domingo, 13 de março de 2011

Medo


O medo, seja ele real ou não, provenha ele de perigos internos ou externos, está ligado ao sentimento de desamparo e impotência que o indivíduo experimenta desde o seu nascimento e ao longo do penoso e difícil caminho que percorre rumo ao amadurecimento.

Quando um medo irracional de situações que estão longe de representar uma ameaça real se torna persistente resultando em um evitamento de forma consciente de objetos, atividades, situações ou animais, damos-lhes o nome de fobia. A fobia implica em um aumento de ansiedade, até um limite que impeça a pessoa de exercer suas atividades normalmente, pois provoca um intenso mal-estar, quase sempre acompanhado de sintomas físicos desagradáveis como aceleração dos batimentos cardíacos, sudorese, falta de ar, ondas de calor ou de frio, vertigem, palpitações, formigamento, entre outros. Também pode provocar uma sensação de morte eminente.

Muito embora possa se desenvolver fobia a qualquer coisa, existem três tipos básicos de fobia, são eles: a agorafobia, que é o medo mórbido de se achar sozinho em grandes espaços abertos ou de atravessar lugares públicos ou de viajar desacompanhado; a fobia social, que aparece em situações de exposição pública como ser apresentado a alguém, participar de reuniões, falar em público, escrever ou simplesmente assinar um cheque na frente de outras pessoas; as fobias específicas que correspondem aos medos irracionais e persistentes na presença ou por antecipação de situações específicas, como andar de elevador, viajar de avião, tomar injeções, ficar em lugares fechados, dentre tantos outros.

Para Freud, medo, ansiedade e angústia são sentimentos próximos e que em muitos momentos se confundem. O psicanalista considerou que o determinante fundamental da ansiedade é a ocorrência de uma situação traumática, ou seja, uma experiência de desamparo frente ao acúmulo de excitação de origem externa e/ ou interna e com a qual o ego da criança, ainda imaturo, não pode lidar. Portanto, em momentos subsequentes na vida, a ansiedade pode surgir como sinal de uma resposta do ego a uma situação de perigo que guarda semelhança com a situação traumática inicial.

Justamente pela grande dependência que o ser humano tem ao nascer, por ser imaturo e incapaz de prover sua própria sobrevivência, fazendo-se imprescindível a presença de alguém que possa assumir os cuidados necessários para o crescimento, é que os perigos externos e ou internos são facilmente detectados pelo ego. Para Freud, estes perigos modificam-se de acordo com a fase de desenvolvimento da criança, mas possuem uma característica comum: a separação ou perda do objeto amado ou perda do seu amor.

Melanie Klein, em sua forma particular e criativa de descrever o aparelho mental, supôs que a vida psíquica é determinada pela polarização entre pulsões de vida e pulsões de morte. Por pulsão de vida referiu-se aos aspectos amorosos e integradores e por pulsão de morte, aos aspectos agressivos e desagregadores. Considerou que ambos são inatos e estão presentes na mente desde o nascimento. Diferente de Freud, Klein não falou de fases do desenvolvimento, mas descreveu dois modos de funcionamento mental que denominou de posições: a posição esquizoparanoide e a posição depressiva. A cada uma delas designou um tipo de ansiedade, ou como também se pode dizer, de medo.

Na posição esquizoparanoide encontra-se a ansiedade persecutória que corresponde aos temores de se sentir à mercê dos perigos internos e externos e de suas ameaças. É sentida como medo do aniquilamento e assume a forma de medo de perseguição. À medida que a criança vai se sentindo mais segura e que as experiências de satisfação predominam sobre as de frustração, ela se dá conta de sua dependência da mãe, e é justamente quando, de acordo com essa autora surge a posição depressiva. Ao perceber sua dependência, a criança passa a temer a perda deste objeto amado que lhe proporciona vida e segurança, então eclode a ansiedade de separação, ligada aos medos da perda do objeto amado e de seu amor.

Seguindo outra linha de pensamento, Donald Winnicott, psicanalista inglês, sublinhou o papel do ambiente no desenvolvimento da criança. Para ele, quando um bebê nasce é um somatório de partes físicas e psíquicas que se encontram em um estado de não integração, que implica em uma "não consciência". A integração do ego se faz a partir deste estado primário não integrado, e é construída gradativamente mediante o contato do bebê com a mãe, dando a ele a noção de que é uma unidade coesa e integrada em si mesma. Esta experiência leva a outra: a da diferenciação.

Para que este estado de integração, que é conquistado gradualmente, ocorra, o bebê precisa contar com um ambiente favorável e com uma mãe, que Winnicott denominou de "suficientemente boa", ou seja, que a mãe por meio do seu cuidado e manejo, possa prover seu bebê e proporcionar seu desenvolvimento rumo à integração e à independência. Quando a mãe não consegue proporcionar ao bebê esse desenvolvimento satisfatório, o estado de integração não se solidifica, produzindo na criança sentimentos de ansiedade, ou de medo, que Winnicott classificou como do tipo psicótico, que são: medo da desintegração, terror de cair no vazio, de despedaçar-se e de não sentir-se conectado com o próprio corpo.

Este breve passeio por algumas das mais importantes teorias psicanalíticas mostram que o medo, seja ele realístico ou não, provenha de perigos internos ou externos, está ligado ao sentimento de desamparo e impotência que o indivíduo experimenta desde o seu nascimento e ao longo do penoso e difícil caminho que percorre rumo ao amadurecimento.


A agoratobia é o medo mórbido de se achar sozinho em grandes multidões e em grandes espaços abertos, tais como lugares públicos de comum visitação em nosso cotidiano.

A fobia se reflete em alguns sintomas fisicos, como aceleração do batimento cardíaco, falta de ar, sensação de desmaio, entre outros malefícios. Isso graças ao forte efeito da ansiedade e do estresse que o excesso de medo causa.

A criança teme a perda do objeto amado que lhe proporciona vida e segurança.

sábado, 12 de março de 2011

Contrução do eu social


A adaptação às normas consideradas socialmente éticas faz parte do processo evolutivo, iniciado na primeira infância. Segundo THIERS, o sujeito social vive dois momentos de nascimento: o nascimento biológico e o nascimento social. Este último é considerado o primeiro acesso à sua condição de adulto e à sua entrada na cultura. Assim, uma boa integração e um bom relacionamento entre pais e filhos são imprescindíveis nessas primeiras etapas da vida.

Cabe aos pais e, de maneira especial, à mãe ou àquele que faça essa função modificar os impulsos primários e narcisistas da criança, a fim de transformá-los em hábitos e normas de comportamentos socialmente aceitos. Mas, para que isso aconteça , é preciso agir com amor e firmeza.

A criança precisa dos parâmetros dos adultos, mesmo que não os entenda. Ainda não está na fase de formular respostas complexas. É extremamente difícil dosar, na medida certa, disciplina e tolerância de forma a produzir o efeito desejado, porque é preciso levar em consideração não apenas as normas gerais de educação, mas as diferenças individuais. Segundo Freud, "romper com vínculos familiares, sair de grupos fechados e entrar em grupos maiores é o que permite ao sujeito ser social".

Nas relações afetivas bem estruturadas, não se perde o outro simplesmente por desagradar-lhe. Não será por estabelecer limites para nossos filhos que vamos perdê-los. Isso não corresponde ao que temos visto na prática da vida familiar, da clínica e da escola.

Pessoas que se esquivam de dar às crianças limites, com receio de perder o seu afeto, estão, de fato, provocando danos para a educação, pelo fato de negar-lhes referenciais necessários e tranquilizadores; além disso, estão, ainda, contribuindo para aumentar as resistências à aceitação dos limites, dos desafios do cotidiano. A hipersolicitude dos pais, somada à falta de não e ao excesso de sim, impossibilita o surgimento da disciplina, da gratidão, da religiosidade e da cidadania. É fazendo laço social que a criança se confronta com seus limites e possibilidades, e essa superação permite a sua entrada na cultura e, até, a formação de sociedades, a vivência em coletividade.

A saída da ordem familiar para o ingresso nas formas mais amplas de vivência social exprime o modo de compreender a estruturação da criança regida pela lei paterna. Sabe-se que a autoridade e a lei se materializam para a criança, no espaço social, através da incorporação de normas estabelecidas, veiculadas por meio de organismos sociais específicos.

Se a criança aprende, desde pequena, a ter disciplina e a cuidar das pessoas ou do ambiente em que vive, ela irá adquirir autonomia. Assim se conquista a liberdade. Disciplina nada mais é do que uma capacidade organizacional para resolver bem as questões do dia a dia.

Autonomia não significa o mesmo que individualismo ou liberdade para fazer o que se quer; significa coordenar os diferentes fatores relevantes, para agir da melhor maneira. Assim, não existe um momento específico para se trabalhar a educação moral, a disciplina. Estas serão adquiridas pela criança durante sua convivência diária, desde pequena, com o adulto, com seus pares, com as situações escolares.

