria ser o objeto de minha reflexão aqui? A adolescência? A relação pais e filhos? A internet e suas influências? Os sites de relacionamento? A violência sexual? Sei que qualquer que seja o caminho que tomar poderia encontrar confluências com os outros. Decidi, então, deter-me na relação pais e filhos. Nesse caminho estou envolvida diretamente, como mãe. Nos outros também estamos, embora indiretamente.
Sabemos que vem mudando o nível de presença dos pais na vida de seus filhos. O trabalho de acompanhamento do crescimento da criança, com os detalhes e as variações que existem, tem sido, em muitos casos, de responsabilidade de babás, avós ou escolas maternais, desde que a mulher conquistou seu espaço no mercado de trabalho. E a ausência física comprometeu a presença psíquica e afetiva, pois não é possível argumentar que interessa a qualidade da relação, como se tal não dependesse de certa quantidade. Partindo da compreensão de que a criança necessita de alguma presença física e algum nível afetivo associado, a medida desse investimento fica a cargo da consciência dos pais sobre a responsabilidade que adquirem quando colocam um filho no mundo.
Como a sociedade contemporânea prega a felicidade a todo custo, ter um filho, hoje, tem sido, muitas vezes, parte desse projeto, mas apenas como mais um elemento junto às outras aquisições. O filho nasce “para” os pais, então. Ele não pode, assim, atrapalhar esse projeto, com a ameaça de falência desse objetivo tão faturado pela mídia: ser feliz acima de qualquer coisa. Aliado a isso, estamos aprendendo que um filho necessita de muitas coisas para ser feliz e com isso também acabar por realizar o projeto de felicidade de seus pais. E essas coisas têm se resumido à aquisição de bens materiais, e de um modo de vida que se molda não pela vivência e aprendizagem com a experiência, mas por um estilo consumista. Sendo assim, viver passa a ser consumir bens, modas, ideias e atitudes e até sentimentos.
Nessa obsessão de realizar o projeto “quero ser feliz e nada irá me deter” os pais tornam-se cansados, exaustos por tantas providências que esse viver exige, e com isso não lhes resta a energia suficiente para o acompanhamento do filho. E é aí que entram a televisão e o computador como assistentes auxiliares para manterem a criança e o adolescente distraídos, sem problemas com tédio e pouco exigentes em relação à presença dos pais. Se tempos atrás a criança vinha perguntar: “Mãe, do que eu posso brincar?”, isso está resolvido, agora, com esses maravilhosos inventos tecnológicos.
Se a TV proporciona uma relação em que a pessoa fica basicamente passiva adquirindo informações, muitas vezes de maneira indiscriminada, a internet, essa rede mundial de computadores já traz uma sofisticação quando possibilita transpor limites e realizar contatos nunca d’antes imaginados quanto mais realizados. Trata-se de algo muito atrativo e com isso jovens têm ocupado grande parte de seu tempo livre com esses contatos.
Pais descansados, filhos livres. Como se trata de uma liberdade precoce, esta ainda não conta com a responsabilidade suficiente para acompanhá-la; uma responsabilidade que primeiro tem de ser pautada na autoridade assumida pelos pais e gradativamente transferida para os filhos. Mas é como se uma pessoa tentasse obter a oportunidade de fazer uma experiência, mas sem estar presente nela. Isso me fez lembrar justamente esse pensamento quando fiquei grávida de minha primeira filha. Quando fui chamada para o momento do parto, eu pensei: “É, não tem jeito, sou eu que tenho de ir mesmo, ninguém poderá ir por mim”. Há coisas das quais conseguimos escapar, damos um jeitinho, botamos outro em nosso lugar e pronto, passamos pela situação com a sensação de que escapamos do envolvimento mais difícil.
Ninguém poderá nascer por mim e tampouco morrer. São duas experiências muito claras, não haverá quem duvide.
De que experiências teríamos a ilusão de que não precisaríamos estar presentes e podemos, então, escapar? Vou arriscar uma: a de ser pais? Que outras?
Este é um Blog para família. Tem cultura, cuidado com filhos,amor próprio,auto-ajuda,espiritualidade,momentosde alegria e muito mais... Por ser um Blog simples vc vai gostar!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Colo em extinção
Desconfio de que o colo esteja em extinção. Tenho ouvido muitos relatos sobre bebês, avós que contam sobre seus netinhos, mães que descrevem seus filhos. São discursos acompanhados de exclamações, surpresas, tamanha tem sido a esperteza dessas crianças.
Cada época, na civilização, constrói seus homens, suas mulheres, suas crianças, as relações entre eles. Cada época tem a sua natureza específica. Cada época, enfim, tem a civilização que merece. Também poderia dizer que esses homens, mulheres e crianças é que constroem uma época. Criador e criatura, sejam quem forem, evoluem, regridem, alternadamente, e vão buscando novas e velhas maneiras de sobreviver neste enigmático planeta.
A sociedade contemporânea vem emitindo as mensagens que representam seus desejos, sejam relativos ao tipo de ser humano que bem a refletirá, ao seu modo de vida, aos valores em vigor, aos modelos corporais aplaudidos, aos filhos que pretende conceber e até as doenças e os sintomas que precisará enfrentar.
A perfeição, a busca da perpetuação da juventude, o consumismo desenfreado, a felicidade como meta primordial, a facilitação dos processos, a morte dos ciclos e o apressamento dos andamentos, a medicalização de todos os males, a redução dos sentimentos abrindo lugar para as fortes emoções e muita diversão, os empregos entregues a leilão e as profissões se intercruzando indefinidamente, tudo isso e muito mais, vão determinando desde cedo o que esperamos do ser humano. Com tanta ansiedade, pressa e competição, que mãe quererá colocar seu bebê deitado, na posição horizontal, com iluminação baixa e ambiente tranquilo?
Relaxar? Nunca! Essa criança não pode perder tempo, senão corre o risco de ser um fracasso. Numa sociedade de tanta visibilidade e anseio por sucesso, o bebê tem de corresponder. Então ele precisa ser lindo, inteligente, precoce e rebelde. A única posição permitida é a vertical, imediatamente. A coluna vertebral, cervical, as musculaturas, o corpo se incumbirá, tão logo esse bebê nasça, de botá-lo de pé, bípede. Se ele tiver problemas de coluna, mais à frente, isso não será problema, pois próteses e chips não faltarão. Se ele tiver pânicos pela falta de uma estrutura psíquica suficiente para sustentá-lo, isso também não será problema, pois os remédios estão aí para alegrá-lo rapidamente, e os livros de autoajuda para fazê-lo sentir-se poderoso.
Pai e mãe, bem-intencionados, querem que seu filho seja parte da sociedade em que vive, claro. Se ele for a parte melhor, então, o campeão, a felicidade estará garantida. Os pais também não podem perder tempo, tempo é dinheiro, tempo é um sistema sabidamente planejado, e por isso precioso.
De forma subliminar ou até mesmo manifesta, essas mensagens vão sendo comunicadas e os bebês de hoje são por demais inteligentes para perceber o que se espera deles. “Filhinho, fique de pé, logo, que papai e mamãe ficarão muito felizes, realizados... e aliviados”.
E o colo? Essa concha aconchegante, esse gesto afetivo que acolhe fragilidades, que reconhece nossa humanidade e aquece nossa alma. Esse colo em que o bebê, pelo menos no primeiro mês após seu nascimento, aceita – com a anuência de sua mãe – descansar, na posição horizontal, nos braços de alguém. A entrega a um estado de ilusão é, bem dizia o psicanalista Winnicott, necessária para a formação gradual da autoconfiança. Trata-se da ilusão de que há, naquele momento, alguém que está cuidando para que as satisfações mais básicas desse bebê, físicas e afetivas, sejam garantidas.
Haverá lugar para ele, ainda?
Cada época, na civilização, constrói seus homens, suas mulheres, suas crianças, as relações entre eles. Cada época tem a sua natureza específica. Cada época, enfim, tem a civilização que merece. Também poderia dizer que esses homens, mulheres e crianças é que constroem uma época. Criador e criatura, sejam quem forem, evoluem, regridem, alternadamente, e vão buscando novas e velhas maneiras de sobreviver neste enigmático planeta.
A sociedade contemporânea vem emitindo as mensagens que representam seus desejos, sejam relativos ao tipo de ser humano que bem a refletirá, ao seu modo de vida, aos valores em vigor, aos modelos corporais aplaudidos, aos filhos que pretende conceber e até as doenças e os sintomas que precisará enfrentar.
A perfeição, a busca da perpetuação da juventude, o consumismo desenfreado, a felicidade como meta primordial, a facilitação dos processos, a morte dos ciclos e o apressamento dos andamentos, a medicalização de todos os males, a redução dos sentimentos abrindo lugar para as fortes emoções e muita diversão, os empregos entregues a leilão e as profissões se intercruzando indefinidamente, tudo isso e muito mais, vão determinando desde cedo o que esperamos do ser humano. Com tanta ansiedade, pressa e competição, que mãe quererá colocar seu bebê deitado, na posição horizontal, com iluminação baixa e ambiente tranquilo?
Relaxar? Nunca! Essa criança não pode perder tempo, senão corre o risco de ser um fracasso. Numa sociedade de tanta visibilidade e anseio por sucesso, o bebê tem de corresponder. Então ele precisa ser lindo, inteligente, precoce e rebelde. A única posição permitida é a vertical, imediatamente. A coluna vertebral, cervical, as musculaturas, o corpo se incumbirá, tão logo esse bebê nasça, de botá-lo de pé, bípede. Se ele tiver problemas de coluna, mais à frente, isso não será problema, pois próteses e chips não faltarão. Se ele tiver pânicos pela falta de uma estrutura psíquica suficiente para sustentá-lo, isso também não será problema, pois os remédios estão aí para alegrá-lo rapidamente, e os livros de autoajuda para fazê-lo sentir-se poderoso.
Pai e mãe, bem-intencionados, querem que seu filho seja parte da sociedade em que vive, claro. Se ele for a parte melhor, então, o campeão, a felicidade estará garantida. Os pais também não podem perder tempo, tempo é dinheiro, tempo é um sistema sabidamente planejado, e por isso precioso.
De forma subliminar ou até mesmo manifesta, essas mensagens vão sendo comunicadas e os bebês de hoje são por demais inteligentes para perceber o que se espera deles. “Filhinho, fique de pé, logo, que papai e mamãe ficarão muito felizes, realizados... e aliviados”.
E o colo? Essa concha aconchegante, esse gesto afetivo que acolhe fragilidades, que reconhece nossa humanidade e aquece nossa alma. Esse colo em que o bebê, pelo menos no primeiro mês após seu nascimento, aceita – com a anuência de sua mãe – descansar, na posição horizontal, nos braços de alguém. A entrega a um estado de ilusão é, bem dizia o psicanalista Winnicott, necessária para a formação gradual da autoconfiança. Trata-se da ilusão de que há, naquele momento, alguém que está cuidando para que as satisfações mais básicas desse bebê, físicas e afetivas, sejam garantidas.
Haverá lugar para ele, ainda?
terça-feira, 24 de maio de 2011
Acredito que a forma de educar meus filhos é assunto de minha família. Porque uma questão privada deve ser discutida na “sociedade”?
O castigo físico é uma forma de violência social e legalmente aceita e viola o direito da proteção integral da criança e do adolescente. A Convenção sobre os Direitos da Criança, ratificada por 130 países, dentre eles o Brasil, recomenda expressamente que as punições corporais na família, na escola e nas instituições penais, sejam proibidas por todos os signatários. O que para muitos parece uma simples questão privada, acaba tendo reflexos negativos para toda uma sociedade. Um exemplo é a questão da violência contra a mulher.
Até algumas décadas atrás, a violência contra mulher também era considerada um ”problema privado”, e muitos países ainda consideram que a mulher é “propriedade”do homem. No entanto essa situação vem mudando, sendo que muitos países já possuem legislações exclusivas para o tema, e a mulher é progressivamente vista como sujeito de direitos nas mesmas condições que qualquer outro cidadão. Sendo as crianças indivíduos vulneráveis, garantir a sua integridade física e moral é dever de todos: da família, da comunidade e da sociedade.
Até algumas décadas atrás, a violência contra mulher também era considerada um ”problema privado”, e muitos países ainda consideram que a mulher é “propriedade”do homem. No entanto essa situação vem mudando, sendo que muitos países já possuem legislações exclusivas para o tema, e a mulher é progressivamente vista como sujeito de direitos nas mesmas condições que qualquer outro cidadão. Sendo as crianças indivíduos vulneráveis, garantir a sua integridade física e moral é dever de todos: da família, da comunidade e da sociedade.
Resposta aos pais....Meu filho está agressivo e não obedece. Já tentei fazer várias coisas e não quero bater. Como dar limites sem bater? O que faço?
Sabemos que os pais e cuidadores querem educar as crianças da melhor forma possível e muitas vezes não sabem quais as alternativas para colocar limites ou lidar com comportamentos que consideram inadequados. Partimos do princípio que todas as crianças devem crescer em um ambiente livre de violência e que o diálogo – mesmo com os muito pequenos – deve sempre prevalecer. Uma criança que apanha ou é humilhada vai aprender que os conflitos se resolvem desta maneira.
Tente com calma conversar com seu filho. Muitas vezes as crianças testam os limites dos pais e cuidadores e é preciso colocar esses limites. Se quando a criança grita ou tem um comportamento agressivo os pais cedem ao que ele queria, ele vai aprender que gritando e caindo no chão ele irá conseguir o que quer. Uma dica é sempre que for falar com eles sobre a atitude que está tendo, abaixe-se para ficar da altura dele e olhe nos olhos. Se considerar necessário deixá-lo de castigo, uma possibilidade é escolher uma cadeira, e explicar que vai ser o lugar do castigo e o porquê do castigo para que ele peça desculpas. É importante que o local do “castigo” seja seguro e à sua vista. É importante ressaltar que o tempo do castigo depende da idade da criança. Em geral crianças muito pequenas não entendem de forma clara a relação causa e efeito – não adiantando deixá-las de castigo.
As crianças precisam de limites para crescer de forma saudável. Alguns desses limites são definidos pelas regras de convivência. Assim como não podemos bater em um colega de trabalho, elas também não podem bater nos colegas ou em qualquer pessoa em casa ou na rua. Esse tipo de limite é diferente daqueles que usamos para proteger as crianças, como por exemplo, quando impedimos que atravessem a rua sozinhas. Nesse último caso, a criança desafia os pais para ter certeza de que são cuidadas e amadas. Estes últimos limites ainda são diferentes daqueles limites em que simplesmente servem para não satisfazer as vontades das crianças, como por exemplo: a criança pode comer doce antes das refeições? Isto pode ser completamente negociável. Há famílias que podem, outras não, outras ainda às vezes, ou seja, nesses casos você pode negociar com seu filho, para que ele não esteja completamente submetido a limites que são aleatórios. Assim, ele poderá escolher e se responsabilizar pelas suas escolhas. Além disso, poder negociar com seu filho é uma grande chance de vocês manterem um diálogo!
As crianças geralmente percebem quando estamos nervosos, com raiva ou felizes. Converse com seus filhos. Explique, por exemplo, quando você está nervoso/a ou sem paciência por determinada coisa e que ele não tem culpa disso.
É importante ressaltar que não existe apenas um jeito certo para educar. As dinâmicas familiares e relações estabelecidas entre cuidadores e crianças são diversas e é no dia-a-dia que você encontrará as melhores formas de educar seus filhos, de acordo com as características de cada um deles. Educar é um processo diário e as mudanças muitas vezes levam tempo.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Não tenho auutoridade com meus filhos, o que faço?
É possível impor limites sem recorrer à violência. Existem alternativas para educar, ensinar, corrigir e disciplinar sem necessidade de recorrer aos castigos físicos os psicológicos. Ser autoritário e ter autoridade sobre os filhos são coisas diferentes. Os pais autoritários geram filhos com medo e ressentidos. Ao contrário, pais com autoridade a conquistaram com respeito e diálogo. As crianças aprendem a se relacionar com os adultos a partir da maneira como eles se relacionam com elas. Sabemos que a criança precisa de limites. A idéia não é remover os limites e a disciplina da educação e da criação dos filhos. Mas utilizar formas de disciplina sem uso da violência.
domingo, 22 de maio de 2011
No Regrets
Não importa o quanto você tem de esperar!
Sempre vale a pena e nuuuunca é tarde demais para fazer o que amamos!!!
Assistam!!!
A última frase é SEN-SA-CIO-NAL!!!!!!
http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=JAwOZvvGsRs
Uma excelente semana para todos!!!
Sempre vale a pena e nuuuunca é tarde demais para fazer o que amamos!!!
Assistam!!!
A última frase é SEN-SA-CIO-NAL!!!!!!
http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=JAwOZvvGsRs
Uma excelente semana para todos!!!
sábado, 21 de maio de 2011
Crianças e seus amigos imaínários
A maioria das crianças entre três e cinco anos cria um amigo imaginário ou invisível que acaba funcionando como uma espécie de recurso para eles compreenderem todos os sentimentos de alegria e tristeza que despertam nessa idade.
Os adultos TAMBÉM fazem, se pegam falando sozinhos, discutindo determinados assuntos consigo mesmo ou agindo como se houvesse uma outra pessoa presente ao seu lado.
Se isso muitas vezes acontece na fase adulta,imaginem na infância. Nesse caso, há uma explicação psicológica eemocional.
Os adultos TAMBÉM fazem, se pegam falando sozinhos, discutindo determinados assuntos consigo mesmo ou agindo como se houvesse uma outra pessoa presente ao seu lado.
Se isso muitas vezes acontece na fase adulta,imaginem na infância. Nesse caso, há uma explicação psicológica eemocional.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Momento de Inspiração
Não se permita dar desculpas
Você já se ouviu dizer: "Eu não posso fazer isso, eu não sou tão talentosa, eu não tenho as finanças", ou "eu não tenho feito isso há tanto tempo, eu sou muito velho, eu estou muito fora de forma? É fácil pensar, eu nunca vou casar. Eu estive solteira por muito tempo. Ou você pensa, eu nunca vou sair da dívida. Eu devo muito e parece que não consigo progredir. Não se permita dar desculpas, porque se você as der por muito tempo, você mesmo poderá começar a acreditar nelas.
Moisés tinha um jeito de arranjar desculpas. Quando Deus o chamou para liderar o povo Hebreu para fora do cativeiro, a primeira declaração da boca de Moisés foi: "Eu não posso Deus, eu gaguejo". Moisés queria ajudar os Israelitas, mas ele tinha dado tantas desculpas que ele não acreditava em si mesmo. Mas Deus quis ajudar Moisés. Ele queria capacitá-lo, então ele disse a Moisés: "Vou enviar o seu irmão, Arão, para ajudá-lo."
Assim como Deus ajudou Moisés, Ele também quer ajudá-lo a realizar grandes coisas em sua vida. Ele fará as pessoas certas cruzarem seu caminho e abrirá novas novas portas à sua frente. Às vezes, Deus apresenta oportunidades que parecem pequenas ou insignificantes, talvez até comuns. Talvez você não veja como elas se encaixam no quadro geral de sua vida. No entanto, se Deus está lhe presenteando com algo, ele tem um propósito para isso e ele pode elevá-lo e promovê-lo a responsabilidades maiores. Mas, para isso, você deve parar de inventar desculpas e começar a acreditar em si mesmo.
Não se esqueça de encaminhar este momento aos seus amigos!
Deus abençõe,
Henry Fisher
Você já se ouviu dizer: "Eu não posso fazer isso, eu não sou tão talentosa, eu não tenho as finanças", ou "eu não tenho feito isso há tanto tempo, eu sou muito velho, eu estou muito fora de forma? É fácil pensar, eu nunca vou casar. Eu estive solteira por muito tempo. Ou você pensa, eu nunca vou sair da dívida. Eu devo muito e parece que não consigo progredir. Não se permita dar desculpas, porque se você as der por muito tempo, você mesmo poderá começar a acreditar nelas.
Moisés tinha um jeito de arranjar desculpas. Quando Deus o chamou para liderar o povo Hebreu para fora do cativeiro, a primeira declaração da boca de Moisés foi: "Eu não posso Deus, eu gaguejo". Moisés queria ajudar os Israelitas, mas ele tinha dado tantas desculpas que ele não acreditava em si mesmo. Mas Deus quis ajudar Moisés. Ele queria capacitá-lo, então ele disse a Moisés: "Vou enviar o seu irmão, Arão, para ajudá-lo."
Assim como Deus ajudou Moisés, Ele também quer ajudá-lo a realizar grandes coisas em sua vida. Ele fará as pessoas certas cruzarem seu caminho e abrirá novas novas portas à sua frente. Às vezes, Deus apresenta oportunidades que parecem pequenas ou insignificantes, talvez até comuns. Talvez você não veja como elas se encaixam no quadro geral de sua vida. No entanto, se Deus está lhe presenteando com algo, ele tem um propósito para isso e ele pode elevá-lo e promovê-lo a responsabilidades maiores. Mas, para isso, você deve parar de inventar desculpas e começar a acreditar em si mesmo.
Não se esqueça de encaminhar este momento aos seus amigos!
Deus abençõe,
Henry Fisher
terça-feira, 17 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
A mulher invisível
Assistam por todas as mulheres incríveis e invisíveis...
http://www.youtube.com/watch?v=WBSAVK2xLgU&feature=player_detailpage
http://www.youtube.com/watch?v=WBSAVK2xLgU&feature=player_detailpage
Criança diz cada uma
"Adultos são o que as crianças se tornam depois que começam a produzir hormônios e a largar sonhos pelo caminho. E é assim que nos tornamos maduros, responsáveis e burrocráticos..."
AVESTRUZ - é a girafa dos passarinhos.
ADULTO - É uma pessoa que sabe tudo, mas quando não sabe diz logo: "veja na enciclopédia".
ALEGRIA - É um palhacinho no coração da gente.
AMAR - É pensar no outro, mesmo quando a gente nem tá pensando.
ARCO-ÍRIS - é uma ponte de vento.
BOCA - é a garagem da língua.
BONITA - "Se eu sou bonita ou inteligente? Se eu sou bonita, você vê na cara. E se eu sou inteligente, nem respondo a uma pergunta boba dessas".
CABELO - É uma coisa que serve pra gente não ficar careca.
CALCANHAR - É o queixo do pé.
CHOCOLATE - É uma coisa que a gente nunca oferece aos amigos porque eles aceitam.
CHOPE - é o refrigerante de adulto.
COBRA - É um bicho que só tem rabo.
CRIANÇA - Ser criança é não estragar a vida.
DEUS - Um dia eu disse que Deus era muito distraído e todo mundo riu. Só não sei a graça que isso tem.
DESERTO - Deserto é uma floresta sem árvores.
ELÉTRONS - São os micróbios da eletricidade.
ESPERANÇA - É um pedaço da gente que sabe que vai dar certo.
FÉ - É uma menininha, na praia, esvaziando o mar com um baldezinho de plástico furado.
FELICIDADE - é uma palavra que tem música.
FUTEBOL - É um jogo em que, às vezes, a trave joga melhor que o goleiro. Pega tudo.
FUTURO - É tudo que vem depois e, quando chega, já era.
HELICÓPTERO - é um carro com ventilador em cima.
INFERNO - É um lugar onde a gente morre muito mais.
MENTIRA - (ouve-se o estraçalhar de um vidro no banheiro e o menino grita) - "É mentira do barulho!"
MISTÉRIO - É uma coisa que a gente não sabe explicar direito e, quando explica, já não é.
NAMORADO - É uma pessoa que tem medo do claro.
NEVOEIRO - É poeira do frio.
PACIÊNCIA - É uma coisa que mamãe perde sempre.
PALHAÇO - é um homem todo pintado de piadas.
PIADA - É uma coisa engraçada que perde a graça quando a pessoa avisa que vai ser.
POLUIÇÃO - É sujeira do progresso.
REDE - É uma porção de buracos amarrados com barbante.
REFLEXO - É quando a água do lago se veste de árvores.
RELÂMPAGO - É um barulho rabiscando o céu.
SAUDADE - É quando uma pessoa que devia estar perto está longe.
SONO - É saudade de dormir.
SORTE - É a gente acordar, se preparar pra ir pra escola e descobrir que é feriado nacional.
STRIP-TEASE - É mulher tirando a roupa toda, na frente de todo mundo, sem ser pra tomar banho.
TRISTEZA - É uma criança com gesso no pé, sem assinatura.
VEIAS - São raízes que aparecem no pescoço das meninas que gritam.
VENTO - é ar com muita pressa.
VIDA - A vida de muita gente é só gol contra.
VIDA - A vida a gente não explica. Vive.
XINGAR - Quando eu xingo a minha avó, só xingo a metade que é do meu irmão.
Um abraço
AVESTRUZ - é a girafa dos passarinhos.
ADULTO - É uma pessoa que sabe tudo, mas quando não sabe diz logo: "veja na enciclopédia".
ALEGRIA - É um palhacinho no coração da gente.
AMAR - É pensar no outro, mesmo quando a gente nem tá pensando.
ARCO-ÍRIS - é uma ponte de vento.
BOCA - é a garagem da língua.
BONITA - "Se eu sou bonita ou inteligente? Se eu sou bonita, você vê na cara. E se eu sou inteligente, nem respondo a uma pergunta boba dessas".
CABELO - É uma coisa que serve pra gente não ficar careca.
CALCANHAR - É o queixo do pé.
CHOCOLATE - É uma coisa que a gente nunca oferece aos amigos porque eles aceitam.
CHOPE - é o refrigerante de adulto.
COBRA - É um bicho que só tem rabo.
CRIANÇA - Ser criança é não estragar a vida.
DEUS - Um dia eu disse que Deus era muito distraído e todo mundo riu. Só não sei a graça que isso tem.
DESERTO - Deserto é uma floresta sem árvores.
ELÉTRONS - São os micróbios da eletricidade.
ESPERANÇA - É um pedaço da gente que sabe que vai dar certo.
FÉ - É uma menininha, na praia, esvaziando o mar com um baldezinho de plástico furado.
FELICIDADE - é uma palavra que tem música.
FUTEBOL - É um jogo em que, às vezes, a trave joga melhor que o goleiro. Pega tudo.
FUTURO - É tudo que vem depois e, quando chega, já era.
HELICÓPTERO - é um carro com ventilador em cima.
INFERNO - É um lugar onde a gente morre muito mais.
MENTIRA - (ouve-se o estraçalhar de um vidro no banheiro e o menino grita) - "É mentira do barulho!"
MISTÉRIO - É uma coisa que a gente não sabe explicar direito e, quando explica, já não é.
NAMORADO - É uma pessoa que tem medo do claro.
NEVOEIRO - É poeira do frio.
PACIÊNCIA - É uma coisa que mamãe perde sempre.
PALHAÇO - é um homem todo pintado de piadas.
PIADA - É uma coisa engraçada que perde a graça quando a pessoa avisa que vai ser.
POLUIÇÃO - É sujeira do progresso.
REDE - É uma porção de buracos amarrados com barbante.
REFLEXO - É quando a água do lago se veste de árvores.
RELÂMPAGO - É um barulho rabiscando o céu.
SAUDADE - É quando uma pessoa que devia estar perto está longe.
SONO - É saudade de dormir.
SORTE - É a gente acordar, se preparar pra ir pra escola e descobrir que é feriado nacional.
STRIP-TEASE - É mulher tirando a roupa toda, na frente de todo mundo, sem ser pra tomar banho.
TRISTEZA - É uma criança com gesso no pé, sem assinatura.
VEIAS - São raízes que aparecem no pescoço das meninas que gritam.
VENTO - é ar com muita pressa.
VIDA - A vida de muita gente é só gol contra.
VIDA - A vida a gente não explica. Vive.
XINGAR - Quando eu xingo a minha avó, só xingo a metade que é do meu irmão.
Um abraço
sábado, 14 de maio de 2011
Criança esperta
Brincava de pique, esconde-esconde, soltava pipa, jogava bola, andava de bicicleta. Para a escola ia e voltava a pé brincando de correr e morava em casa. Não parava nunca. Essa era a vida das crianças de antigamente que eram magras simplesmente porque gastavam segundo alguns estudos, umas 600 calorias a mais se comparadas com as de hoje. Violência crescente, medo e carros. Muitos carros nas ruas congestionadas. As vilas onde a gente brincava não existem mais e as que existem se criança brincar na rua vem logo um vizinho chato reclamando do barulho. Outras vilas foram engolidas pela especulação imobiliária dando lugar a prédios, condomínios cercado de vigilância 24 horas mais parecendo prisões de segurança máxima. As crianças? Desapareceram das ruas e se divertem entre quatro paredes na frente de um computador. Quando não, estão de olhos fixos na televisão. Entre computador e TV passam mais de 27 horas sentadas, inércia que só perde para as horas de sono. Ficaram gordinhas, sem massa muscular e doenças que antes eram típicas de adultos como a hipertensão arterial e o diabetes passaram acometer também as crianças. Leva no médico pra quê se já sabe o porquê? Ao ouvir o médico dizer que precisa fazer exercício, controlar a alimentação os pais pensam estar transferindo a responsabilidade para ele. Foi o médico que falou!
Ora! Não precisamos ser muito inteligentes para saber que a obesidade na infância é a certeza de vida adulta problemática com pelo menos 30% mais chance de doenças cardiovasculares, articulares, ósseas, ansiedade, depressão e na terceira idade... Bom na terceira idade pode ser que nem chegue até lá porque já perdeu os 30% de vida. Pelo menos eu não conheço muitas pessoas com mais de 80 anos que seja obesa e tenha tido uma vida sem atividade física e preocupada com alimentação saudável.
Ora! Não precisamos ser muito inteligentes para saber que a obesidade na infância é a certeza de vida adulta problemática com pelo menos 30% mais chance de doenças cardiovasculares, articulares, ósseas, ansiedade, depressão e na terceira idade... Bom na terceira idade pode ser que nem chegue até lá porque já perdeu os 30% de vida. Pelo menos eu não conheço muitas pessoas com mais de 80 anos que seja obesa e tenha tido uma vida sem atividade física e preocupada com alimentação saudável.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Seu filho faz birra?
A criança que faz birra, de uma certa maneira, está testando esse controle, está checando quem pode com ela. E quando os pais cedem já entregaram o controle a ela.
Você está passeando com a família no shopping e, de repente, seu filho cisma de querer mais um brinquedo para a sua coleção, além das dezenas que ele já possui. Você endurece e diz não. Ele, inconformado, se atira ao chão e tem uma crise de birra em pleno shopping. Ele grita, chora, sapateia e chuta para todos os lados. Que situação! Ninguém merece viver uma situação dessas. Ou merece?
A crise de birra infantil é uma demonstração clara de raiva, de irritação, de insatisfação com uma situação com a qual ela já não consegue mais lidar. Quase sempre se manifesta de maneira corporal, por meio de gestos, de gritos, de expressões faciais e de choro. É a forma que a criança encontra para nos mandar uma mensagem, para nos dizer com o corpo aquilo que não consegue transmitir por meio de palavras, pois nem ela mesma sabe que sentimentos são aqueles que a estão perturbando.
A verbalização é muito difícil nessas ocasiões. Então, ela explode numa crise de raiva que, na maioria das vezes, nada tem a ver com seu desejo real. Essa explosão pode ter dois significados: ou se trata de uma expressão típica da criança mimada, que não tem seus limites claramente definidos e, portanto, que tem o controle da situação e sabe manipulá-la a seu favor; ou se trata de uma necessidade urgente de se fazer ouvir, de fazer notar suas necessidades, não por ser mimada, mas por alguma carência que desconhecemos. Em qualquer dos casos, uma vez instalada a crise, é preciso agir.
Diante de uma crise de birra, quase sempre os pais perdem o controle da situação, e acabam agindo de forma igualmente infantil, entrando numa quebra-de-braço ou, pior ainda, cedendo de imediato aos caprichos do pimpolho.
Na hora em que a criança está tendo sua crise, a melhor atitude é não entrar no foco do problema, ou seja, não entrar numa discussão sobre seu comportamento inadequado, não questionar sua real necessidade daquilo que desencadeou a crise e menos ainda, tentar convencê-la por meio da argumentação. Em estado de crise a criança mal consegue ouvir o que lhe dizemos e muito menos, compreender. A melhor atitude é tentar resolver o problema rapidamente, de maneira eficaz e sem grandes discursos. E em hipótese alguma ceder. Procurar retirá-la do local com calma e firmeza é o mais sábio a se fazer no momento.
No passado não havia shoppings, não havia toda essa propaganda comercial dirigida ao público infantil, transformando nossas pequenas crianças em grandes consumidores. O número de mães que trabalhava fora era menor e a dinâmica familiar era outra. Com o divórcio e as conquistas da mulher no mundo do trabalho vieram os filhos de pais separados e de mães que trabalham fora o dia todo. Esses filhos conhecem bem de perto o significado da ausência e da distância, ora do pai, ora da mãe. Mas junto com as conquistas do casal, veio uma culpa imensa por parte dos pais.
Hoje ninguém pensaria em encher uma criança de palmadas, mas sabemos também que a culpa é a pior conselheira educacional. Movidos pela culpa, pais com total capacidade de educar de maneira sincera e transparente acabam perdendo o controle da situação e muitas vezes, trocando de papel com os filhos, permitindo que estes passem ao controle. A culpa é um sentimento paralisante e destrutivo, porque nos impede de enxergar com clareza, nos impede de agir com lucidez e de tomar as melhores decisões.
Movidos pela culpa, cedemos às exigências mais absurdas, concordamos com idéias que contrariam nossos princípios, e nos perdemos num mar de contradições, pois nosso discurso está sempre caminhando no sentido contrário ao de nossas ações. Pregamos uma coisa e fazemos outra.
A criança que faz birra, de uma certa maneira, está testando esse controle, está checando quem pode com ela. E quando os pais cedem já entregaram o controle a ela.
Todos concordamos que os pais devem ser amigos de seus filhos, mas o excesso de flexibilidade leva a uma carência de limites por parte da criança, que quer e precisa de limites para crescer de maneira sadia. O limite é o corrimão na vida da criança, é onde se apóia nas horas mais difíceis e inseguras. Sem corrimão ela escorrega no primeiro degrau e vai rolando pela vida afora.
Além disso, os pais são os primeiros referenciais do mundo adulto para a criança. Por isto, é extremamente importante para o desenvolvimento da criança que este modelo esteja fortemente impregnado de imagens de firmeza, de segurança, de determinação, de coerência, de ternura e de autoridade - não confundindo nunca autoridade com autoritarismo.
No momento em que os pais demonstram falta de autoridade, ou de segurança, estão trocando de papéis com a criança, permitindo que ela assuma o controle da situação. Mas a criança não está preparada para ter controle de nada, ela espera que este tipo de postura venha do adulto, seu modelo e parâmetro de conduta.
É essencial que haja uma definição clara de papéis, que a criança se submeta a uma autoridade que lhe dê regras, mostre caminhos, defina limites e cobre resultados. Liberdade, sucesso, fracasso, frustração, responsabilidade e limites são condições essenciais para o crescimento saudável.
Por não ter condições de estabelecer relações entre o que sabe e como usar o que sabe, ela precisa da figura do adulto, que lhe ajude na construção e na confirmação de seus saberes. Ela precisa confrontar suas fantasias com a realidade, e quem referenda e confirma a realidade é o adulto. É dessa forma que saímos da infância e entramos para o mundo adulto. Mas se a criança permanece realizando suas fantasias e desejos indiscriminadamente, não lhe estão permitindo o direito de crescer de modo sadio.
A crise de birra é uma manifestação típica da criança que não aceita a realidade, que não aceita o não, que não sabe lidar com a frustração. Primeiro ela testa a possibilidade, dizendo eu quero. Ao ouvir o não, ela não suporta a realidade e entra em crise.
Mas crianças que têm crises de birra também estão nos enviando uma mensagem muito clara. Elas estão nitidamente dizendo: olhe para mim, me pegue no colo, me abrace, fique comigo. Eu quero colo.
Mas não damos o colo. Compramos roupas, brinquedos, guloseimas, e uma infinidade de inutilidades, que apenas aliviam a nossa culpa, mas não a carência da criança, porque sua carência geralmente é de ordem afetiva e não material. Não sabendo expressar seu real desejo, ela se desespera e entra em crise.
A criança tem necessidade do aconchego do corpo, do carinho, do cheiro da mãe, do toque, da voz, do colo que teve ainda bebê, e que muito provavelmente foi perdido quando a mãe teve que retornar às suas atividades profissionais. Então, ela se viu privada de sua necessidade maior: o colo materno.
E por que não damos colo? Por que não contamos histórias? Por que não temos uma cadeira de balanço no quarto onde ela possa dormir embalada ouvindo uma canção? Por que não rolamos no tapete ? Por que não fazemos guerra de almofadas? Porque nos disseram que isto poderia deixá-la muito mimada.
Mimos são brinquedos. Brincadeiras são afeto. Coisas totalmente distintas. Brincadeira é atenção, é carinho, é amor, é troca de energia, é contato físico, é cheiro, é toque, exige parceria e cumplicidade, é puro prazer. E não custa nada. Faz um bem danado para a criança e é um santo remédio para os pais, que podem aliviar a tensão com a alegria e o contato físico com a criança. Crianças emocionalmente bem supridas raramente têm crises de birra. E pais emocionalmente presentes raramente têm crises de culpa.
Então está combinado, na próxima ida ao shopping, em vez de mais um brinquedo para a coleção, que tal você escolher um livro de histórias, para ser lido no escurinho do quarto, debaixo das cobertas, só você e seu filho.
Você está passeando com a família no shopping e, de repente, seu filho cisma de querer mais um brinquedo para a sua coleção, além das dezenas que ele já possui. Você endurece e diz não. Ele, inconformado, se atira ao chão e tem uma crise de birra em pleno shopping. Ele grita, chora, sapateia e chuta para todos os lados. Que situação! Ninguém merece viver uma situação dessas. Ou merece?
A crise de birra infantil é uma demonstração clara de raiva, de irritação, de insatisfação com uma situação com a qual ela já não consegue mais lidar. Quase sempre se manifesta de maneira corporal, por meio de gestos, de gritos, de expressões faciais e de choro. É a forma que a criança encontra para nos mandar uma mensagem, para nos dizer com o corpo aquilo que não consegue transmitir por meio de palavras, pois nem ela mesma sabe que sentimentos são aqueles que a estão perturbando.
A verbalização é muito difícil nessas ocasiões. Então, ela explode numa crise de raiva que, na maioria das vezes, nada tem a ver com seu desejo real. Essa explosão pode ter dois significados: ou se trata de uma expressão típica da criança mimada, que não tem seus limites claramente definidos e, portanto, que tem o controle da situação e sabe manipulá-la a seu favor; ou se trata de uma necessidade urgente de se fazer ouvir, de fazer notar suas necessidades, não por ser mimada, mas por alguma carência que desconhecemos. Em qualquer dos casos, uma vez instalada a crise, é preciso agir.
Diante de uma crise de birra, quase sempre os pais perdem o controle da situação, e acabam agindo de forma igualmente infantil, entrando numa quebra-de-braço ou, pior ainda, cedendo de imediato aos caprichos do pimpolho.
Na hora em que a criança está tendo sua crise, a melhor atitude é não entrar no foco do problema, ou seja, não entrar numa discussão sobre seu comportamento inadequado, não questionar sua real necessidade daquilo que desencadeou a crise e menos ainda, tentar convencê-la por meio da argumentação. Em estado de crise a criança mal consegue ouvir o que lhe dizemos e muito menos, compreender. A melhor atitude é tentar resolver o problema rapidamente, de maneira eficaz e sem grandes discursos. E em hipótese alguma ceder. Procurar retirá-la do local com calma e firmeza é o mais sábio a se fazer no momento.
No passado não havia shoppings, não havia toda essa propaganda comercial dirigida ao público infantil, transformando nossas pequenas crianças em grandes consumidores. O número de mães que trabalhava fora era menor e a dinâmica familiar era outra. Com o divórcio e as conquistas da mulher no mundo do trabalho vieram os filhos de pais separados e de mães que trabalham fora o dia todo. Esses filhos conhecem bem de perto o significado da ausência e da distância, ora do pai, ora da mãe. Mas junto com as conquistas do casal, veio uma culpa imensa por parte dos pais.
Hoje ninguém pensaria em encher uma criança de palmadas, mas sabemos também que a culpa é a pior conselheira educacional. Movidos pela culpa, pais com total capacidade de educar de maneira sincera e transparente acabam perdendo o controle da situação e muitas vezes, trocando de papel com os filhos, permitindo que estes passem ao controle. A culpa é um sentimento paralisante e destrutivo, porque nos impede de enxergar com clareza, nos impede de agir com lucidez e de tomar as melhores decisões.
Movidos pela culpa, cedemos às exigências mais absurdas, concordamos com idéias que contrariam nossos princípios, e nos perdemos num mar de contradições, pois nosso discurso está sempre caminhando no sentido contrário ao de nossas ações. Pregamos uma coisa e fazemos outra.
A criança que faz birra, de uma certa maneira, está testando esse controle, está checando quem pode com ela. E quando os pais cedem já entregaram o controle a ela.
Todos concordamos que os pais devem ser amigos de seus filhos, mas o excesso de flexibilidade leva a uma carência de limites por parte da criança, que quer e precisa de limites para crescer de maneira sadia. O limite é o corrimão na vida da criança, é onde se apóia nas horas mais difíceis e inseguras. Sem corrimão ela escorrega no primeiro degrau e vai rolando pela vida afora.
Além disso, os pais são os primeiros referenciais do mundo adulto para a criança. Por isto, é extremamente importante para o desenvolvimento da criança que este modelo esteja fortemente impregnado de imagens de firmeza, de segurança, de determinação, de coerência, de ternura e de autoridade - não confundindo nunca autoridade com autoritarismo.
No momento em que os pais demonstram falta de autoridade, ou de segurança, estão trocando de papéis com a criança, permitindo que ela assuma o controle da situação. Mas a criança não está preparada para ter controle de nada, ela espera que este tipo de postura venha do adulto, seu modelo e parâmetro de conduta.
É essencial que haja uma definição clara de papéis, que a criança se submeta a uma autoridade que lhe dê regras, mostre caminhos, defina limites e cobre resultados. Liberdade, sucesso, fracasso, frustração, responsabilidade e limites são condições essenciais para o crescimento saudável.
Por não ter condições de estabelecer relações entre o que sabe e como usar o que sabe, ela precisa da figura do adulto, que lhe ajude na construção e na confirmação de seus saberes. Ela precisa confrontar suas fantasias com a realidade, e quem referenda e confirma a realidade é o adulto. É dessa forma que saímos da infância e entramos para o mundo adulto. Mas se a criança permanece realizando suas fantasias e desejos indiscriminadamente, não lhe estão permitindo o direito de crescer de modo sadio.
A crise de birra é uma manifestação típica da criança que não aceita a realidade, que não aceita o não, que não sabe lidar com a frustração. Primeiro ela testa a possibilidade, dizendo eu quero. Ao ouvir o não, ela não suporta a realidade e entra em crise.
Mas crianças que têm crises de birra também estão nos enviando uma mensagem muito clara. Elas estão nitidamente dizendo: olhe para mim, me pegue no colo, me abrace, fique comigo. Eu quero colo.
Mas não damos o colo. Compramos roupas, brinquedos, guloseimas, e uma infinidade de inutilidades, que apenas aliviam a nossa culpa, mas não a carência da criança, porque sua carência geralmente é de ordem afetiva e não material. Não sabendo expressar seu real desejo, ela se desespera e entra em crise.
A criança tem necessidade do aconchego do corpo, do carinho, do cheiro da mãe, do toque, da voz, do colo que teve ainda bebê, e que muito provavelmente foi perdido quando a mãe teve que retornar às suas atividades profissionais. Então, ela se viu privada de sua necessidade maior: o colo materno.
E por que não damos colo? Por que não contamos histórias? Por que não temos uma cadeira de balanço no quarto onde ela possa dormir embalada ouvindo uma canção? Por que não rolamos no tapete ? Por que não fazemos guerra de almofadas? Porque nos disseram que isto poderia deixá-la muito mimada.
Mimos são brinquedos. Brincadeiras são afeto. Coisas totalmente distintas. Brincadeira é atenção, é carinho, é amor, é troca de energia, é contato físico, é cheiro, é toque, exige parceria e cumplicidade, é puro prazer. E não custa nada. Faz um bem danado para a criança e é um santo remédio para os pais, que podem aliviar a tensão com a alegria e o contato físico com a criança. Crianças emocionalmente bem supridas raramente têm crises de birra. E pais emocionalmente presentes raramente têm crises de culpa.
Então está combinado, na próxima ida ao shopping, em vez de mais um brinquedo para a coleção, que tal você escolher um livro de histórias, para ser lido no escurinho do quarto, debaixo das cobertas, só você e seu filho.
Ensine as crianças....
Introdução
Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.
Processo de abolição da escravatura no Brasil
Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.
Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.
A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.
Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Epitáfio Titãns
Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer...
Queria ter aceitado
As pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria
E a dor que traz no coração...
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...
Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos
Ter morrido de amor...
Queria ter aceitado
A vida como ela é
A cada um cabe alegrias
E a tristeza que vier...
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...(2x)
Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr...
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer...
Queria ter aceitado
As pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria
E a dor que traz no coração...
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...
Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos
Ter morrido de amor...
Queria ter aceitado
A vida como ela é
A cada um cabe alegrias
E a tristeza que vier...
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...(2x)
Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr...
terça-feira, 10 de maio de 2011
Dormir é bom,dormir faz bem!
Dormir é bom, dormir faz bem” é a nova obra assinada por Teresa Paiva e Helena Rebelo Pinto, lançada pela Bertrand Editora. O sono é indispensável ao bom funcionamento do organismo humano e é um factor determinante no desenvolvimento das crianças. Por isso, é tão importante gostar de dormir e aprender a dormir bem.
As lengalengas são uma forma simples e divertida de estimular o raciocínio das crianças que ainda não sabem ler nem escrever, ajudando-as a memorizar conceitos. Os autores apresentam os elementos mais importantes do sono através de lengalengas e de imagens, com simplicidade, rigor e talento.
As lengalengas são uma forma simples e divertida de estimular o raciocínio das crianças que ainda não sabem ler nem escrever, ajudando-as a memorizar conceitos. Os autores apresentam os elementos mais importantes do sono através de lengalengas e de imagens, com simplicidade, rigor e talento.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Quem quer uma vida de “E SE” ?