Desde pequena, a criança precisa ir aprendendo as normas de convivência. Ela precisa aprender que seu desejo não é lei; que ela não pode fazer o que quiser, pois, do contrário, não saberá conviver com pessoas que têm pontos de vista e hábitos diferentes do dela. Esses limites servem de parâmetros para os relacionamentos que se estabelecem; garantem a justiça e auxiliam a cooperação e a convivência, preparando-a para viver um mundo real.

A troca de ideias e as argumentações que ocorrem através do diálogo auxiliam a descentralização da criança e fazem com que ela vá percebendo os diferentes pontos de vista, ampliando seu modo de perceber o mundo. O mais construtivo é colocar o problema para a criança, de forma descritiva, de maneira que ela apresente as propostas de resolução, num exercício de reflexão.

Muitas vezes, precisamos de fatos tristes para refletirmos sobre a necessidade de realizarmos mudanças na maneira como estamos educando nossas crianças, que estão se transformando em pequenos ditadores, voltados à satisfação de seu desejos mais primários, de forma individualista.

Sob quaisquer condições, é preciso dar às crianças limites, explicando-lhes as razões lógicas, mesmo sem esperar que elas aceitem. Será apenas a introdução à extensa caminhada da maturação pessoal. Não esperemos das crianças a perfeição. Nem de nós. Uma coisa é certa: uma criança sem limites se torna ansiosa, exigente, supersolícita, porque fica sem referencial para suas ações.

É difícil para uma pessoa que não aprendeu a lidar com os limites estabelecer relações interpessoais harmoniosas. A ausência de limites cria indisposições em qualquer relacionamento, invade, inibe e rechaça as pessoas do convívio com as outras. As pessoas sem limites são alvo da rejeição e da indiferença dos outros ou têm de se confrontar com a agressão das que se sentem invadidas, agredidas e desrespeitadas.

Por mais difícil e incômodo que seja dar limites aos nossos filhos, trata-se de uma ação necessária e estruturante para lhes dar condições de desenvolvimento saudável nas relações com as pessoas e com o mundo. Dessa forma, proporcionaremos os melhores instrumentos para a integração das crianças no convívio social.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Livro que faz chorar....


Uma livreira me contou. Um pai comprou o livro O Patinho Que não Aprendeu a Voar para o seu filho. No dia seguinte voltou muito bravo, trazendo o livro de volta. "Meu filho chorou ao final do livro. Ainda chora quando se lembra do patinho que não aprendeu a voar. Isso é livro para se dar a uma criança?"

Eu compreendo. Ele quer que seu filho só tenha alegrias. Ele quer que os livros que seu filho lê sejam engraçados e façam rir. As crianças não deveriam ler livros que fazem chorar.
Mas tristeza não é coisa ruim. A poesia brota da tristeza. Escrevi muitas estórias alegres e que fazem rir. Mas as que mais amo são aquelas que fazem chorar.

Por que é que o menininho chorou? Porque ele sentiu aquilo que minha neta sentiu. Vocês se lembram do que ela falou, em meio às lágrimas: "Vovô, eu não consigo ver uma pessoa sofrendo sem sofrer. Quando vejo uma pessoa sofrendo o meu coração fica junto ao coração dela...". Ela e o menininho sentiram compaixão. Seus corações ficaram junto ao coração de alguém ou de algum bichinho que estava sofrendo. Sofreram um sofrimento que não era seu.

Tenho estado a me perguntar: como ensinar a compaixão? De que vale conhecimento sem compaixão? Somente o conhecimento com compaixão cria a bondade. E uma sociedade onde não existe a bondade não é digna de que vivamos nela. Como a nossa, em que a bondade foi espremida nos cantos e as ruas se encheram de medo.

Gandhi relata que a experiência que mudou o seu coração foi a leitura de um livro. Ele era ainda um adolescente. O livro o comoveu tanto que ele queria ser como o herói, nobre e generoso. Esse sentimento o acompanhou pelo resto de sua vida. Seu coração ficou junto ao coração do herói. E não importava que o herói nunca tivesse existido, que fosse apenas uma ficção literária. Pois é isso que a literatura faz: ela se desprega da vida real para dar-lhe um sentido.

Livros engraçados são bons. O riso tem a importante função de mostrar que o rei está nu. Mas não conheço nenhum caso de uma pessoa que tenha sido transformada por um livro engraçado. O riso provoca crítica, mas não provoca compaixão.

Pensei então que essa poderia ser uma das maneiras de se ensinar compaixão: lendo-se para o aluno ouvir. Mas para que as estórias façam os seus milagres é preciso que o ouvinte seja possuído pelas palavras e levado ao sabor da voz de quem lê a estória.

Fiquei então pensando que seria melhor que gastássemos menos tempo com gramática e análise sintática, e mais tempo com a leitura. Leitura sem testes de compreensão, sem interpretações, o que é que o autor queria dizer etc. Pura emoção. Um texto não interpretado permanece vivo para sempre, como um enigma que nos comove todas as vezes que o lemos. Mas um texto interpretado é um texto esgotado do seu mistério, esquartejado sobre a mesa de anatomia da linguagem.

Eu gostaria de conversar com o pai do menino que chorou ao ler O Patinho Que não Aprendeu a Voar. O menino entendeu. Sentiu compaixão. Mas o pai não entendeu. Ou, quem sabe, ele ficou bravo não pelo choro do seu filho, mas por ter, ele mesmo, sentido vontade de chorar — mas não chorou de vergonha...



Rubem Alves

quinta-feira, 10 de março de 2011

Família, porfessor, escola....



Familia, professor e escola: vínculos afetivos, limites e autoestima na aprendizagem.

"A gente não cria paciência porque não acostuma com a criança."

Ouvi a frase acima de um pai, ao tentar explicar por que ele tem tido dificuldade em educar sua filha, que passa o dia inteiro na escola. Justificava-se e propunha que a professora, que fica o dia inteiro com a sua filha, desse os limites e as regras; e ele, que só a vê à noite, desse os carinhos e os mimos.

A professora argumentava que o trabalho educativo dos pais era insubstituível e indispensável. Ela estava pedindo aos pais que ajudassem a menina a organizar seu horário de estudo, pois ela não estava conseguindo...

Como mediadora, lembrei o pai que a escola é uma grande parceira da família ou a família é a grande parceira da escola. Tanto faz a ordem em que se coloque, pois o mais importante é que ambas cumpram com o seu papel educador.

Tanto a família quanto a escola devem viabilizar relações pautadas na afetividade e no adequado desempenho de papéis. Ao viverem ora como aluno, ora como filho, aprendem as normas sociais e éticas e compreendem o seu lugar no mundo. Contudo, se os adultos se eximirem de sua tarefa educativa, como a criança se construirá "sujeito" e como entenderá o mundo e seu funcionamento?

O que uma família tem que fazer nenhuma escola consegue substituir, por melhor que seja; o que a escola tem que fazer, as famílias não conseguem, mesmo sendo educadoras.

A família tem o papel de acolher a criança e promover individuação e pertencimento. No convívio diário, nas conversas, na forma de proceder diante das rotinas do dia a dia é que a criança compreende os mitos, as crenças, os ritos de sua família, assim como a forma deles de viver e conviver.

A escola tem o papel de socializar o conhecimento e as relações. Ela precisa promover um espaço educativo propício aos riscos de acertar e errar, de levantar hipótese, de discorrer o pensamento, enfim, um espaço de aprendizagem. Esse contexto é individual e coletivo, é solitário e participativo. Torna-se, portanto, fundamental o grupo, as trocas, as diferenças. Diante desse movimento, é fácil entender que o grupo funcionará regido por normas e por regras de funcionamento, colorido pelo tom e pela temperatura das relações afetivas.

A escola é uma instituição do domínio coletivo, dos grupos, das trocas, e a família, é do domínio do mais reservado, do particular e do especifico.

Tanto os pais quanto os professores devem ter claro que a afetividade, segundo Wallon, é construída a partir da qualidade das relações que a criança estabelece e é determinante para a construção da personalidade. À medida que a criança vai crescendo e se desenvolvendo, vai ampliando sua capacidade relacional e afetiva. A afetividade se manifesta através das emoções e dos sentimentos.

O que organiza as relações são os limites, as fronteiras relacionais que estabelecemos com as pessoas. Fronteiras nítidas desenvolverão relações adequadas e respeitosas. Fronteiras difusas desenvolverão relações misturadas e caóticas. As fronteiras rígidas desenvolverão relações distanciadas e autoritárias.

Portanto, precisamos prestar atenção em como estabelecemos nossas relações. Promovemos autonomia ou simplesmente controlamos nossos alunos e filhos? Fazemos encaminhamentos? Damos-lhes as regras ou fazemos por nossos alunos e filhos para encurtar o caminho e não nos estressar?

Volto a afirmar que se viver fosse um jogo, seria um jogo de regras. No entanto, para se jogar esse jogo, é preciso acreditar que vale a pena esse compartilhamento. Só o amor não educa, mas não se educa sem amor!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Amigos e as diferenças




Como sabemos, a adolescência é considerada um processo de transição para a vida adulta, embora já não se viva num corpo de criança, tampouco se experimenta a liberdade dos mais velhos. Seus desafios são colocados diariamente à prova: questionamento de valores, desvinculação afetiva das figuras parentais, busca pelos amigos, apego aos bens de consumo, dentre outros.

Durante esse período, é em contato com o outro-social (com os pais-familiares e posteriormente com amigos e colegas), que se dá a própria formação da identidade, perpassada por fatores econômicos, sociais, educacionais, políticos e culturais (Ozella, 2003). Nesse processo, autores argumentam que o adolescente deixa um pouco de lado a família, sem abandoná-la completamente, para iniciar relações extrafamiliares. Essas relações talvez sejam um dos aspectos mais notórios da adolescência, pois através delas é possível ao jovem a amplificação e diversificação de sua rede de relações sociais.

O grupo de amizade assume, assim, significativo valor, com o qual o adolescente estabelece, a princípio, uma relação baseada na intimidade e na homogeneidade, marcada pela confiança e reciprocidade; com relações horizontais igualitárias (diferindo das relações hierárquicas costumeiramente presentes na relação com os pais), nas quais se desenrolam possíveis discussões sobre, por exemplo, namoro, drogas, estudos e amizade; e o questionamento de regras e valores familiares para futura reformulação dos seus. A amizade apresenta com isso, um leque de exploração do campo social, possibilitando a vivência de experiências diversas que ajudarão o adolescente no processo de construção de sua identidade.

Como marcas de homogeneidade do grupo de amizades, a origem social semelhante, valores, jeitos e gostos em comum aproximam cada vez mais meninos e meninas nesse caminho. Contextualizando culturalmente essa perspectiva da amizade como relação com o "igual", para Rezende (2002) tal idéia condiz com o ideal Ocidental Moderno, cujas relações tendem a ser fechadas, invariáveis (no sentido de compartilhamento de opiniões, crenças, por exemplo), caracterizadas pelo conformismo e pela não abertura ao diferente.

Dessa forma, o relacionamento com o diferente se torna cada vez mais distante e pouco usual. O perigo é que muitas vezes crescem e sustentam-se práticas de intolerância frente ao outro/diferente, mesmo quando esse é do seu meio de amizades.

Portanto, para os adolescentes, porém não somente para estes, muitas vezes pensar na figura do diferente remete a inquietações, angústias de não aceitação e de atribuição de desigualdades, como já dito anteriormente, a desigualdade que exclui.

A demarcação do que é legitimado pelo grupo constrói subjetividades, enfatiza e reafirma estereotipias, e produz práticas que reproduzem as desigualdades intergrupais. Essas estereotipias na maioria das vezes se cristalizam em rótulos, com isso já não se lida mais com pessoas, mas sim com sua aparência, com a idéia a qual se remete. E nessa construção da subjetividade, o diferente assume o papel da referência contrária, pois se afirma uma identidade em oposição à figura da diferença.
Hausson (1998) nos lembra que é esse um dos maiores parâmetros de nossa civilização e de seu mal-estar: localizar a margem e constituir-se em oposição a ela, e tem como base o imaginário de seu país, o ideal de certo e errado, o aceito e o reprimido.

O que devemos propor é que a amizade, enquanto meio de vinculação social, seja um dos principais meios de se relacionar com o novo, com o diferente que surge ali bem perto, no seu próprio meio, no bairro, na escola, em casa; que seja ela uma forma de relação em que torna possível ao diferente integrar-se ao idêntico, sem abrir mão de sua qualidade de diferença inassimilável - e como tal fundante (Ulloa, 1998). É, pois, uma tentativa de lançar-se a um modo de ser menos individualista, abrir-se de uma relação estável do duplo, para a inquietude e estranheza da diferença que é também constitutiva da subjetividade.

A escola é um excelente ambiente para pensarmos nessa dimensão da amizade, e incentivarmos nossos alunos e filhos à ousadia de um novo percurso: o do respeito, da tolerância e aceitação das diferenças individuais dentro do seu próprio grupo de amizades. Talvez assim, possamos esperar jovens menos egoístas, mais tolerantes e abertos às perspectivas de um mundo integrado que queremos construir.

terça-feira, 8 de março de 2011

Crianças e o carnaval


CURIOSIDADES DO CARNAVAL

Na Roma antiga, havia festas para homenagear o deus Saturno; eram as chamadas saturnais. As escolas ficavam fechadas, os escravos eram soltos e as pessoas saíam às ruas para dançar. Carros parecidos com navios, que se chamavam “carrum navalis”, levavam homens e mulheres nus em desfile. Muitos dizem que pode ter vindo daí o termo carnavale. Fonte: Guia dos Curiosos – Brasil.

O carnaval é uma festa linda, onde a arte pode ser mostrada de muitas maneiras em bailes, festas de rua e desfiles alegóricos.

Nos bailes, o que mais encontramos são os famosos confetes e serpentinas que são jogados para o alto na hora da brincadeira. Ao som de marchinhas de carnaval de antigamente, todos se divertem e lembram como essa festa era comemorada há alguns anos atrás.

Com o passar do tempo, o carnaval foi tendo uma popularidade tão grande, que as festas de rua cresceram muito, e hoje é a forma de diversão mais encontrada em todo o país. A festa de carnaval de rua mais conhecida é a de Salvador, que leva milhares de pessoas atrás dos trio-elétricos que tocam axé durante os quatro dias de folia.

Pertinho dali, em Recife e Olinda, tem um dos carnavais mais populares do Brasil, com os famosos bonecos gigantes que também são seguidos por multidões.

No Rio de Janeiro e em São Paulo, a festa é um pouco diferente. Ela acontece nos sambódromos onde as escolas de samba desfilam com lindas fantasias e carros alegóricos que contam alguma história. Existe até um júri que vota na melhor escola de samba do ano. As melhores ainda fazem outro desfile para comemorar o sucesso de ter agradado ao público e aos jurados.

As pessoas usam máscaras e fantasias de todos os tipos. Algumas simples, outras mais luxuosas, mas todas com a mensagem de que a brincadeira e a magia do carnaval são especiais de todos os jeitos.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Bom feriado!


the answer my friend is blowin the win......

quinta-feira, 3 de março de 2011

Autonomia



A autonomia baseia-se no nível de segurança estabelecido no primeiro relacionamento social (mãe, pai e bebê). Este é considerado o ponto mais influente na criação de protótipos internos que ajudarão a criança a moldar, nos anos seguintes, os laços interpessoais íntimos.

Uma criança segura é, consequentemente, mais competente e madura social e cognitivamente, o que a conduz a uma elevada autoestima e a um maior autoconhecimento, fazendo-a transportar para sua personalidade uma maior confiança, cooperação, sociabilidade, tolerância à frustração, capacidade de solucionar problemas e de conquistar a independência.

A construção da autonomia será possível em um ambiente democrático, constituído por relações de respeito mútuo, possibilitado pelas trocas sociais. Daí a grande importância do trabalho na educação infantil, já que esta desempenha um papel importante no desenvolvimento da criança. Assim sendo, as Diretrizes Curriculares Nacionais (CEB 22/98) – para esse nível de ensino - possuem a tarefa de nortear as propostas curriculares e os projetos pedagógicos, estabelecendo paradigmas para a própria concepção dos programas de cuidado e educação, visando, acima de tudo, à qualidade.

É na primeira infância que o desenvolvimento da autonomia se torna condição necessária para a construção de uma personalidade saudável, a fim de que, em outras fases da vida, o indivíduo se torne capaz de resolver situações conflitantes, de forma crítica e assertiva. Na escola, são proporcionadas a ele atividades que lhe possibilitem vivenciar experiências diversas, fazendo escolhas, sociabilizando descobertas e seguindo à conquista da sua autonomia.

Para o sucesso do trabalho, a escola conta com a parceria da família. Conhecer a especificidade de cada criança e o modo como ela pensa, age e constrói conhecimentos favorecerá o seu desenvolvimento global. Permitir que a criança realize atividades domésticas, escolares e de lazer, respeitando sua maturidade, exercitará nela sua independência e responsabilidade. É um trabalho sistemático, que requer tempo, paciência e treino. Exige uma edificação de tudo que foi adquirido ao longo de muitas interações (alicerces cognitivos e fisiológicos).

Na maioria das vezes, os pais querem ver os filhos autônomos de um momento para outro, sem lhes terem ensinado. Esse ensinamento deve ser reforçado, assim como aprender a falar e a andar, por tentativas de erros e acertos. Como tantas outras, a autonomia é uma aquisição que a criança tem potencial para realizar. É necessário fazer investimentos!

Ana Beatriz Asfora

quarta-feira, 2 de março de 2011

Como dar lmites aoosfilhos?


As crianças precisam de limites. Como educar com disciplina nossos filhos. Uma disciplina eficaz na hora de aplicar limites aos nossos filhos é o mais importante. Se apresentamos uma boa regra, nosso filho estará disposto a cumpri-la porque o que eles querem é nos agradar.