A felicidade não é eterna, mas a desistência pode ser para sempre
Quase todos nós temos algo que gostaríamos de ter feito. E não fizemos. Um plano mirabolante que tinha tudo para dar certo, mas que nunca tentamos. Aquelas ideias que parecem ótimas na mesa de bar e, como os vampiros clássicos, escondem-se nos nossos porões na primeira luz do sol. Tenho amigos que querem ter um café, outros uma livraria, há os que querem ter uma livraria com café ou um café com livraria. Antes havia os que queriam ser repórteres da National Geographic, os que queriam filmar com Fellini e até os que queriam ter uma família de dez filhos. Conheço um monte de gente que desejava ter feito mais do que ousou fazer. Mas, em algum momento, deixou passar a chance de recosturar seus sonhos com o fio do possível. Preferiu se deixar convencer que ser adulto era assumir uma ideia de responsabilidade que excluía a possibilidade de se reinventar a qualquer momento. E isso é certo: pode não existir amor para sempre, nem vida para sempre, mas descobri que existe desistência para sempre.
domingo, 8 de maio de 2011
Dia das mães

O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe teve a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem norte-americana, Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todos os Estados Unidos e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.
Índice [esconder]
1 Dados históricos
2 Datas fixas
3 Dias variáveis no mês
4 Dias variáveis no ano
Dados históricosA mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Reia, a Mãe dos deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Julia Ward Howe, autora de O Hino de Batalha da República.
No Brasil, em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
Em Portugal, o Dia da Mãe é celebrado no primeiro domingo de Maio.
Em Israel o Dia da Mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o Dia da Família em Fevereiro.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Que mãe você é para sí mesma?

Podemos dizer que as meninas já nascem mães. Ainda pequenas,gostamos de ter os nossos bebês e bonequinhas que fazemos de filhos, ninamos, vestimos, alimentamos e até damos broncas. As mais molecas cuidam dos bichos ou das plantas. O certo é que a mulher gosta de cuidar. Crescemos observando como nossas mães e avós cuidam da família, dos amigos, da casa e de seus trabalhos.
O que é muito incomum neste cenário é que talvez poucas mulheres se lembrem de observar sua mãe cuidando de si mesma, e muito menos, de nossas mães nos ensinando a cuidar de nós mesmas. Alguém se lembra? Provavelmente um número muito reduzido. Simplesmente porque não é um hábito da nossa cultura. Ainda hoje, emancipadas e livres que somos, carregamos conosco um sem fim de tabus, medos, culpas e carências quando o assunto é autocuidado."Ainda hoje, emancipadas e livres que somos, carregamos conosco um sem fim de tabus, medos, culpas e carências quando o assunto é autocuidado." Talvez seja esta a queixa feminina número um: eu cuido de tanta gente, e quem cuida de mim?
Neste especial de Dia das Mães, gostaríamos de focar nas nossas mães internas. Pois uma das vantagens de crescer e amadurecer emocionalmente é ter a autonomia de cuidar de nós mesmas, fazer nossas escolhas e nos responsabilizar por elas. Ou seja, nos tornamos nossas próprias mães.
Então, reflita: que tipo de mãe você é para si mesma?
Uma mãe exigente e sempre insatisfeita com sua filha(no caso você mesma)?
Uma mãe excessivamente crítica, que deixa sua filha com a autoestima lá embaixo?
Uma mãe que não olha para você e não reconhece sua autenticidade?
Ou você é uma mãe boa e companheira, que se apoia, se aceita e acredita em si mesma?
Este exercício de reconstruir a mãe interna é muito libertador, pois podemos nos basear ou não nas qualidades das nossas mães reais. Podemos nos dar o que nossas mães não puderam, ou não conseguiram, provavelmente porque também não receberam. E assim, tomando o autocuidado nas nossas mãos, somos capazes de reconhecer nossos limites, aprender a dizer não, preencher nossos vazios e sermos mais plenas. E criar filhos e filhas que também saibam se respeitar e cuidar bem de si mesmos!
Feliz Dia das Mães!
Mulheres