Não estamos preparados para estabelecer limites. alta-nos habilidade para fazê-lo. Falamos demais, exageramos na emoção, e em muitos casos, equivocamo-nos na nossa forma de expressar com clareza e demasiada autoridade. Quando necessitamos dizer aos nossos filhos que devem fazer algo e “agora” (recolher os brinquedos, ir para a cama, etc.), devemos ter em conta alguns conselhos básicos:

Devemos ter objetividade
É frequente ouvir de nós mesmos e de outros pais, expressões como “comporte-se bem”, “seja bom”, ou “não faça isso”. As expressões significam diferentes coisas para diferentes pessoas. Nossos filhos nos entenderão melhor se dermos nossas ordens de uma forma mais concreta. Um limite bem específico diz a uma criança exatamente o que deve ser feito. “Fale baixinho na biblioteca”; “Dê de comer ao cachorro agora”; “Segure na minha mão para atravessar a rua”. Esta é uma forma que pode aumentar substancialmente a relação de cumplicidade com seu filho.

Ofereça opções
Em muitos casos podemos dar aos nossos filhos uma oportunidade limitada de dizer como cumprir suas ordens. A liberdade de oportunidade faz com que uma criança sinta uma sensação de poder e controle, reduzindo as resistências. Por exemplo: “É hora do banho. Você quer tomar banho quente ou frio?”; “Está na hora de se vestir. Você escolhe sua roupa ou quer que eu escolha?”. Esta é uma forma mais fácil e rápida de dizer a uma criança exatamente o que fazer.

Sejam firmes
Em questões realmente importantes, quando existe uma resistência à obediência, necessitamos aplicar a disciplina com firmeza. Uma disciplina firme diz a uma criança que ela deve parar com tal comportamento e obedecer suas ordens imediatamente. Por exemplo: “Vá para o seu quarto agora”, ou “Pare! Os brinquedos não são para atirar”. Os limites firmes são melhor aplicados com uma voz segura, sem gritos, e um sério olhar no rosto. Os limites mais suaves supõem que a criança tem opção de obedecer ou não. Exemplos de limites leves: “Por que não leva seus brinquedos para fora daqui?”; “Você deve fazer as tarefas da escola agora”; " Venha pra casa agora, está bem?” e “Eu realmente gostaria que se limpasse”. Esses limites são apropriados para momentos quando se deseja que a criança aja num certo caminho. De qualquer modo, para essas poucas obrigações, “deve estar feito”, você será melhor cúmplice do seu filho se lhe aplica uma ordem firme. A firmeza está entre o suave e o autoritário.

Acentue o positivo
Os meninos são mais receptivas em fazer o que lhes ordenam. Ordens como “não”, ou “pare” dizem a uma criança o que é inaceitável, mas não explica que comportamento realmente gostaria. Em geral, é melhor dizer a uma criança o que deve fazer (“Fale baixo”) antes do que não deve fazer (“Não grite”). Pais autoritários dão mais ordens “não”, enquanto os demais estão propensos a dar a ordem de “fazer”.

Mantenham-se à margem
Quando dizemos “quero que vá pra cama agora mesmo”, estamos criando uma luta de poder pessoal com nossos filhos. Uma boa estratégia é fazer constar a regra de uma forma impessoal. Por exemplo: “São 8 horas, hora de se deitar” e lhes ensine as horas. Neste caso, alguns conflitos e sentimentos estarão entre a criança e o relógio.

Explique o porquê
Quando uma pessoa entende o motivo de uma regra, como uma forma de prevenir situações perigosas para si mesmas e para outros, se sentirá mais animada a obedecê-la. Deste modo, quando se aplica um limite, deve-se explicar à criança o porque tem que obedecer. Entendendo a razão para a ordem, ajuda as crianças a desenvolverem valores internos de conduta ou comportamento – uma consciência. Antes de dar uma longa explicação que pode distrair as crianças, manifeste a razão em poucas palavras. Por exemplo: “Não morda as pessoas. Isso vai machucá-las”; “Se você joga fora os brinquedos das outras crianças, elas se sentirão tristes porque elas ainda vão querer brincar com eles”.

Sugira uma alternativa

Sempre que aplicar um limite ao comportamento de uma criança, tente indicar uma alternativa aceitável. Por fazê-lo, soará menos negativo e seu filho se sentirá menos em desvantagem. Deste modo, empenhe-se em dizer: “Não sei se você gostaria do meu batom, mas isso é para os lábios e não para brincar. Aqui você tem um lápis e um papel em troca”. Outro exemplo seria dizer: “Não posso te dar um caramelo antes da janta, mas posso te dar um sorvete de chocolate depois”. Oferecendo-lhe alternativas, a estará ensinando que seus sentimentos e desejos são aceitáveis. Este é um caminho de expressão mais correto.

Seja seriamente consistente
Uma regra concreta de limite é evitar uma ordem repetitiva. Uma rotina flexível (dormir às 8 da noite, às 8 e meia na próxima, e às 9 na outra noite) é um convite à resistência e se torna impossível se cumprir. Rotinas e regras importantes na família deveriam ser efetivas dia após dia, ainda que esteja cansado ou indisposto. Se você dá ao seu filho a oportunidade de contornar as suas regras, eles seguramente tentarão resistir.

Desaprove a conduta, não a criança
É necessário que deixemos claro para nossos filhos que nossa desaprovação está relacionada ao seu comportamento e não diretamente a eles. Não os estamos rejeitando. Longe de dizer “Criança má” (desaprovação da criança). Deveríamos dizer: “Não morda” (desaprovação da conduta). Em lugar de dizer “realmente não posso te controlar quando você age dessa maneira”, deveríamos dizer: “Essas latas não são para jogar fora. Devem permanecer na prateleira do armário”.

Controle as emoções
Os especialistas dizem que quando os pais estão muito irritados, castigam mais severamente e são mais propensos a ser verbamente e/ou físicamente abusivos com seus filhos. Existem fases que necessitamos agir com mais calma e contar até dez antes de agir. A disciplina é basicamente ensinar a criança como deve se comportar. Não se pode ensinar com eficiência se você é extremamente emocional. Diante de um mal comportamento, o melhor é respirar por um minuto e depois perguntar com calma: “o que aconteceu aqui?”. Todas as crianças necessitam que seus pais estabeleçam regras de conduta para o comportamento aceitável. Quanto mais mestres em aplicarmos os limites, maior será a cooperação que receberemos dos nossos filhos e menor será a necessidade de aplicar as disciplinas desagradáveis para que se cumpram. O resultado é uma atmosfera caseira mais agradável para os pais e filhos

terça-feira, 1 de março de 2011

Tenha coragem para se reinventar...


O negócio não é estudar, o negócio é fazer a lição de casa!
Os ignorantes do Século 21 não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que não conseguem DESAPRENDER o que sabem e APRENDER coisas novas, DESAPRENDER o que aprenderam e APRENDER de novo.
O passado MORREU.
É tempo de se perguntar o que você vai fazer de DRAMATICAMENTE DIFERENTE em 2011. Tenha CORAGEM para se REINVENTAR e começar de novo.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

cultura


Cultura precisa ser divulgada e visitada!


http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/mapa-cultural-passeios-museus-brasil-618662.shtml

Domingo tem historia.....



Crie um ambiete agradáele nodomingoleia uma história em famíla!

Sugestão:
História do Brasil

Por que é mesmo que devemos conhecer a História do nosso país? Primeiro, porque todo conhecimento é válido. Depois porque, quando sabemos ao certo o que aconteceu no passado, passamos a compreender melhor os dias de hoje e podemos até prever (e planejar melhor) o futuro!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Brincadeiras infantis IV

Material: 4 arvores feitas em EVA verde e preto ou marrom (para o tronco) 1 dado( pode ser confeccionado em Bisquit) 40 laranjinhas( feitas em EVA laranja) Uma cestinha Participantes: até 4 jogadores
Todos colocam as laranjas em suas árvores.
Um jogador inicia a partida
De acordo com o numero indicado pelo dado o jogador retira as laranjas da sua árvore e coloca dentro da sua cestinha
O jogo continua até que um dos participantes encha primeiro a sua cestinha
Vence o jogador que colher primeiro todas as duas 10 laranjas
No final, a retirada das últimas laranjas só poderá ser feita com o número exato apontado pelo dado.
Objetivo do jogo:

Estimular a construção de números de 0 a 10 e a contagem feita um a um utilizando o dado.
Conceito de esvaziamento, relacionado a operação de retirar. Promove interação do grupo.
A partir de 5 anos.
Material:

01 lata de alumínio
Semente de feijão, milho, arroz ou pedrinhas
Fita adesiva

Modo de fazer:
Você pode enfeitar seu chocalho com figuras que você imprime e cola. Ou pode pintar sua lata com tinta plástica. Encha sua lata com a semente que você tiver ou pedrinhas. Cada semente fará um barulho diferente e você pode fazer vários chocalhos conseguir diversos sons.
Vede o buraco da latinha com fita adesiva e cole uma figura por cima para dar um acabamento legal
Senhor: - Boca de Forno
Crianças: - Forno!
Senhor: - Faz o que eu mandar?
Crianças: - Faço
Senhor: - Se não fizer?
Crianças: - Toma bolo.


Então o Senhor manda que as crianças peguem um objeto

brincadeira infantil II

Material:

01 lata de alumínio
Semente de feijão, milho, arroz ou pedrinhas
Fita adesiva

Modo de fazer:
Você pode enfeitar seu chocalho com figuras que você imprime e cola. Ou pode pintar sua lata com tinta plástica. Encha sua lata com a semente que você tiver ou pedrinhas. Cada semente fará um barulho diferente e você pode fazer vários chocalhos conseguir diversos sons.
Vede o buraco da latinha com fita adesiva e cole uma figura por cima para dar um acabamento legal

rincadeira infantil I

A-do-le-tá
Le-pe-ti
Pe-ti-pe-tá
Le café com chocolá
A-do-le-tá
Os componentes fazem formação de roda, onde se desloca a mão direita de forma a bater com a palma no dorso da mão direita do seu componente do lado e assim em diante. Este movimento segue a silabação da música. O último a ser batido de acordo com a silabação da música sai da brincadeira.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Brincar


Brincar, não tem outra coisa que criança gosta mais de fazer, pois isso inconscientemente estimula os neurônios que geram prazer. Isso não está somente nas crianças como também nos adultos. Somente que isso diminui em função da nossa vida corrida e outros preconceitos que acabamos adotando em virtude de regras de comportamento, mas lembre-se como é gostoso dar boas gargalhadas ou fazer cocegas, brincar de cavalinho, brincar de pega com a criançada e outras coisas que faziamos qdo criança o qto é estimulante e agradável.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Esclarecimentos

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando
as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter
consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome,
de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um
amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o
trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por
trás da máscara da hipocrisia (teatro)
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que
precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.

Mário Quintana

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Que papel você desempenha nos relacionamentos?




É importante que você saiba como as relações funcionam para que não repita esses padrões vida afora

Por Roberto Shinyashiki

Para que um relacionamento vingue, é importantíssimo que as pessoas envolvidas tenham a humildade de abrir o coração, assumir seu jeito de se relacionar e discutir, juntas, as opções que têm para evitar sofrimentos desnecessários. O ideal é que cada um fale de si, mostre ao outro quanto ele é importante e, principalmente, perceba que ninguém tem o direito de querer mudar ninguém a não ser a si mesmo.
Digo isso porque, numa mesma família, as pessoas tendem a desenvolver papéis diferentes, e para que todos vivam bem é necessário que cada um descubra o que precisa ser mudado.
No casamento, há duas tendências: a primeira é de que o casal seja muito semelhante, para que um busque no outro o apoio num trabalho comum. Dois protetores do universo, por exemplo, podem ter uma forte tendência para o trabalho social. Vão cuidar de todas as pessoas que aparecerem em sua vida. Em geral, a força desse tipo de casamento está muito mais centrada na amizade que na paixão e no romantismo.
A segunda tendência é de que os parceiros sejam complementares. Nesse caso, uma vítima da vida provavelmente se casará com um protetor do universo. Um deles será o eterno carente, e o outro, o eterno cuidador. Quando isso acontece, o casal freqüentemente tem muitos conflitos, mas também muita paixão. O problema é que, depois de uma sucessão de brigas e apaixonadas reconciliações, um dos dois se cansa e acaba caindo fora.
Já os amigos tendem a ter o mesmo jeito de viver, o que, em geral, amplia a cumplicidade entre eles. Se os dois forem vítimas da vida, por exemplo, poderão conversar bastante, e assim justificar um para o outro o fato de não fazer nada para assumir o controle da própria vida. Se os dois forem supercríticos, terão prazer em esmiuçar os defeitos de todo mundo enquanto tomam uma cerveja no bar da esquina.
Entre pais e filhos, as relações também tendem a ser complementares. O pai protetor do universo certamente criará o filho para ser a eterna vítima, pois dessa maneira poderá exercer seu papel de cuidador, tentando assumir o controle da vida do filho. O filho vítima, por sua vez, colocará a culpa de seus fracassos nas costas dos pais e, ao mesmo tempo, se aproveitará da necessidade deles de ter alguém para cuidar.
É importante que você saiba como as relações funcionam para que não repita esses padrões vida afora. Tenha consciência de que, ao decidir mudar, inevitavelmente provocará alterações significativas em seu grupo social. Se você sempre viveu como a eterna vítima e agora decide assumir suas responsabilidades, começa a trabalhar, toma a atitude de sair de casa ou qualquer coisa do tipo, muito provavelmente causará uma confusão imensa na família.
Por isso é importante que você e as pessoas de seus relacionamentos façam uma reflexão honesta e reconheçam a responsabilidade de cada um na criação dos problemas. Assumam, juntos, o compromisso de crescer, de ser melhores e mais felizes. No fim desse processo evolutivo há muito mais amor e plenitude do que vocês jamais experimentaram.
Roberto Shinyashiki é escritor e conferencista, escritor de 10 livros, entre eles “O Poder da Solução”.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Adolescência


Os resultados das últimas pesquisas do cérebro (Damásio, Edelman, Goldberg) nos permitem entender os fundamentos biológicos que explicam o processo de maturação, em especial, a maturação dos lobos frontais do cérebro. É exatamente nos lobos frontais que acontece a tomada de decisão racional e consciente e onde as respostas comportamentais são processadas.O CÉREBRO DAS CRIANÇAS
Nascemos com um cérebro imaturo, com um terço do tamanho do cérebro adulto. Do nascimento aos 10 anos, aprendemos a ser um ser humano: a andar, a nos comunicar e a adquirir habilidades sociais básicas.
A aquisição de competências, nestes primeiros 10 anos, se caracteriza por avançar no sentido de dar respostas rápidas e automáticas aos desafios, como, por exemplo, engatinhar, caminhar, correr e saltar.
Fica sob a responsabilidade dos adultos tomar decisões racionais e refletidas pelas crianças que têm seus lobos frontais imaturos.CÉREBRO DOS ADOLESCENTES
Em outro relevante texto sobre o tema, a Educadora Marilee Spranger diz que olhando os adolescentes, com corpos maduros, semelhantes aos dos adultos, é comum assumir que seus cérebros também estão maduros. Grande erro! O cérebro dos jovens passa por mudanças significativas, mudanças essas que continuarão por todo o ensino médio.
Os jovens tendem a agir de maneira super emocional e super reativa, em razão do tamanho e da sensitividade de sua estrutura emocional, a amígdala. O córtex pré-frontal é a área do cérebro que controla a amígdala. Porém, o córtex pré-frontal ainda não está totalmente desenvolvido e, é bem provável, que permaneça assim até que eles cheguem aos 20 anos!
Logo, a estrutura cerebral que poderia ajudar os adolescentes a lidar com suas emoções (o córtex pré-frontal) não tem condições de agir neste sentido. Temos de aceitar, então, o fato de que os adolescentes podem ter dificuldades de fazer boas escolhas.
O córtex pré-frontal é a estrutura do cérebro que age como o lógico tomador de decisões. Sem o córtex pré-frontal estar completamente desenvolvido, o processo de tomada de decisões fica limitado e na dependência das respostas emocionais. Na fase da adolescência, o córtex pré-frontal não é capaz de monitorar ou controlar a resposta emocional da amígdala para as situações. EMOÇÃO E RAZÃO
Em seu artigo, Sylwester afirma que de 10 a 20 anos, aprendemos a ser um produtivo e reprodutivo ser humano: a planejar a vida profissional e a explorar relações emocionais e sexuais.
Examinando a aquisição de competências, verifica-se que esta fase se caracteriza pelo atraso (retardo) de respostas refletidas, aquelas que são processadas principalmente nos lobos frontais.
Enquanto seus lobos frontais estão amadurecendo, os adolescentes não querem que os adultos tomem decisões racionais, em seu lugar.
A única forma de aprender a andar é andando. Semelhantemente, a única maneira de amadurecer os nossos lobos frontais é praticando a solução de problemas de forma refletiva e praticando habilidades sociais avançadas, que são processadas pelos lobos frontais, apesar dos jovens não terem muito sucesso ao fazerem isto, inicialmente.
Temos, então, um dilema; tanto para os próprios adolescentes como para os adultos envolvidos em suas vidas. Isto porque, se uma criança que está aprendendo a andar, cai, o perigo é bem menor. Todavia, uma ação desajeitada ou uma má decisão de um adolescente pode ter como conseqüência algo muito mais sério, como uma gravidez precoce ou um acidente de carro. Aumentando o potencial do perigo, aumenta também a preocupação dos adultos envolvidos com os jovens.
O cérebro adolescente é muito sensível ao prazer e ao prêmio, porém os sistemas de controle de impulsos ainda não estão amadurecidos. Ao mesmo tempo, eles se tornam altamente vulneráveis à exploração com drogas que despertam emoções e prazer. As pesquisas mostram que álcool e outras drogas afetam o cérebro adolescente muito mais do que o cérebro adulto.
As nossas seis emoções primárias (alegria, tristeza, surpresa, medo, nojo e raiva) têm um papel essencial no importante sistema de estimulação cognitiva, que precisa ser desenvolvido e mantido para o nosso cérebro reconhecer perigos e oportunidades.
ALIMENTANDO O CÉREBRO ADOLESCENTE
É indispensável compreender e alimentar a adolescência.
É essencial oferecer oportunidades efetivas para os adolescentes desencadearem um processo real de maturação de seus lobos frontais, desenvolvendo estratégias racionais de resolver problemas.
Em meu livro, “O Despertar do Gênio: Aprendendo com o Cérebro Todo”, afirmo que a função da escola é preparar o estudante, como cidadão e futuro profissional, para participar da solução de problemas da sua sociedade. Assim, é preciso trabalhar na sala de aula com situações da comunidade e do mundo: sejam sociais, morais, éticas, ecológicas, políticas, casos de violência, poluição, alimentação, drogas, sexo e criminalidade. A busca da solução destes problemas, de natureza multidisciplinar, irá estimular o aluno a fazer conexões entre disciplinas e conhecimentos. Quanto mais desafiantes e provocativas forem as questões lançadas, mais o cérebro será estimulado a pensar, usando todo o seu aparato racional, analítico e lógico.
As emoções primárias (e o importante sistema de atenção relacionado) são freqüentemente ativadas durante brincadeiras, jogos, esportes, atividades extracurriculares e artísticas.
Estes momentos fornecem aos jovens chances de desenvolver o sistema autônomo de tomada de decisão, num contexto relativamente seguro, com uma limitada interferência adulta.
Tais situações permitem que os jovens gradualmente explorem uma ampla variedade de problemas e soluções de sobrevivência, que irão enfrentar futuramente em suas vidas adultas.
Tais atividades irão permitir que os jovens dominem habilidades e conhecimentos importantes, conectando novidade e familiaridade, para resolver um problema que lhes intriga.
Os adolescentes com muita alegria colocarão sua energia e tempo pessoal nestas atividades, que ajudam a desenvolver e a manter os sistemas de emoção, atenção e resolução de problemas, para enfrentar, processar e vencer os desafios lançados.
Sylwester finaliza seu artigo, de forma magistral, dizendo que a redução dos programas de artes e humanidade nas escolas americanas é na verdade uma tragédia biológica que será lamentada, quando a sociedade amadurecer na compreensão das necessidades de desenvolvimento e manutenção do cérebro humano.
“Será uma pena se não estivermos à altura de oferecer uma Educação do Século 21, para Estudantes do Século 21, e principalmente para os adolescentes que estão tentando refinar seu processo de cognição!”