Mulheres
"Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espiãs. Espiãs de Deus, disfarçadas entre nós.
Pare para refletir sobre o sexto-sentido.
Alguém duvida de que ele exista?
E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você?
E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o relacionamento?
E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São Paulo. Só meia-hora de vôo. Ela fala pra você levar um casaco, porque "vai fazer frio". Você não leva. O que acontece?
O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de decolar. O ar condicionado chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro!
"Leve um sapato extra na mala, querido.
Vai que você pisa numa poça..."
Se você não levar o "sapato extra", meu amigo, leve dinheiro extra para comprar outro. Pois o seu estará, sem dúvida, molhado...
O sexto-sentido não faz sentido!
É a comunicação direta com Deus!
Assim é muito fácil...
As mulheres são mães!
E preparam, literalmente, gente dentro de si.
Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal?
E não satisfeitas em ensinar a vida elas insistem em ensinar a vivê-la, de forma íntegra, oferecendo amor incondicional e disponibilidade integral.
Fala-se em "praga de mãe", "amor de mãe", "coração de mãe"...
Tudo isso é meio mágico...
Talvez Ele tenha instalado o dispositivo "coração de mãe" nos "anjos da guarda" de Seus filhos (que, aliás, foram criados à Sua imagem e semelhança).
As mulheres choram. Ou vazam? Ou extravazam?
Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar, um não sei quê de fragilidade, um não sei quê de amor, um não sei quê de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens...
É choro feminino. É choro de mulher...
Já viram como as mulheres conversam com os olhos?
Elas conseguem pedir uma à outra para mudar de assunto com apenas um olhar.
Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar.
E apontam uma terceira pessoa com outro olhar.
Quantos tipos de olhar existem?
Elas conhecem todos...
Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens!
E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.
EN-FEI-TI-ÇAM !
E tem mais! No tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de Humanas?
Para estudar os homens, é claro!
Embora algumas disfarcem e estudem Exatas...
Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa seara. Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher era "um continente obscuro".
Quer evidência maior do que essa?
Qualquer um que ama se aproxima de Deus.
E com as mulheres também é assim.
O amor as leva para perto dEle, já que Ele é o próprio amor. Por isso dizem "estar nas nuvens", quando apaixonadas.
É sabido que as mulheres confundem sexo e amor.
E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida.
Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado.
Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo.
Mas elas são anjos depois do sexo-amor.
É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos.
E levitam.
Algumas até voam.
Mas os homens não sabem disso.
E nem poderiam.
Porque são tomados por um encantamento
que os faz dormir nessa hora."
Luis Fernando veríssimo
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Você é!
Pirei com estevídeo... Parabéns para quem teve esta idéia.
http://www.youtube.com/watch?v=bVWphLBK1Qs&feature=player_detailpage
http://www.youtube.com/watch?v=bVWphLBK1Qs&feature=player_detailpage
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Perguntas de crianças

Quantas vezes você se surpreendeu com as perguntas de seu filho e ficou quase gaguejando, sem saber o que dizer? Realmente, há momentos em que fica difícil explicar a uma criança as complexidades da vida e do comportamento humano, mas sempre dá para encontrar uma resposta que satisfaça a curiosidade infantil sem causar traumas ao pequeno ou deixar o adulto incomodado. A primeira regra é sempre falar a verdade. Pode parecer complicado num primeiro momento. Afinal, como explicar ao filho de 5 anos, sem mentir, como ele entrou e saiu da sua barriga?
Para a psicóloga Anette Lewin, é fundamental, antes de desatar a falar, procurar saber o que a criança sabe sobre o tema. “Muitas vezes, basta uma resposta curta, sem detalhes, e ela se satisfaz. Se isso não acontecer, deve haver espaço para questionar mais”, diz. Também é importante usar uma linguagem acessível e responder a tudo. “A pergunta denuncia uma inquietação da criança e precisa ser esclarecida. Mesmo que seja um assunto difícil, como a morte, os pais têm de encontrar uma maneira de responder sem enganá-la, contornando o que acreditam que não pode ser dito. A verdade apazigua o espírito do pequeno”, explica a psicanalista infantil Anne Lise Scappaticci.
Para a psicóloga infantil Suzy Camacho, autora do livro Guia Prático dos Pais (ed. Paulinas), a naturalidade dos adultos no momento da conversa deixa a criança à vontade para fazer outras perguntas e matar a curiosidade. “Se os pais perceberem que não vão conseguir dar uma resposta na hora, recomendo que diga ao filho que precisam pensar e que voltarão a falar com ele mais tarde.”
A seguir reunimos as perguntas mais comuns – e também as mais inquietantes – feitas pelos pequenos e as repostas sugeridas pelos especialistas
1. Como eu nasci?
Toda criança pergunta isso e a melhor resposta continua sendo a clássica: o papai colocou uma sementinha na mamãe, que se encontrou com outra sementinha, e daí você cresceu dentro da minha barriga. Se ela quiser saber mais detalhes, você pode dizer que a semente do papai se chama espermatozoide e a da mamãe óvulo. “Se a curiosidade se estender, pode-se dizer que o pênis do papai entra na vagina da mamãe para depositar a sementinha. Mas sem fazer caras e bocas. Fale naturalmente”, diz Suzy.
próxima pergunta »
1. Como eu nasci?
2. Como eu saí da sua barriga?
3. O que é camisinha?
4. O que é transar?
5. O que é bicha, veado, sapatão?
6. O que é pedófilo?
7. Por que sou branca e meu irmão é moreno/negro, ou vice-versa?
8. Por que meu amigo é negro?
9. Por que aquela pessoa é gorda?
10. Por que estas crianças estão na rua?
11. Por que meu amigo tem motorista e eu não?
12. Por que tenho que colocar essa roupa para ir ao casamento se eu não gosto dela?
13. Quando a gente vai morrer?
14. A vovó está velhinha. Ela vai morrer logo?
15. Onde está o papai, agora que morreu? Ou o avô, o tio, a mãe…
16. O que é Deus?
17. O que fizeram com Jesus?
18. Por que quando seu(sua) namorado(a) está aqui eu não posso dormir com você?
19. Cadê seu (sua) namorado(a), vocês brigaram?
20. Por que você está triste/chorando?
21. Por que você passou no farol vermelho se é proibido? (Altas horas da noite, você, com medo, fura o sinal.)
22. Por que você mandou dizer que não está, se está?
23. Por que você não gosta de tal pessoa? (Você, sem querer, critica uma pessoa que a criança também conhece.)
24. Por que aquela menina foi jogada pela janela?
25. Como explicar um palavrão?
terça-feira, 3 de maio de 2011
Música