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Limites


Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores...
.... e como o esforço de abolirmos os abusos do passado...
... somos os pais mais dedicados e compreensivos mas, por outro lado...
... os mais bobos e inseguros que já houve na história.
O grave é que estamos lidando com crianças mais "espertas" do que nós, ousadas, e mais "poderosas" que nunca!
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro.
Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais...
... e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos.
Os últimos que tivemos medo dos pais...
... E os primeiros que tivemos medo dos filhos.
Os últimos que cresceram sob o mando dos pais...
E os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.
E, o que é pior...
... os últimos que respeitamos nossos pais...
... e os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos faltem com o respeito.
À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical...
... para o bem e para o mal.
Com efeito, antes se considerava um bom pai, aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam a suas ordens, e os tratavam com o devido respeito.
E bons filhos, as crianças que eram formais, e veneraram seus pais, mas à medida que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram se desvanecendo...
... hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco o respeitem.
E são os filhos, quem agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem suas ideias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver.
E que, além disso, que patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer: os papéis se inverteram.
Agora são os pais que têm que agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso como no passado.
Isto explica o esforço que fazem tantos pais e mães para serem os melhores amigos e "darem tudo" a seus filhos.
Dizem que os extremos se atraem.
...
Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais...
... a debilidade do presente os preencheu de medo e menosprezo...
Ao nos verem tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter...
... e de guiá-los, enquanto não sabem para onde vão...
É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca.
Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os...
... e não atrás, carregando-os e rendidos às suas vontades.
Os limites abrigam o indivíduo.
Com amor ilimitado e profundo respeito.

Os pais são os formadores


A família como formadora da personalidade

Texto adaptado do Livro Família de Psicologia de Pe. João C. Cabral

O Concílio Ecumênico Vaticano II, em seu documento Gaudium et Spes, diz: "A família é a mais rica escola de humanismo".

Realmente, é na família unida pelo amor, que vive na convivência harmoniosa do dia-a-dia, que se forma a personalidade da criança, do adolescente e do jovem. É na família que se preparam o homem e a mulher, para com equilíbrio e harmonia integrarem a sociedade e exercerem a sua vocação em benefício dos outros.

A família tem tudo para bem formar: amor, respeito mútuo, laços de sangue, carinho e os afetos de um pai e de uma mãe, a intimidade, a ajuda e o apoio moral. A família é realmente uma escola de humanismo.

Dentro da família, os pais estão a serviço dos filhos e os filhos aprendem a servir os seus irmãos. Servindo, doando a vida, aprendemos que é servindo que somos servidos.

Dentro da família existe a pequena sociedade: crianças, jovens, adultos, idosos. Todos se amam como irmãos e irmãs, pais e mães.

Todos integram a grande sociedade e passam a ser agentes do progresso, do bem-estar e a continuação da vida sobre o planeta.

Os filhos, olhando para os pais, aprendem a amar. Os filhos olham para os pais e aprendem a dialogar.

A educação e a formação da criança são muito importantes. A criança precisa conhecer os valores da vida. Não pode ser enganada por falsos valores. Precisa conhecer o que é certo e o que é errado, saber como viver a vida.

Com o trabalho da mulher fora de casa, muitos filhos são educados somente pelas instituições educativas da sociedade. Mas os pais não podem nunca esquecer que eles são os primeiros formadores dos filhos. Nenhuma escola substitui o papel dos pais na educação de seus filhos.

A palavra pode comover, mas o exemplo arrasta.

Na educação dos filhos, é muito importante o exemplo. Os pais têm de dar bons exemplos para os filhos.

É bom lembrar que a criança aprende muito mais pelos olhos do que pelos ouvidos. De nada adianta os pais falarem, falarem... se não derem o bom exemplo.

Respeitar a criança é aceitá-la como ela é, menino ou menina. Aceitá-la mesmo que não a tivesse desejado ou que as previsões não tenham dado certo. Aceitá-la com seus defeitos físicos e seus limites.

Não devemos mostrar decepção se a criança não corresponder "àquilo que esperávamos dela".

Respeitar a criança é deixá-la ser aquilo que ela pode ser, fazer crescer suas possibilidades reais. Trabalhar no que ela tem de melhor em si, encorajar, exortar a criança, mas sempre sem violência, sem atribuir-lhe nenhuma culpa.

Respeitar o filho é respeitar sua própria natureza, nunca antecipar sua evolução normal, nem queimar etapas do seu desenvolvimento. É deixar a criança viver sua infância, sua puberdade, sua adolescência e mocidade: Deixar a criança viver todas as etapas de sua existência.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Qual o seu talento?



Calma, caro leitor! Se você não conseguiu responder à pergunta acima com a mesma presteza com que diria qual seu time do coração ou qual seu estilo preferido de música, não significa que você não seja uma pessoa talentosa.

Esse é um assunto que exige atenção e 90% das pessoas não teriam a resposta na ponta da língua. Mas é algo a se pensar, pois, em uma sociedade que se acostumou a valorizar as pessoas talentosas e em que as empresas dizem que se dedicam a atrair, desenvolver e reter, parece que não identificar em si mesmo um talento especial transformou-se numa espécie de pecado capital. Para desmistificar o assunto é útil lembrar alguns princípios. Ter talento não significa nascer com uma inteligência superior, uma habilidade artística ou uma qualidade única. Talento não é dom, não nasce com a pessoa, e sim é desenvolvido com a prática, o que demanda tempo e persistência.

Biblioteca virtual


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Confira mais de mil resenhas de livros de formação, literatura infantil e juvenil indicados por NOVA ESCOLA e NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Assumindo responsabilidades

Volta às aulas. Pais preocupados. Como será o resultado de um ano letivo? O que fazer com meu filho irresponsável?
Sabemos que o papel dos pais na vida de um filho é único. O espaço destinado ao pai ou à mãe é algo singular na vida de qualquer ser humano.
O papel de pai e de mãe exige primeiramente uma reflexão. O filho não solicitou sua existência aos pais, ao contrário, por ação divina concretiza-se na vida de um novo ser, o terceiro de uma relação. Começa nesse entendimento, um processo de responsabilidade.Mesmo que haja uma separação conjugal, o papel dos pais mantem-se inalterado. Não existe portanto, ex-pai ou ex-mãe, embora exista ex-marido ou ex-mulher. Entendemos com papel, o desempenho, a função, as atribuições de pai e de mãe.
O papel de pais exige amor e não é uma relação de amizade. Amigos se têm muitos, em várias fases da vida e em diferentes locais. Pai se tem só um. Mãe é mãe e amiga é amiga. A amizade pode mascarar os papeis ou anulá-los.
O papel de pais exige diálogo conjugal, afinal a resposta dada a um filho deve ser uma resposta única, fruto de um prévio diálogo conjugal. Pai e mãe são cúmplices na missão de formar um ser humano. A cumplicidade não deve existir apenas no encontro de um óvulo com um espermatozóide. Uma vez concretizado esse encontro, as respostas devem chegar ao novo ser de uma só forma. Filho é muito mais que uma bola de ping-pong.Em alguns momentos, esse papel pode parecer pesado demais ou quem sabe, um amontoado de dúvidas e incertezas. A perfeição não faz parte da realidade dos pais; por isso se faz necessária uma orientação por um profissional, uma busca incessante de informações, quer sejam por uma bibliografia vasta, ou até pelos modernos meios da internet.
Como criar um filho responsável? Eis uma indagação própria de quem já ousou ser pai ou mãe. Em primeiro lugar, ter claro na mente que essa responsabilidade se constrói, forma-se, edifica-se, institui-se durante toda a infância. Construir requer tempo, meses, anos. Construir é diferente de adquirir pronto. Construir é deixar pronto para uso.Como será que os pais estão deixando os filhos "prontos" para a vida em sociedade? Qual é o caráter dos filhos que estão sendo construídos? Quais são os valores passados a esses filhos? Qual é o material utilizado na construção desses filhos? Será que esses filhos estão sendo construídos na massa da honestidade, da fraternidade, da solidariedade, da partilha, da aprendizagem, do trabalho?
A responsabilidade constrói-se através do anos da infância. Vendo responsabilidade como sendo a qualidade de responder pelos próprios atos, entendemos o porquê da necessidade de se fazer uma criança guardar os brinquedos que utilizou, dar descarga após o uso do sanitário, cuidar do amigo que se machucou após ter levado um empurrão seu no recreio, etc, etc, etc.
Outro aspécto relevante nessa construção da responsabilidade é a questão da auto-estim. Se a criança se sente responsável por alguma tarefa, realiza-a por si só e sente-se capaz de realizá-la novamente. Está sendo movida por uma auto-estima elevada, confiante no seu potencial.
Da mesma forma, se a criança precisa de auxílio para todas as atividades e não se sente responsável por nenhuma tarefa, mesmo que seja arrumar a mesa para o almoço, colocar o lixo na rua, ou arrumar seu próprio quart, essa criança provavelmente crescerá com o sentimento que precisará sempre de uma força externa, de outro alguém que não ela, para resolver suas situações.Ainda um outro aspecto çda responsabilidade é a questão da recompensa. Não há reconpensa para quem cumpriu uma responsabilidade. Ser aprovado na escola é uma obrigação do aluno saldável e nã um meio de ganhar uma bicicleta. Pois se assim o fosse, de que valeria o saber? Ser responsável é respeitar os outros. É ter consciência de que vivemos em comunidade. Se não devo buzinar em frente a um hospital é por respeito às pessoas que estão vivenciando momentos de dor naquele local. Buzinar significa não ser responsável pelos próprios atos, uma vez que prejudica a outros e não a mim.
Uma outra questão importante na construção da responsabilidade é a necessidade de frustrações. Frustar-se faz parte da vida humana. O ser humano que é constantemente poupado pelos pais a enfrentar uma situação de frustração sofrerá muito na vida adulta.Imaginemos um bebê que quis se utilizar de um copo de cristal, ouviu não, chorou e ganhou o copo. Pronto! O caminho para se conseguir as coisas desejadas é através da birra. Na vida adulta quando depara-se com situações como doenças ou outras limitações constantes na vida, entrega-se à frustração como se ela fosse o único aspecto de sua vida. Não consegue vencê-la simplismente porque nunca a vivenciou antes. O que era uma gota transforma-se rapidamente em oceano.
A vida é um constante desafio. Formar a responsabilidade nos filhos é vencer esse grande desafio. Filho é aquele que vem de, que é descendente, oriundo. Formar um filho responsável é formar um aluno responsável, um funcionário responsável, um chefe responsável, um pai responsável.A tarefa á árdua, mas é dos pais! Se eles construíram a própria responsabilidade, saberão construir nos filhos. Se não a construíram, talvez seja hora de buscar ajuda com um profissional psicopedagogo! Caso contrário, a reprovação poderá marcar a vida do filho e de toda a família.Fonte: Jornal Psicopedagogia

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Sobreviventes


Todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e 80, não devíamos ter
sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas 'à prova de crianças', ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar á frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.
Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.
Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos PlayStation, X Box.
Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.
Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua.
Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía!
Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos.
Acreditem ou não íamos a pé para a escola;
Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.
És um deles?
Parabéns!

Criança tem que brincar!

As crianças de hoje brincam cada vez menos. Cursos de línguas, música, esportes preenchem o tempo delas de forma avassaladora – e cada vez mais cedo. Com a agenda lotada, tendem a se entusiasmar menos pela aprendizagem. Correm o risco de virar adultos mais ansiosos e menos criativos, , convoco hoje os pais a deixar seus filhos mais livres. Por que brincar é tão importante? Brincar é aprender. Quando a criança brinca com blocos, está aprendendo sobre espaço, física e matemática. Quando ela conta ou representa suas histórias numa brincadeira, está construindo os fundamentos da literatura. Se brinca com outros, está aprendendo como negociar e como atuar em grupo para chegar a um objetivo comum. Desenvolver essas habilidades brincando é importante inclusive para que a criança absorva melhor os ensinamentos em sala de aula. Brincar representa para a primeira infância o que a gasolina é para um carro. Por que as crianças de hoje brincam menos? Num mundo globalizado, competitivo, os pais acreditam que seus filhos estarão um passo à frente se passarem mais tempo em atividades variadas do que brincando. Computação, culinária, ligas de futebol. Há uma estimativa de que crianças de 4 e 5 anos tinham 40% de seu tempo livre para brincadeiras em 1981 e hoje têm apenas 25%. Em palestras, percebo os pais atarantados, querendo preencher todo o tempo livre dos filhos. As crianças estão estressadas. Em 2006, a Associação Americana de Pediatria lançou uma nota sobre a falta de tempo livre das crianças e ressaltou a importância da brincadeira no aprendizado acadêmico e no desenvolvimento social e emocional. Vivemos a sociedade dos apressados, do culto do sucesso. E a infância sai perdendo.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Você é um pai ou uma mâe ajustado?


Por melhor que seja a educação dada aos filhos, os pais sempre ficam com a sensação de que alguma coisa foi feita de modo incorreto ou deixaram de fazer algo importante aos filhos. Muitos educam com pouco carinho ou com excesso. Alguns são do tipo repressores, ao passo que outros dão total liberdade. São inúmeras as dúvidas que afligem aos pobres pais, zelosos e desejosos de verem seus filhos ajustados e sem traumas de infância. Por muitas vezes, você terá oprotnidade a oportunidade de repensar sobre o tipo de educação que vem dando ou dará aos seus filhos. Procure ser o(a) mais sincero(a) possível.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Pedras no caminho


É dificil remover pedras.

Em especial as maiores.

Masê se está determinado a seguir seu caminho com leveza e paz é impressionante,masvocê supera barreiras e obstáculos que você nem imaginava que seria capaz de transpor.

A força é proporcional a visâo.

Quanto mais i você visualiza a retirada das pedras de seu caminho mais forças você vai para passar com segurança e auto-estima.

Não perca o entusiasmo!

Pedras no caminho

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Convivência


A caridade é a base da paz no relacionamento humano.

A convivência feliz pedeapoio e compreesâo.

Esquece possíveis ofensas alheias, reconhecendo os próprios erros.

Fala com otimismo e propague a paz.

Nâo te quexes.

Não busque o negativo para você.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Trava-lingua VI


E aí,
Você é bom de língua?

Trava-lingua V

DIFÍCIL

1. Num ninho de mafagafos, cinco mafagafinhos há! Quem os desmafagafizá-los, um bom desmafagafizador será.

2. O desinquivincavacador das caravelarias desinquivincavacaria as cavidades que deveriam ser desinquivincavacadas.

3. Perlustrando patética petição produzida pela postulante, prevemos possibilidade para pervencê-la porquanto perecem pressupostos primários permissíveis para propugnar pelo presente pleito pois prejulgamos pugna pretárita perfeitíssima.