A música entretem e alegra ascrianças, confiram....
http://letras.terra.com.br/temas-infantis/
niciação musical infantil de bebês e crianças. A música está sendo introduzida na educação das crianças em idades pré-escolares, devido a importância que representa no seu desenvolvimento intelectual, auditivo, sensorial, da fala e motor.
A música é um elemento fundamental nesta primeira etapa do sistema educativo. A criança começa a se expressar de outra maneira e é capaz de integrar-se ativamente na sociedade, porque a música ajuda a ganhar independência nas suas atividades habituais, assumir o cuidado de si mesma e do meio, e ampliar seu mundo de relações. A música tem o dom de aproximar as pessoas. A criança que vive em contato com a música aprende a conviver melhor com outras crianças, estabelecendo uma comunicação mais harmoniosa. Nesta idade a música as encanta, dá-lhes segurança emocional, confiança, porque sentem-se compreendidas ao compartilhar canções, e inseridas num clima de ajuda, colaboração e respeito mútuo.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
As crianças e os animais

A relação entre o homem e os animais domésticos data de milhares de anos e tem sido objeto de estudo de várias áreas do conhecimento como a Antropologia, a Paleontologia, a Sociologia, a História das Mentalidades e a Psicologia. O estudo dos papéis desempenhados pelo animal de estimação na relação com os homens, bem como os desejos projetados por estes sobre os animais podem trazer importantes conhecimentos sobre o psiquismo humano.
Neste artigo vamos falar um pouco da relação entre a criança e estes animais e como podemos ajudar o desenvolvimento emocional de nossos filhos. Além do afeto, os animais também podem produzir outros benefícios para a saúde. É nisso que se baseia a “Terapia Assistida por Animais”. Segundo a Delta Society (http://www.deltasociety.org) , organização internacional com sede nos Estados Unidos que se dedica a reunir pacientes a animais treinados. As terapias assistidas por animais são capazes de promover melhoras físicas, sociais, emocionais e cognitivas humanas.
domingo, 1 de maio de 2011
site que indico
Deixem seus filhos em site seguro. Tenho este como sugestãohttp://www.atividadeseducativas.com.br/
sábado, 30 de abril de 2011
Contos de fadas

1Desde os primórdios da humanidade, contar histórias é uma atividade privilegiada na transmissão de conhecimentos e valores humanos. Essa atividade tão simples, mas tão fundamental, pode se tornar um rotina banal ou representar um momento de excepcional importância na educação das crianças.
O estudo e a discussão em torno da adequação e da validade da narrativa de contos de fadas para crianças, especialmente para crianças pequenas, vem perdurando por gerações e gerações de professores, psicólogos, psicanalistas como também entre orientadores educacionais e pedagógicos. Os artistas que trabalham em espetáculos infantis também discutem a questão, e os pais sentem-se atordoados diante da diversidade de opiniões ouvidas e da amplitude das divergências apresentadas.
Há quem seja contra e quem seja a favor dos contos de fadas. Há quem considere encantadores os mitos e as lendas, como há quem os rejeite como mórbidos e perturbadores, mas atualmente não há mais quem discuta sua importância, sua atuação decisiva na formação e no desenvolvimento do psiquismo humano.
Aqueles que combatem os contos de fadas supõem que a violência das situações que neles se apresentam habitualmente, a personificação do bem e do mal em determinadas personagens, as soluções mágicas para os problemas mais complexos e toda a tensão emocional provocada pela narrativa desses contos vão proporcionar às crianças uma visão muito negativa da realidade, um contato desnecessário com o “lado negro” do homem, talvez até uma mobilização para as pequenas e as grandes maldades que podem ser feitas com outras pessoas. Muitos acreditam que para as crianças mais sensíveis a narrativa dos contos de fadas pode provocar sofrimentos e angústias, que poderão repercutir negativamente na sua vida futura, gerando muitos medos e inseguranças.
Estamos do lado daqueles que são a favor dos contos de fadas, que acreditam no valor e na verdade que se revelam nessas histórias arcaicas, na força e na coragem que podem surgir, exatamente, pelo impacto do encontro direto com a fraqueza, o desamparo, o medo, a necessidade de luta para alcançarmos nossos objetivos.
Os acontecimentos objetivos da vida da humanidade são a nossa história. Os acontecimentos subjetivos, as vivências interiores criaram as estórias. A história fala-nos dos acontecimentos conhecidos da realidade externa, do desenrolar dos fatos que foram sendo registrados nas comunidades e que explicam, em parte, como se efetivaram as realizações culturais dos grupos humanos, como se estabeleceram os grupos étnicos, como se definiram as nações. As estórias falam-nos da realidade interior na construção das nossas culturas, de como se constituíram as estruturas psicológicas das pessoas e dos grupos humanos.
As histórias de ficção, e muito especialmente as narrativas que vêm do folclore, os mitos, as lendas, os contos de fadas, se apresentam como a maneira mais significativa que a humanidade encontrou para expressar aquelas experiências que não encontram condições de se explicar no esquema lógico-formal da narrativa intencionalmente objetiva. A ficção objetiva os fatos e as verdades que não podem ser expressos pela razão, que não são identificados pela lógica. E é por isso que as histórias são tão temidas, e é também por isso que são tão importantes.
Os contos de fadas são narrativas simbólicas extremamente simples, primitivas, capazes de transmitir experiências subjetivas complexas e vivências emocionais delicadas às pessoas mais ingênuas e às crianças. As lendas e as histórias de fadas são incluídas hoje no acervo básico da literatura infantil porque as crianças se apossaram delas, enquanto o público mais sofisticado as considerava uma literatura de menor significado.
1Há alguns aspectos bem interessantes a considerar quando pretendemos nos deter na reflexão e no estudo dos contos de fadas. Em primeiro lugar, o fato de que eles falam sempre de relacionamentos humanos primitivos e por isso exprimem sentimentos muito arcaicos do psiquismo humano. Mas porque arcaicos não deixam de ser atuais, talvez até extremamente atraentes e instigadores porque mostram o que se evita manifestar nas nossas sociedades contemporâneas: a raiva, a inveja, a mentira, também o amor, a fidelidade, a generosidade, com suas enormes conseqüências no viver humano. Nesse sentido, esses contos, como as lendas e os mitos, estão embebidos de princípios éticos universais. Outro aspecto extremamente importante a considerar é que os contos de fadas, sob múltiplas variações, apresentam sempre uma mesma estrutura e temática: falam da busca da totalidade psíquica, da plenitude do ser.
Todo conto de fadas gira em torno de um herói ou heroína que apresenta sua origem: pai, mãe, terra, cultura. O herói ou heroína vivem sempre dificuldades grandes e chegam a um momento de impasse em que alguma coisa extraordinária precisa acontecer para que haja uma solução satisfatória. Entram então em ação múltiplos poderes naturais e sobrenaturais ou mágicos, tanto do lado do bem como do lado do mal: inimigos terríveis, companheiros fiéis, personagens imbuídos de insegurança, de esperteza, de coragem, figuras transcendentes como fadas, anjos, demônios e dragões. A luta é sempre extremamente difícil, mas, ao final, faz-se a justiça, encontra-se a paz, a harmonia, vence o bom e o bem.
Todo conto de fadas constitui-se como uma “saga de herói”. No desenvolvimento da história, vai-se delineando a luta do herói que não se apresenta, inicialmente, como uma proposta em que todos os elementos da situação lhe estão naturalmente apresentados; ao contrário, no decurso da sua própria ação ele tem de descobrir os elementos que lhe faltam para compreender o processo em que está inserido e, assim, poder construir situações novas que possam vir a lhe favorecer na luta pelos seus objetivos. Nessa luta vão sempre aparecer dificuldades extraordinárias que exigirão muita disposição e astúcia para ser contornadas e vencidas – esta é a saga do herói, de cada um de nós, que, ao final, deveria ser culminada pela possibilidade de vencer todas as dificuldades. Nesse sentido, cada uma dessas estórias é um estímulo encorajador na luta da vida, em que se valorizam os princípios éticos na relação com o outro: o Mal é denunciado, e o personagem mau é castigado; o Bem é valorizado, e o personagem bom é premiado. A proposta e a realização básica são sempre de plena vitória final do bom e do Bem.
Se os contos de fada se apresentam com possibilidades de favorecer essa integração, não há como desconsiderá-los. Se a criança pode aprender, por meio deles, a identificar e a reconhecer, nos outros e em si mesma, pensamentos e sentimentos que ajudam ou atrapalham sua relação consigo mesmo e com os outros, se aprende a conviver com naturalidade com fortes elementos do inconsciente da humanidade e do seu próprio inconsciente, estaremos lhe oferecendo melhores condições para crescer e amadurecer por meio da narrativa e da reflexão dos contos de fadas.
Aniversário

Aniversário é a repetição do dia e do mês em que se deu determinado acontecimento. Num sentido mais geral, refere-se à comemoração de periodicidade anual de qualquer evento importante, como o nascimento de alguém, a morte de uma personalidade, o fim de uma ditadura ou uma batalha.
É um evento comemorado por muitos tipos de cultura ao redor do mundo. No Brasil, em aniversários de nascimento de uma pessoa, é comum que se faça uma festa e todos cantem ao aniversariante a canção "Parabéns a você".
Em algumas culturas, o aniversário é comemorado 9 dias após a data de nascimento, o que traria mais sorte e felicidade no ano seguinte.
Festa de Aniversário
Nas comemorações de aniversário é comum ter convidados da família e amigos. Alimentos bastante comuns são: bolo, brigadeiro doce, beijinhos de coco, cajuzinho, olho-de-sogra, outros doces, salgadinhos, refrigerantes, e outros tipos de bebida.
Numa festa é comum, principalmente em aniversários infantis, que se tenha balões, chapéus de papelão, pratos e talheres plásticos e normalmente as pessoas colocam painéis temáticos e tecidos atrás da mesa. Eventualmente palhaços, mágicos ou outros tipos de artistas são contratados para animar a festa.
Nomes de aniversários
Aniversário natalício: também chamado de dia de nascimento, data de nascimento, aniversário de nascimento ou simplesmente aniversário. Dia correspondente ao do nascimento da pessoa ou aniversário desse dia. Em alguns lugares, o aniversário do nascimento da pessoa, especialmente de uma criança, é celebrado com festa e presentes;
Aniversário de casamento;
Aniversário de morte;
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Rigidez, sucesso e felicidade.