4. Não confunda ornitorrinco com otorrinolaringologista, ornitorrinco com ornitologista, ornitologista com otorrinolaringologista, porque ornitorrinco, é ornitorrinco, ornitologista, é ornitologista, e otorrinolaringologista é otorrinolaringologista.

5. Disseram que na minha rua tem paralelepípedo feito de paralelogramos. Seis paralelogramos tem um paralelepípedo. Mil paralelepípedos tem uma paralelepipedovia. Uma paralelepipedovia
tem mil paralelogramos. Então uma paralelepipedovia é uma paralelogramolândia?

Trava-lingua V

DIFÍCIL

1. Num ninho de mafagafos, cinco mafagafinhos há! Quem os desmafagafizá-los, um bom desmafagafizador será.

2. O desinquivincavacador das caravelarias desinquivincavacaria as cavidades que deveriam ser desinquivincavacadas.

3. Perlustrando patética petição produzida pela postulante, prevemos possibilidade para pervencê-la porquanto perecem pressupostos primários permissíveis para propugnar pelo presente pleito pois prejulgamos pugna pretárita perfeitíssima.

4. Não confunda ornitorrinco com otorrinolaringologista, ornitorrinco com ornitologista, ornitologista com otorrinolaringologista, porque ornitorrinco, é ornitorrinco, ornitologista, é ornitologista, e otorrinolaringologista é otorrinolaringologista.

5. Disseram que na minha rua tem paralelepípedo feito de paralelogramos. Seis paralelogramos tem um paralelepípedo. Mil paralelepípedos tem uma paralelepipedovia. Uma paralelepipedovia
tem mil paralelogramos. Então uma paralelepipedovia é uma paralelogramolândia?

Trava-lingua V

DIFÍCIL

1. Num ninho de mafagafos, cinco mafagafinhos há! Quem os desmafagafizá-los, um bom desmafagafizador será.

2. O desinquivincavacador das caravelarias desinquivincavacaria as cavidades que deveriam ser desinquivincavacadas.

3. Perlustrando patética petição produzida pela postulante, prevemos possibilidade para pervencê-la porquanto perecem pressupostos primários permissíveis para propugnar pelo presente pleito pois prejulgamos pugna pretárita perfeitíssima.

4. Não confunda ornitorrinco com otorrinolaringologista, ornitorrinco com ornitologista, ornitologista com otorrinolaringologista, porque ornitorrinco, é ornitorrinco, ornitologista, é ornitologista, e otorrinolaringologista é otorrinolaringologista.

5. Disseram que na minha rua tem paralelepípedo feito de paralelogramos. Seis paralelogramos tem um paralelepípedo. Mil paralelepípedos tem uma paralelepipedovia. Uma paralelepipedovia
tem mil paralelogramos. Então uma paralelepipedovia é uma paralelogramolândia?

Trava-lingua IV


MÉDIO

1. Sabendo o que sei e sabendo o que sabes e o que não sabes e o que não sabemos, ambos saberemos se somos sábios, sabidos ou simplesmente saberemos se somos sabedores.

2. O tempo perguntou pro tempo qual é o tempo que o tempo tem. O tempo respondeu pro tempo que não tem tempo pra dizer pro tempo que o tempo do tempo é o tempo que o tempo tem.

3. Embaixo da pia tem um pinto que pia, quanto mais a pia pinga mais o pinto pia!

4. A sábia não sabia que o sábio sabia que o sabiá sabia que o sábio não sabia que o sabiá não sabia que a sábia não sabia que o sabiá sabia assobiar.

trava-língua III


FÁCIL

1. Xuxa! A Sasha fez xixi no chão da sala.

2. O rato roeu a roupa do Rei de Roma a rainha com raiva resolveu remendar.

3. Três pratos de trigo para três tigres tristes.

4. O original nunca se desoriginou e nem nunca se desoriginalizará.

5. Qual é o doce que é mais doce que o doce de batata doce?
Respondi que o doce que é mais doce que o doce de batata doce é o doce que é feito com o doce do doce de batata doce.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Trava-língua II


Tinha tanta tia tantã

Tinha tanta antiga.

Tinha tataanta que era tia.

Tinha tanta tia que era anta.


A lontra perdeu a

Tromba do monstro e pedra

E a prenda de prata

De Pedro, o pedreiro.


Cinco bicas, cinco pipas,

cinco bombas.

Tira a bocaa da bica, bota a boca na bomba.


Se cada um vai a casa de cada um

é porque cadaum quer que cada um vá lá.

Porque se cada um não fosse a casa de cada um

é porque cada um não queria que cada um fosse lá.


A babá boba

bebeu o leite do bebê.

trava-língua para brincar e destrair as crinaças I


Maria-Mole é molenga, se não émolenga,

Não é Maria-Mole.

É coisa malemolemolente,

Nem mala, nem mola, nem Maria ,nem mole.


O sabiá não sabia.

Que o sabiá sabia.

Que o sabiaá não sabia assobiar.


Olha o sapo dentrodo saco,

O saco com o sapo dentro, o sapo batendo papo

E o papo batendo vento.


A rã arranha a aranha.

Nema aranha arranha a rã.

Nem a rã arranha a aranha.


Bote a bota no bote e tire o pote do bote.


Quem a pacacaracompra,paca cara pagará.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Saúde e estética bucal


Hoje todos podem ter dentes saudáveis, ou recuperar a saúde bucal pelo auxílio de bons profissionais e das novidades tecnológicas do setor.

Os dentistas continuam salientando que o açucar continua sendoomaior vilão dos dentes. "O ideal é procurar ingerir alimentos com açúcar e, evitar que os resíduos alimentares se depositem nos dentes." Não adianta apenas eliminr o açúcar e esquecer a prevençãode um modo geral.

A boa notícia é que hoje existe tratamento para tudo isso, mas o importante é fazer a prevenção, para evitar que os males apareçam".

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Aprendera pensar


Chega uma hora em que precisams onstruir novos padrões de pensamentos para substituir os antigos.

"Não quero envelhecer, não quero engordar, não quero este trabalho, não quero esta casa".

Nos foi ensinado acombater o pensamento negativo, masnão tem jeito ele virá automaticamente.

Precisamos reclamaar menos, e colocar mais atenção no que quer. Transforma o pensamento.

Trabalhe com o presente.

Não sonhe com afirmações do passado.

Nossos pensamentose crenças criam nossas experiências.

Viva livremente!

Sboeie!

Toque!

Ou;ca!

Veja!

Seja feliz!

Boa semana


Para iniciarmos a semana vou começar pellas mulheres.
"As mulheres têm muito poder, seja para o bemou parao mal. Se o poder for usado para obem,elas serão felizes, terão uniãono ar e Deslhe dará sabedoria"
Se o poder usado para o bem, elas serão felizes, terão uniãoo no lar e muita sabedoria; todavia, se for usado para o mal elas seão amargas, desprezadas e infelizes.
Mulher vc pode com sua sabedoria viver o melhor dos seus dias ou fazer deles o pior.
Mas, temos libedade de escolher a forma de vida que desejamos para ós, mas não esqueça, o que vc decidir vai refletir em sua família também.
Aproveite bem sua semana!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Final de semana


Sabe quando chega fim de semana e as crianças parecem que foram recarregadas? Pois é"; o que na verdade eles querem é atenção, alegria e em especial estar com seus pais.

Você pode se dispor a brincadeiras simples ou mesmo praia, ou um piquenique num parque.

Alfumas sugestões:

Esconder um objeto

Forca

Palitinho

Seu rato estáem casa

Tabuada( assim brinca e decora ao memo tepo)

Seu mestre mandou

Passa anel

Use sua criatividade seus filhos vão adorar!

Ah! Não esqueça da leitura... Leiam bons livros juntos!

Bom fim de semana!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Sábado

Bom dia! Abrace mais, ligue mais para seus amigos, faça convites inesperados, curta seu sábado com harmonia e amor.
Não deixe que as atividades e a rotina do seu dia-a-dia acabe com seus momentos de folga, comunhão e amor.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Histórias de quem não se entrega

Por meio de boas lições de vida, percebemos que muito já mudou para que o mundo acolhaosportadoresde necessidades especiais.
Em especialao longo dos últimos anos.
Um em cadaoito brasileros éportador de necessiddesespeciais...
E vc o que tem feito?

Ansiedade


Qerer sempre as coisas tudo ao mesmo tempo, acaba nos deixando de tal forma que deixamos de sentir prazer na própria existencia.

Não se sacrifique!

Faça cada coisa a seu tempo.


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Dificuldade do amor em família


Em primeirolugar precisamos estar em dia conosco para manifestar amor.

A sensualidade causa o engate necessário o que faz articular força e desafio.

O apaixonaento natural , deriva da paixão, ou é boa ou é má.

Ela é amorosa, muita vezes confundida com carênciaemocinal.

Já fielidade precisa enfrentar,investir para que ela não morra, que é diferente do amor.

Nãoqe seja um manual mas invista no encantamento,intimidade,cumplicidade,reciprocidade e especialemnteno amaurecimento.

Uma excelente quinta-feira!