Eu tive uma família muito calorosa, uma infância repleta de brincadeiras, em que pude experimentar muito e até conviver com os arranhões no joelho, sinal de infância bem vivida. Acredito que isso foi fundamental na minha formação e definiu muito do que sou. E estou bem satisfeita assim! Então, repito o questionamento do Lucas Mendes, não como julgamento, mas como uma curiosidade, a partir do compreensão de que existem diferentes tipos de mãe e jeitos de educar crianças: se minha mãe tivesse sido tigresa, onde eu estaria agora?
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Amizade infantil

As crianças tem um jeito de ser amigo
que nós todos deveriamos imitar
A capacidade de brigar e perdoar
e não ficar inventando perigos.
Amizade infantil é uma descoberta
é aprender a entender diferenças
é esquecer logo as desavenças
e buscar as semelhanças concretas
Os sopapos que são hoje trocados
amanhã já estarão esquecidos
são sepultados assim no passado
Não ficam corações empedernidos
e juntos já brincam lado a lado
em laços de amizade (re)condtruidos
terça-feira, 26 de abril de 2011
Como voltar a rotina depois do feriado.
/>Realmente não existe nada melhor do que poder aproveitar um feriado prolongado ao máximo, o nosso ultimo feriado prolongado foi o do carnaval onde muitas pessoas acabaram emendando e puderam descansar bastante. Algumas pessoas aproveitaram para passear e curtir toda a folia do carnaval, ou passear com a família. Alguns também preferem ficar em sua residência aproveitando para passar um tempo com a família ou amigos, e também descansar.
Porém quando estamos em um feriado prolongado na grande maioria das vezes, acabamos indo dormir tarde e acordando mais tarde ainda, sem hora para nada acabamos trocando o horário de nossas refeições, entre muitas outras coisa e posteriormente sentimos uma grande dificuldade em voltar para a nossa rotina, por isso confira a seguir algumas dicas de como voltar a mesma da melhor maneira.
Normalmente nosso dia a dia é cheio de horários, temos que acordar cedo, e acabamos indo dormir um tanto quanto tarde, mais no feriado extrapolamos, se você nunca sabe o que fazer confira essas dicas, a primeira dica é que um dia antes de ir trabalhar você comece a voltar a sua rotina, durma cedo, e acorde cedo, nada irá lhe impedir descansar durante a tarde, porém não prolongue muito o seu sono, almoce no horário de costume e durma cedo, dessa forma você vai evitar ficar com sono no dia seguinte.
Outra dica é não ingerir bebida alcoólica, no dia anterior, e nem ir para baladas que acabem tarde e que poderá não lhe deixar ir trabalhar no dia seguinte, são pequenas mudanças que permitem que você se divirta ao máximo no seu feriado e possa voltar a sua rotina da melhor maneira, sem ficar com aquele sono que lhe impedi de trabalhar, e também interfere em seu rendimento. Espero que tenha gostado das
Porém quando estamos em um feriado prolongado na grande maioria das vezes, acabamos indo dormir tarde e acordando mais tarde ainda, sem hora para nada acabamos trocando o horário de nossas refeições, entre muitas outras coisa e posteriormente sentimos uma grande dificuldade em voltar para a nossa rotina, por isso confira a seguir algumas dicas de como voltar a mesma da melhor maneira.
Normalmente nosso dia a dia é cheio de horários, temos que acordar cedo, e acabamos indo dormir um tanto quanto tarde, mais no feriado extrapolamos, se você nunca sabe o que fazer confira essas dicas, a primeira dica é que um dia antes de ir trabalhar você comece a voltar a sua rotina, durma cedo, e acorde cedo, nada irá lhe impedir descansar durante a tarde, porém não prolongue muito o seu sono, almoce no horário de costume e durma cedo, dessa forma você vai evitar ficar com sono no dia seguinte.
Outra dica é não ingerir bebida alcoólica, no dia anterior, e nem ir para baladas que acabem tarde e que poderá não lhe deixar ir trabalhar no dia seguinte, são pequenas mudanças que permitem que você se divirta ao máximo no seu feriado e possa voltar a sua rotina da melhor maneira, sem ficar com aquele sono que lhe impedi de trabalhar, e também interfere em seu rendimento. Espero que tenha gostado das
sábado, 23 de abril de 2011
Páscoa também é tempo de brincadeira

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Brincadeiras de crianças na Páscoa
Organize brincadeiras divertidas no dia da Páscoa. Seus filhos vão adorar - e você também!
Reúna as crianças para pintarem os ovos de galinha. Elas vão adorar
Toda criança adora Páscoa, não só pelo fato de ganhar vários ovos de chocolate, mas também por ser um feriado gostoso, no qual é possível reunir toda a família e brincar muito. Pensando nisto, separamos algumas brincadeiras para você preparar para a criançada. Tome nota e faça a festa com elas:
Caça-ovos
Como brincar: conte para seus filhos que, durante a noite, o coelhinho escondeu vários ovos pela casa. A criança precisa apenas procurar. Para que a brincadeira fique ainda mais divertida, cole no chão as pegadas do coelho que podem ser feitas de papel. Você também pode usar talco e seus dedos para simular as pegadas do bichinho.
Pintar ovos
Como brincar: reúna as crianças para pintarem os ovos de galinha. Os ovos pintados podem ser entregues como presentes aos avôs e tios. Para não ter sujeira, é melhor trabalhar com os ovos já cozidos.
Corrida dos ovos
Como brincar: a criança precisa pegar um ovo cozido, colocar uma colher na boca e correr de um lado para outro equilibrado o ovo. Quem chegar primeiro sem deixar o ovo cair é o grande vencedor.
Amigo ovo
Como brincar: é como um amigo secreto, mas de Páscoa. Nele, cada participante deve tira um papel com o nome de outro participante - e não deve contar a ninguém quem é. No dia da brincadeira, através de dicas, os outros tentam adivinhar quem é. Quando isso ocorre, há troca de ovos de Páscoa. Quem recebe o ovo é o próximo que dá as dicas e, assim, sucessivamente.
Coelhinho sai da toca
Como brincar: distribua bambolês pelo chão. Cada criança deverá ficar dentro de um bambolê. Sempre que você gritar: coelhinho sai da toca, as crianças devem trocar de bambolê. Quem ficar de fora, precisa esperar a próxima rodada. A cada rodada você deve tirar um bambolê.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Tiradentes para crianças
O seu nome era Joaquim José da Silva Xavier, nasceu em 1746 na Vila de São José Del Rei (hoje Tiradentes), Minas Gerais. Seu pai era um pequeno fazendeiro. Ficou conhecido como Tiradentes por ser dentista, profissão que aprendeu com o tio após ficar órfão. Tiradentes não foi apenas dentista, mas também minerador entre outros ofícios. Como muitos, Tiradentes não aceitava os altos impostos cobrados na época por Portugal, essa revolta foi aumentando até que surgiu um movimento revolucionário chamado de Inconfidência Mineira que tinha como objetivo acabar com os impostos abusivos e também conseguir a independência brasileira. Este movimento foi denunciado antes de ser concretizado. Foi iniciado um processo contra todos os revolucionários, mas apenas Tiradentes, o único condenado a morte foi enforcado em praça pública em abril de 1792.
terça-feira, 19 de abril de 2011
'Páscoa

Quando menina a chegada da Páscoa representava para mim, apenas
a chegada de um tempo bom, de muita alegria, de ovos de chocolate e
confraternização em família.
Logo, logo queria descobrir o que tem a ver coelho, ovos, símbolos da
Páscoa com a ressurreição de Jesus Cristo e a fuga dos hebreus do Egito.
Descobri que os ovos são o símbolo do nascimento. Mais ainda, para minha
surpresa, quando jovem aprendi que ovo de páscoa é oco, justamente para simbolizar o
sepulcro vazio. O coelho, fiquei sabendo mais tarde que é o símbolo da vida,
da ressurreição, representa o ato de sair da toca bem cedo, na alvorada, para a vida,
e lógico porque os coelhos se reproduzem assim como o Cristianismo.
Somente agora, bem mais adulta entendi o verdadeiro significado da Páscoa.
Renascer é nascer novamente, pois de que importa sermos velhos, cheios de
erros e não nos renovarmos. Importa sim nascer denovo para uma nova
vida, cheia de vitórias e alegria, com Jesus Cristo no coração. A fuga dos
Hebreus marca o fim de um tempo de escravidão, de uma mente escrava,
de uma vida corrompida, de um caráter doentio, de não ser dono da própria
vontade. A escravidão se equivale a uma morte, a uma anulação. Precisamos
renascer para uma vida plena, livre de todos os vícios, de todas as manias,
de todos os costumes, das marcas do passado, do medo, da dor e tristes
experiências.
Quero todo dia despertar a alva, quero renascer a cada manhã com a alvorada e
desejo que o orvalho da manhã seja presente em nossas vidas assim como a
exuberância da terra. Quero sair como um coelho para a vida a cada madrugada
quero ver o sepulcro vazio e dizer todos os dias = "Eu tudo posso naquele que me
fortalece", falar para todos "Se Deus é por mim, quem será contra mim"?
Quero todos os dias olhar para o sepulcro vazio e dizer = "O meu redentor vive e
está comigo todos os dias, na minha casa, no meu escritório, na minha família e
na minha vida"!
Eu desejo, sinceramente, do fundo do meu coração que nesse tempo de Páscoa,
Todas as pessoas sejam instadas a abandonar tudo o que é velho, antigo, eu é
Passado triste para olhar para a frente, com otimismo, com coragem. Desejo que
Sua vida, hoje mesmo seja ligada à árvore da vida e seja repleto
Desse espírito de ressurreição em todas as áreas para, assim viver a vida como
Quem sorve o sumo de um fruto muito saboroso.
Hoje é dia de Páscoa! É dia de Renascer!
Feliz Páscoa para todos
Deus Abençoe
Tacía Pítsica e Família
segunda-feira, 18 de abril de 2011
A leitura encoraja a criança a dizer novas plavras
http://www.almanaquebrasil.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5919:literatura-encoraja-a-crianca-a-dizer-a-palavra-nova&catid=12906:literatura&Itemid=28
sábado, 16 de abril de 2011
“Superação do racismo na educação infantil "

Promover a conscientização de lideranças, membros, professoras e professores das escolas dominicais e bíblicas, com informações e conhecimentos estratégicos para a compreensão e a superação do preconceito e da discriminação raciais nas relações pedagógicas e educacionais das escolas dominicais e bíblicas das igrejas brasileiras
Uma das estratégias utilizadas para “branquear” superação do racismo foi à educação. A educação nessas inicia-se desde a idade de aproximadamente três anos e segue por toda vida. As classes de escolas, assim denominados esses momentos de estudo, estão geralmente divididas da seguinte maneira: sala das crianças, sala dos adolescentes, sala dos jovens, e sala dos adultos.
De modo geral nestas estratégias usamos às histórias que são contadas às crianças com o auxílio de recursos visuais, cartazes, observamos a escassez de referenciais negros. Os grandes heróis são os missionários ibero-americanos; os personagens variados que são representados por figuras de homens e mulheres magros, de pele branca e cabelos castanhos e dourados.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Televisão a diversão preferida da garotada!

Crianças chegam a passar cerca de três horas na frente da TV.
É notório o fascínio das crianças pela televisão, levando-as muitas vezes a passar cerca de três horas na frente da telinha. Nas famílias em que os pais trabalham fora, o que é muito comum nos dias atuais, o tempo das crianças de frente à televisão muitas vezes é maior do que aquele dispensado para o diálogo.
Quanto às influências que os programas podem exercer sobre as crianças, é um assunto gerador de discussões e polêmicas, principalmente porquê as crianças assistem mais TV à noite, quando a programação é direcionada aos adultos.
Os pais se sentem incomodados com tantas cenas de sexo e violência impregnadas no horário nobre, que por ser muito cedo muitas crianças ainda estão acordadas.
Apesar dos pais selecionarem os programas que os filhos devem, ou podem assistir, esses continuam assistindo os não indicados pelos pais. Vale ressaltar que talvez isso se deva ao fato de muitas casas terem mais de um televisor, assim as crianças ficam mais suscetíveis à programação, uma vez que é mais complicado para os pais controlá-la.
O fato é que muitas vezes também a televisão proporciona um clima sem confusão e bagunça dentro de casa, já que as crianças se aquietam e não incomodam ninguém.
A criança não tem condições de selecionar a programação mais adequada para ela, portanto cabe aos pais fazê-la. Porém, não é uma responsabilidade fácil, principalmente depois da autonomia que as crianças adquirem para ligar e desligar a televisão no momento que querem e ainda escolher o canal.
O hábito tão comum de assistir TV também na hora da refeição, deixa um pouco de lado as conversas entre pais e filhos, que ocorrem naturalmente quando estão todos reunidos para a mesma.
Por Patrícia Lopes
Como formar leitores com ajuda de Narizinho e a turma do Sítio
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Monteiro Lobato, o criador de um mundo fabuloso

No dia de seu aniversário, 18 de abril, comemora-se o Dia Nacional do Livro Infantil. Apenas uma mostra da importância da obra e da criatividade de um dos maiores gênios da literatura brasileira
Nenhum autor é tão representativo da literatura infantil brasileira do século 20 quanto Monteiro Lobato. Seu primeiro livro para crianças, A Menina do Narizinho Arrebitado, foi publicado em 1920 e, desde então, sua fantasia já atravessou décadas e segue para a terceira geração de leitores, em várias re-edições e até adaptações para a televisão, do mundo hiperrealístico do Sítio do Pica-pau Amarelo.
Nesse lugar fantástico acontecem as aventuras de Narizinho e Pedrinho na companhia de Visconde de Sabugosa, um sabugo de milho que era um sábio,Emília, uma boneca de pano falante, Quindim, um rinoceronte domesticado e Rabicó, um porco com título de marquês. Tudo sob a tutela de uma ama negra superprotetora, Tia Nastácia, e de Dona Benta, a avó das crianças. Vislumbrado pela literatura infantil mundial, Lobato fez também Peter Pan, Alice, personagens da mitologia e até o Gato Félix passearem pelo Sítio.
Por meio de linhas inventivas ou críticas, o escritor
retratou um Brasil cultural e socialmente atrasado e, ao mesmo tempo, deixou-se também levar pela fantasia do imaginário infantil, no qual criou seu maior legado à literatura brasileira: a possibilidade de criar o impossível.
Leiam Monteiro Lobato com seus filhos!
terça-feira, 12 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Enquete


Os alunos gostam no pátio da esccola?
escola?
Sim, porque apesar do espaço limitado, há várias atividades recreativas para eles.
Sim, porque ele é espaçoso, tem árvores, brinquedos e várias opções de lazer.
Não, porque ele é pequeno e sem muitas opções para os alunos se divertirem.
Não, porque embora esteja numa área grande, os estudantes não têm com que brincar.
domingo, 10 de abril de 2011
O reforço escolar

A falta de assimilação do que o professor fala e explica por parte dos alunos, tem gerado um debate de alta relevância, já que a aprendizagem é o ponto chave para o desempenho de tudo. Procurando buscar subsídios para fazer acontecer a aprendizagem, percebeu-se que precisava-se de algo diferente capaz de estimular o gosto pela escola.
O reforço escolar tem por objetivo a aprendizagem dos educandos em nível de desigualdade com o ritmo da turma, consolidando e ampliando os conhecimentos, enriquecendo as experiências cultuais e sociais, para assim ajudá-lo a vencer os obstáculos presentes em sua aprendizagem.
Para que o reforço escolar tenha êxito, é necessário bastante cuidado como planejamento, definição de metas, escolha de alternativas envolvendo os educandos, e principalmente a união de pais escola e comunidade para assim ser uma ação articulada em conjunto. O reforço tem que fazer parte do plano pedagógico da escola e desenvolvido na própria escola pelos professores em um horário diferente do turno das aulas normais, deve ter características diferentes das aulas, más, ao mesmo tempo uma integração entre elas, para que o educando seja estimulado a aprender de forma nova.
Durante as atividades de reforço escolar, é possível desenvolver um conjunto de atividades bastante amplo, atividades que interessem os alunos pelo novo, más que faça parte do seu dia-a-dia, dando assim um sentido ao que aprender, assim fazendo com que as atividades aconteçam de forma contínua, ou seja, mesmo que o aluno esteja em casa, na rua, na igreja, etc. ele aprenderá e fará relação do que ver com a sala de aula, pois quando um conhecimento
tem sentido na sua vida, se faz relação do conteúdo com o cotidiano.
Os alunos que participam do reforço escola, sempre apresentam avanços em sua aprendizagem, pois tiveram voltados pra si a atenção necessária para desenvolver-se.Muitas das vezes os regentes de ensino não se preocupam com os alunos com nível de aprendizagem baixa, e vão seguindo ministrando suas aulas como que eles fossem invisível, o que piora a situação na maioria, pois as dificuldades são acumuladas e os alunos passam a se ver como incapazes.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Cuidado com o materal escolar

Já parou para pensar que a entrada na escola é o começo da conquista da independência das crianças? Apesar de muitas acharem justamente o contrário, já que muitas vezes têm que fazer tarefas que não desejam e são obrigadas a acordar cedo, a ida ao colégio é o começo de um amadurecimento muito importante para sua vida adulta.
É o momento de começar a se preocupar mais com si próprio, tirando um pouco esta tarefa dos ombros dos pais. Você deve decidir, por exemplo, a roupa que mais adequada para vestir ou o melhor lanche para comer no intervalo. Também deve se preocupar com sua segurança,e com horários, fundamentais nesta fase e com o material escolar!
O material comum a todos da escola, como quadro, cadeiras, mesas e outros itens que ficam na sala de aula merecem atenção de toda a também dos professores. Vale lembrar que basta uma única pessoa para destruir o material utilizado pela sala inteira!
Protegendo o material
Quanto ao material próprio, como lápis, canetas, borrachas, livros e cadernos, estes ficam por conta de cada aluno. Cuidar deles significa economizar e ainda transmitir uma imagem positiva para os professores e o restante da turma. Um caderno bem cuidado, sem "orelhas" ou folhas caindo representa um pouco da personalidade de seu dono. Resista às tentações de escrever na capa ou rabiscar o fundo.
Caso não goste do desenho ou da estampa, uma boa idéia é fazer sua própria capa, seja com a foto de sua banda favorita, seu ídolo na televisão ou o escudo de seu time de coração. Tudo que você precisa é o material escolhido (foto, texto, imagem) e um pedaço de Contact transparente. Você pode encontrá-lo em qualquer papelaria ou loja de departamentos. Como ele é autocolante, basta escolher o local onde a ilustração ficará, cortar o plástico e cobrir o material.
Uma boa dica é colocar um pouco de cola no fundo da imagem para que ela não escorregue e prejudique o processo. Há também várias opções de Contact com desenhos e cores, idéias para quem deseja mudar a cara dos materiais e não tem idéia do que fazer.
Nunca é demais lembrar para evitar que o material seja molhado. O efeito provocado pela água em capas e folhas de papel muitas vezes traz problemas irreversíveis. A boa e velha mochila é insuperável nesta tarefa: mantém tudo organizado, seco e limpo.
Por isso, evite guardar o lanche no mesmo compartimento dos cadernos. Um vazamento na garrafa ou um pouco de requeijão ou geléia saídos do sanduíche podem estragar seu trabalho do ano inteiro!
Guardando para o futuro
Quem tem irmãos menores ou amigos cursando séries anteriores tem um bom motivo para cuidar dos livros e dos cadernos. Repassá-los para os mais novos é um ato carinhoso e importante, não só para transmitir conhecimento, mas também evitar novos gastos para seus pais. Lembre-se que os gastos com a escola formam uma grande parte das despesas mensais deles. A natureza também agradece, já que cada papel economizado significa menos árvores cortadas!
terça-feira, 5 de abril de 2011
Queridos

Sempre que meus olhos não consigam ver o que é importante ou quando eu subvalorizar o que para você é o mais valioso;
Sempre eu não entender o que te é especial, ou que naquela hora eu não veja a importância, lembre sempre que eu sou como o AVIADOR, impactado com a forma como você consegue ver as coisas, valorizar o que é importante, ser sensível e ver o mundo!
O aviador, o principezinho, a ovelha VS a flor
Eis uma conversa do principezinho com o aviador...
No princípio o Aviador não deu importância... desvalorizou a preocupação do principezinho...
Ao referir que não tinha importância alguma a dúvida do pequeno, este ficou lívido e ripostou...
"-As flores fabricam espinhos há muitos milhões de anos. Apesar disso, as ovelhas comem flores há muitos milhões de anos. E vens-me tu agora dizer que tentar perceber porque têm elas tanto trabalho a fabricar espinhos que nunca lhes servem para nada não é uma coisa séria? Que a guerra entre as ovelhas e as flores não é uma coisa importante? Não será uma coisa bem mais séria e bem mais importante do que as contas de um senhor muito gordo e muito encarnado? E se eu, eu que estou aqui à tua frente, conhecer uma flor única no mundo, uma flor que não existe em mais lado nenhum senão no meu planeta, mas que, numa manhã qualquer, uma ovelhinha pode reduzir a nada num instante, assim, sem dar sequer pelo que está a fazer, isso também não tem importância nenhuma, pois não?
Corou. Mas ainda não tinha acabado.
- Amar uma flor de que só há um exemplar em milhões e milhões de estrelas basta para uma pessoa se sentir feliz quando olha para o céu. Porque pensa: «Ali está ela, alegres lá no alto...» Mas se a ovelha comer a flor, para essa pessoa é como se as estrelas se apagassem todas de repente! Mas isso também não tem importância nenhuma, pois não?
E não foi capaz de continuar. Desatou de repente a chorar. Entretanto, fizera-se noite e eu largara as minhas ferramentas. Queria lá saber do martelo, da porca, da sede e da morte! É que, numa certa estrela, num certo planeta, no meu planeta, na Terra, havia um principezinho para consolar. Peguei-lhe ao colo. Embalei-o. Fui-lhe dizendo: « A flor de que tu gostas não corre perigo nenhum... Eu desenho um Eu desenho uma armadura para a tua flor... Eu...»
Não sabia que mais lhe prometer. Sentia-me completamente desarmado. Não sabia como chegar até ele... É tão misterioso, o país das lágrimas!"
O Pequeno Príncipe - Saint-Exupéry
excerto do capítulo VII
segunda-feira, 4 de abril de 2011
O que os pais esperam da escola de seus filhos?

Não existe frio na barriga maior do que o momento em que a mãe tem que entregar o seu filho nas mãos de uma pessoa estranha.A mãe desconfia,tenta investigar se é realmente a pessoa adequada para cuidar de seu eterno "bebê",se sentem culpadas,sentem ciúmes ...Mas pode ter absolutíssima certeza que será sua meiguice no trato com as crianças que irá cativar os pais.
É lógico que é também muito importante ter o DOM para ser professora.
Você estará em contacto com pessoinhas que estão em pleno desenvolvimento físico e mental.Será a pessoa que vai lhes ensinar bons modos,companheirismo,amizade e provavelmente ensinará o conhecimento necessário. Será a pessoa mais importante para ela durante um longo período do dia.É com muito amor que tudo isso deve rolar.Inclusive tem que ter um tom de voz doce,suave,pois os pequeninos irão te amar muito.E os pais nem te conto.
Fui professora por muitos anos e na hora que os pais vinham buscá-los era a maior choradeira,muitos queriam ficar comigo, muitas vezes vir naminha casa, saber como vivoe onde moro.
Acredito que é isto qe os pais querem da escla...
Que seusfilhos sejam amados.
sábado, 2 de abril de 2011
Pais, filhos e escola – uma relação que dá certo!

A criança passa boa parte do dia na escola em companhia da professora e das “tias” e “tios” ou praticamente o dia todo. A colaboração entre pais e professores tem que existir para o bem-estar do pequeno. O professor deve seguir as recomendações extras dos pais e estes devem depositar confiança no educador. Afinal, todos estão trabalhando em conjunto para a satisfação da criança.
Contudo, os pais precisam trabalhar o dia todo ou meio período para prover o sustento, a segurança e a dignidade em casa. Com isso, boa parte dos pais não tem 24 horas para estar com seu(s) filho(s). Quando os progenitores, principalmente as mães, encontram seu filho têm a tendência de satisfazer todas as vontades da criança como meio de suprir a carência afetiva do tempo em que o pequeno esteve na escola. Porém, quando chegam à sala, as crianças não conseguem entender o valor de um “não” ou simplesmente ignoram qualquer limite a ser respeitado.
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